19/08/2016
09:11

Fachada do edifício Solaris, no Gaurujá (SP)

A Polícia Federal concluiu o relatório a respeito da Operação Triplo X , fase da Lava Jato, e indiciou Nelci Warken, dona de um tríplex no condomínio Solaris em Guarujá, supostamente ligado ao ex-presidente Lula.

Também foram indiciados funcionários da Mossack Fonseca no Brasil. No total, foram indiciadas sete pessoas.

Além de Nelci, estão na lista Maria Mercedes Quijano (chefe do escritório da Mossack no país), os funcionários do escritório de advocacia panamenho Luís Fernando Hernandez Rivero, Ricardo Honorio Neto, Renata Pereira Britto e Rodrigo Hernandez. O empresário Ademir Auada também aparece.

O relatório foi tornado público pelo juiz federal Sergio Moro, da Lava Jato, nesta quinta-feira (18). O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus familiares não foram indiciados.

A Operação Triplo X foi deflagrada em janeiro para investigar a relação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com um apartamento tríplex na praia de Astúrias, em Guarujá (SP), cuja opção de compra pertencia à mulher dele, Marisa Letícia.

FolhaPress

Publicado por: Chico Gregorio


19/08/2016
09:00

A caicoense Munique Targino, filho do casal Saint Clair Fernandes e Telma Lopes, será a candidata do PP na cidade de Logoa

D’anta,  esposa do ex-prefeito Germano Targino, Munique trasnferiu o domicílio eleitoral para o município dentro doprazo

legal,  como o ex-prefeito, tinha uma pendência junto ao TCE, em consequência   de suas duas administrações como ex-prefeito

da cidade, resolveu colocar a esposa, para não correr  nenhum risco com pedido de impugnação por parte de  adversários.

Segundo se infroma, Munique tem chances reais de vencer o pleito municipal, tendo em vista a tradição política da família do

esposo na cidade, onde já foi prefeito por duas vezes, como também do ex-deputado Targino Pereira , pai de Germano.

Publicado por: Chico Gregorio


19/08/2016
08:31

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Prédio do TCE-RN

 

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas acatou, na sessão desta quinta-feira (18), a concessão de duas medidas cautelares envolvendo os municípios de Acari e Ouro Branco, em decorrência de supostas irregularidades. A primeira refere-se à realização de concurso público para cargos efetivos, realizado pela Prefeitura e Câmara de Acari, e a segunda, a prestação de serviços de limpeza urbana em Ouro Branco. Os processos foram relatados respectivamente pela conselheira Adélia Sales e pelo conselheiro Gilberto Jales.

No primeiro processo, a equipe técnica da Diretoria de Atos de Pessoal – DAP constatou diversos indícios de irregularidades no edital deflagrado pela Prefeitura e Câmara Municipal de Acari, com destaque para o descumprimento de dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal e inobservância de planejamento financeiro e orçamentário adequado. “Elementos que indicam a desobediência aos preceitos da LRF e da Constituição Federal, com possibilidade de grave lesão ao patrimônio Público”, relatou a conselheira, determinando a imediata suspensão dos efeitos pertinentes ao Edital de nº 001/2016. Ressalte-se que a publicação do resultado final do certame está previsto para 30 de agosto próximo.

O julgamento do segundo processo em pauta foi iniciado na última sessão ordinária da Primeira Câmara, ocorrida em 10 de agosto passado, com a leitura da proposta de voto pelo Sr. Auditor Marco Antônio de Moraes Rêgo Montenegro, após o que o conselheiro Gilberto Jales pediu vistas para elucidação de alguns pontos e melhor análise da temática. Trata de representação feita pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte, com a iniciativa da Promotoria de Justiça da Comarca de Jardim do Seridó e do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Defesa do Patrimônio Público, tendo por razões fáticas possíveis irregularidades na contratação de empresa pelo Município de Ouro Branco, no ano de 2015, para prestação de serviços de limpeza urbana.

Publicado por: Chico Gregorio


19/08/2016
08:28

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Lei da Ficha Limpa

Por: Agência Estado

Ao menos 4.849 políticos que tentam concorrer nas eleições municipais deste ano no País podem ter os registros de candidatura impugnados por serem considerados ficha-suja perante a Justiça Eleitoral, segundo levantamento obtido pelo Estado. A análise foi feita sobre as 467.074 candidaturas já validadas pelo Tribunal Superior Eleitoral até esta quinta-feira, 18.

Entre as irregularidades que enquadram um candidato como ficha-suja está desde a rejeição de contas relativas ao cargo ou função pública quanto uma condenação em segunda instância por crimes como lavagem de dinheiro, corrupção, peculato ou abuso de poder econômico.

Os quase 5 mil casos foram identificados após cruzamento do CPF dos candidatos registrados com bases de dados de tribunais de Justiça, tribunais de contas e outros órgãos de controle. Este cruzamento é feito automaticamente por um sistema do Ministério Público Federal e os dados enviados aos cerca de 3 mil promotores eleitorais, que devem verificar se a ocorrência apontada vai ou não barrar o candidato. O sistema pode encontrar, por exemplo, uma decisão judicial desfavorável ao político, mas que já está suspensa por uma liminar.

Apesar de o sistema já ter sido usado na eleição de 2014, essa é a primeira vez que todos os promotores que atuam nas eleições têm acesso direto aos dados, segundo o Grupo Executivo Nacional da Função Eleitoral (Genafe). Para termos de comparação, em 2012, o TSE recebeu quase 8 mil recursos referentes a impugnação de candidatura, sendo que aproximadamente 3 mil foram oriundos de ações baseadas na Lei da Ficha Limpa.

Publicado por: Chico Gregorio


19/08/2016
08:25

Foto externa do Congresso Nacional
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Foto Reynaldo Stavale

No jantar que teve com Michel Temer na noite de quarta-feira, o grão-tucanato disse, com outras palavras, que o PMDB comanda no Senado uma emboscada fiscal. O partido do presidente recolhe assinaturas para impor o regime de urgência na votação do projeto que eleva os salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil. Esses contracheques servem de referência para outros vencimentos no serviço público. Quando eles sobem, os demais vão junto. Relator da proposta, o senador tucano Ricardo Ferraço (ES) fez as contas: “Isso vai abrir uma porteira por onde passarão gastos de R$ 5 bilhões por ano.”

Ferraço estava entre os tucanos que dividiram a mesa de jantar do Jaburu com Temer. Apoiado por outros cinco companheiros de ninho que participaram do encontro, entre eles Aécio Neves, o senador compartilhou suas angústias com o anfitrião. “Fomos dizer para o presidente Temer que precisamos alinhar nossos diagnósticos. O dignóstico do PSDB é bem diferente do diagnóstico do PMDB”, contou Ferraço ao blog. “Eu disse ao presidente: nós faremos o nosso papel, mas quem tem que dar um jeito no PMDB é o senhor.”

Na definição de Ferraço, “as corporações sequestraram o Estado brasileiro.” E o PMDB ajuda a elevar o preço do resgate. “Enquanto nós levantamos diques de contenção, o líder do PMDB, Eunício Oliveira (CE), pega assinaturas de outros líderes no plenário do Senado para atribuir regime de urgência ao projeto que aumenta os salários do Supremo”, queixa-se o relator tucano. “Há outra proposta que dá aumento aos defensores públicos. Hoje, um defensor público em início de carreira recebe R$ 17 mil. Eles querem R$ 30 mil. Nós seguramos. E a senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), que é líder do governo no Congresso, diz que não tem problema nenhum, que isso já está analisado pelo governo, que não tem impacto.”

Sob Temer, o governo começou a escancarar seus cofres vazios para as corporações no início de junho. Uma semana depois de arrancar do Congresso autorização para fechar suas contas em 2016 com um rombo de R$ 170,5 bilhões, o Planalto autorizou seus apoiadores na Câmara a aprovar um megapacote bilionário de reajustes salariais e benefícios para corporações de servidores públicos.

Num surto corporativo que manteve as fornalhas do plenário da Câmara acesas até as 2h47 da madrugada do dia 2 de junho, os deputados aprovaram 14 projetos de lei. Juntos, somavam 370 páginas. Continham bondades destinadas a 38 carreiras do Estado —de ministros do STF a funcionários do Ibama. Tudo foi decidido a toque de caixa, em votações simbólicas. Os deputados apenas levantaram ou abaixaram a mão para mostrar que a turma do “sim” era maioria esmagadora. Nesse dia, os tucanos seguiram a maioria. “Foi um erro”, diz Ferraço, olhando pelo retrovisor.

Horas antes de se render às corporações, uma comitiva de tucanos liderada pelo deputado baiano Antonio Imbassahy, líder do PSDB na Câmara, encontrara-se com Henrique Meirelles no Ministério da Fazenda. Indagado a respeito da farra salarial, cujo custo o próprio governo estimara em R$ 58 bilhões até 2019, o czar da economia atribuíra a atmosfera de liberou-geral ao Planalto. Temer avalizara a aprovação de reajustes que Dilma negociara.

Diante da atmosfera de fato consumado, apenas um deputado tucano escalou a tribuna da Câmara para discursar contra os reajustes. Chama-se Nelson Marchezan Júnior (PSDB-RS). Ele declarou na época: “Dizem aqui que não posso ser mais realista que o rei. Se o governo encaminha tudo isso, devemos votar a favor. Quero lembrar que acabamos de depor uma rainha porque ela administrou as contas públicas contrariamente ao interesse popular. Tiramos na expectativa de que o novo governo administraria para o interesse popular. Espero que esse novo rei mude sua forma de reinar, para que ele não siga no mesmo caminho da rainha deposta. Espero também que as operações da Lava Jato, anunciadas para os próximos dias, não tenham nenhuma relação com esse açodamento de votar esse rombo de algumas centenas de bilhões de reais.”

Durante o jantar de quarta-feira, Temer disse aos visitantes tucanos que teve receio de provocar uma onda de greves se deixasse de avalizar os reajustes que o governo Dilma se comprometera a conceder. Afirmou que, efetivado no cargo, terá força para se contrapor às corporações. Segundo Ferraço, o PSDB enxerga na proposta de aumento dos salários dos ministros do Supremo uma boa oportunidade para que Temer demonstre que evoluiu do “treino” da interinidade para o “jogo” do governo definitivo.

“O desastre do governo Dilma aparece no diagnóstico que o Ministério da Fazenda faz hoje”, argumenta o tucano Ferraço, egresso do PMDB de Temer. “Vivemos uma espécie de economia do pós-guerra. Em situações assim, é preciso socializar os sacrifícios. No momento, os brasileiros não brigam por reajustes. Lutam para preservar seus postos. Nós, que estamos no topo da cadeia alimentar, precisamos dar exemplo. Graças a vinculações constitucionais conquistadas pelas corporações que sequestraram o Estado, quando você mexe no salário do ministro do Supremo, puxa para o alto juízes, desembargadores, deputados federais, senadores, deputados estaduais, o diabo. Aprovar uma coisa dessas agora seria um escárnio. Sobretudo num momento em que estamos começando a discutir a emenda constitucional que fixa um teto para os gastos públicos.”

O que disse Temer diante das ponderações? “Ficamos com a impressão de que o presidente Michel Temer tem essa compreensão de que chegou a hora de adotar o slogan ‘é proibido gastar’. Mas o PMDB, partido dele, não pensa da mesma maneira. Há uma clara falta de sintonia entre as necessidades do país e aquilo que o PMDB está fazendo. O pior é que o PMDB puxa os outros partidos. Os caras falam: ‘pô, se o PMDB dá de ombros, por que eu deveria enfrentar as corporações

Publicado por: Chico Gregorio


18/08/2016
09:56

A vice-presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte, senadora Fátima Bezerra recebeu, nesta quarta-feira (17), representantes do Fórum Nacional de Educação, que demostraram sua preocupação com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016. A proposta limita o aumento dos gastos públicos à taxa de inflação do ano anterior, por um período de 20 anos.
Segundo o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, a proposta prejudicará o cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação. “O cenário é complicado: temos uma situação bem complexa. A discussão da PEC tem que ser feita com calma. Além disso, temos um debate sobre a constitucionalidade da proposta. Vários promotores têm falado que a PEC não é constitucional, pois propõe que as áreas do governo disputem entre si, ou seja, quando uma área ganha a outra tem que perder. Resumindo: essa é a PEC da desigualdade”, afirmou.
O coordenador do Fórum Nacional de Educação, Heleno Araujo, ressaltou a preocupação das entidades com a realização da Conferência Nacional de Educação-2018 e com o próprio funcionamento do fórum. Segundo ele, até o momento, o Ministério da Educação e o governo interino não apresentaram as planilhas orçamentárias para a realização da conferência.
A senadora Fátima Bezerra afirmou que, mesmo diante do desconhecimento do papel do Fórum pelo governo interino, a Comissão de Educação do Senado chamará a entidade para todos os debates sobre as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). Fátima ressaltou ainda que, na próxima semana, fará uma reunião com o senador Romário, para tratar da PEC 241. “ É obrigação da comissão tratar desses assuntos. Não aceitamos retrocessos na área da educação, principalmente, por propostas feitas por um presidente interino que não tem nenhuma legitimidade. Se aprovada, a PEC 241 revogará a Lei do PNE e ferirá os direitos sociais”, ressaltou.
O encontro contou também com a participação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE, da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação – Undime, da CUT – Central Única dos Trabalhadores, da Confederação Nacional dos Trabalhadores Na Agricultura – CONTAG, do Proifes e do Movimento Interfóruns da Educação Infantil do Brasil –MIEIB, além da Associação Nacional pela Formação dos Profissionais de Educação e da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.

Publicado por: Chico Gregorio


18/08/2016
09:47

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O golpe são os chamados “planos populares” de saúde, que são defendidos pelo ministro interino da Saúde, Ricardo Barros. Para o Conselho Federal de Medicina (CFM), esses ‘planos populares’ distorcem os anseios da população. Mais que isso, mas não explicitado pela nota do CFM, está a preocupação com a remuneração e as condições de trabalho dos médicos dos possíveis ‘planos populares’

Na nota oficial, o CFM se posicionou de maneira crítica à proposta do ministro Barros, que teve campanha financiada principalmente pelos planos de saúde. Para a entidade médica, “a venda de ‘planos populares’ apenas beneficiará os empresários da saúde suplementar e não trará solução para os problemas do Sistema Único de Saúde”.

Esses planos, limitados a consultas ambulatoriais e exames de menor complexidade, conforme o CFM, “não evitarão a procura pela rede pública ou impacto prejudicial ao financiamento do SUS”.

 

Íntegra da nota:

Em relação à portaria do Ministério da Saúde publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (5), que cria Grupo de Trabalho para discutir e elaborar o projeto de plano de saúde com caráter popular, o Conselho Federal de Medicina (CFM) informa que:

A autorização da venda de “planos populares” apenas beneficiará os empresários da saúde suplementar, setor que movimentou, em 2015 e em 2016, em torno de R$ 180 bilhões, de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS);

Se implementada, esta proposta não trará solução para os problemas do Sistema Único de Saúde (SUS), possivelmente sem a inclusão de doentes crônicos e idosos, resultando em planos limitados a consultas ambulatoriais e a exames subsidiários de menor complexidade. Portanto, não evitarão a procura pela rede pública ou impacto prejudicial ao financiamento do SUS;

Propostas como a de criação de “planos populares de saúde” apropriam-se e distorcem legítimos desejos e anseios da sociedade;

Na expectativa de um novo governo e de uma nova cultura de proficiência, eficácia e probidade na Nação, a sociedade conta, na verdade, com a adoção de medidas estruturantes para o SUS, como: o fim do subfinanciamento; o aperfeiçoamento dos mecanismos de gestão; a criação de políticas de valorização dos profissionais, como uma carreira de Estado para os médicos; e o combate à corrupção.

Somente a adoção de medidas dessa magnitude será capaz de devolver à rede pública condições de oferecer, de forma universal, o acesso à assistência segundo parâmetros previstos na Constituição de 1988 e com pleno respeito à dignidade humana.

Publicado por: Chico Gregorio


18/08/2016
09:32

http://www.tse.jus.br/imagens/imagens/tre-mt-propaganda-eleitoral-composicao-homem-com-megafone/@@images/1e0328fa-a49b-4351-99d3-cd51b297b0ed.jpeg
Fonte Marcos Costa

A Câmara dos Deputados enviou ofício ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informando o histórico da movimentação de deputados federais entre partidos políticos na atual legislatura. Os dados serão utilizados pela Justiça Eleitoral para definir a representatividade das legendas para fins de debates na campanha de 2016 e também para a distribuição da propaganda no horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão, que terá início a partir de 26 de agosto.

Confira a tabela consolidada pela Assessoria Consultiva do TSE sobre a representatividade dos partidos políticos, a partir das informações prestadas no ofício da Câmara dos Deputados ao TSE. Os dados foram corroborados pelas informações registradas no Sistema Filiaweb da Justiça Eleitoral.
Para efeito de distribuição da propaganda no horário eleitoral gratuito, somente foram consideradas as migrações originárias efetivadas no prazo de 30 dias do registro no TSE do partido criado depois do início da atual legislatura da Câmara dos Deputados.
A coligação “Filhos da Terra”, do grupo oposicionista ao governo municipal, composta pelos partidos PC do B, PROS, PHS, PSD e PSDB, detém 113 Deputados Federais consideráveis para o cálculo. Com essa quantidade, pelas regras de divisão de tempo de rádio, estimamos em 6 minutos e 5 segundos de tempo na rádio.
Já a coligação “Com a Força do Povo”, do grupo situacionista, composta pelos partidos PT, PP, PDT, PMDB, PTN, PR, PPS, PSB e SD, detém 288 Deputados Federais consideráveis para o cálculo. Com essa quantidade, pelas regras de divisão de tempo de rádio, estimamos em 13 minutos e 55 segundos de tempo na rádio.
Agora é esperar pela definição oficial da Justiça Eleitoral para os tempos de rádio das duas coligações em Ouro Branco-RN.

Publicado por: Chico Gregorio


18/08/2016
09:27

Com a missão de zelar pelo bom uso dos recursos públicos, o Tribunal de Contas da União (TCU) achou relevante mobilizar sua área técnica para elaborar e promover uma concorrência pública com o objetivo de instalar um salão de beleza em suas dependências, a ser usado pelos ministros e servidores. Ainda impôs às empresas licitantes a oferta de serviços que incluem depilação de pernas e axilas e até “depilação de contorno”, nas partes íntimas. O salão funcionará durante o expediente.

O salão de beleza do TCU também oferecerá serviços de massagem relaxante e massagem estética para suas excelências.

No salão do TCU, um prédio público, haverá corte de barba e cabelo, tintura, escova, além de manicure, pedicure e sobrancelha.

O Tribunal de Contas não se deu ao trabalho de explicar seu salão de beleza. E o procurador do MP junto ao TCU desdenhou: “nada a dizer”.

Cláudio Humberto

 

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18/08/2016
09:24

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Publicado por: Chico Gregorio


18/08/2016
09:12

Henrique Alves conseguiu uma proeza política que deixará o povo de Caicó puto da vida com ele.

 

O amigão de Temer, usando seu prestigio, interferiu politicamente para retirar as obras da adutora de engate rápido da responsabilidade do Governo do Estado transferindo para o DNOCS.

Com isso, a obra que já estava totalmente liberada para ser iniciada pela CAERN, voltou a estaca zero.

Politicagem só dá nestas coisas.. Robinson já tinha cumprido todas exigências para iniciar a obra.

Se Henrique não engatar rápido a obra, o povo de Caicó vai engatar rapidamente um protesto contra ele.

Publicado por: Chico Gregorio


18/08/2016
09:03

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O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está desde maio afastado da Câmara, pediu na última  quarta-feira (17) autorização ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que ele retorne ao mandato.

No pedido, a defesa do parlamentar alega que não há mais razão para que ele permaneça afastado, uma vez que o principal motivo pelo qual ele teve o mandato suspenso era o de que ele estaria utilizando o cargo de presidente da Câmara para atrapalhar as investigações sobre ele no Supremo e no Conselho de Ética da Casa.

O peemedebista, que era presidente da Casa, renunciou ao cargo majoritário há alguns meses após não aguentar a pressão que vinha sofrendo

Publicado por: Chico Gregorio


18/08/2016
09:00

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Por: Agora RN

Na mesma semana em que começou a campanha eleitoral nos municípios brasileiros, o presidente em exercício Michel Temer (PMDB) retirou dos governadores do Nordeste a execução de obras destinadas ao combate à seca para transferi-la ao Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), órgão controlado predominantemente por peemedebistas.

Segundo o Estadão, o Palácio do Planalto também decidiu aumentar o valor repassado a Estados governados pelo PMDB, como Sergipe e Alagoas. A decisão ocorreu após uma reunião no Palácio do Jaburu, no domingo, 14, entre Temer e o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, presidente em exercício do PMDB do Pará e filho do senador Jader Barbalho (PMDB-PA).

A decisão reverte um acordo feito pela presidente afastada Dilma Rousseff de que caberia aos governadores a gestão desses recursos. A gerência das verbas para obras contra seca costuma ser disputada por nomes de todos os partidos pelo fato de servir como arma eleitoral por políticos da região.

A liberação dos recursos foi autorizada por Temer com a edição da uma medida provisória no fim de julho que abriu crédito extraordinário de R$ 789,9 milhões para ações emergenciais no Nordeste, que enfrenta o quinto ano consecutivo de seca, segundo a Agência Nacional de Águas (ANA). Parte do valor será destinada para obras emergenciais, como a construção de adutoras e perfuração e instalação de poços.

 

Do blog: Seria interessante perguntar aos deputado golpista doRN, inclusive ao filho do governador do RN,  Fábio Faria, o que ele achaou dessa medida tomada pelo presidente, que eles ajudaram a colocar no poder sem votos.

Publicado por: Chico Gregorio


18/08/2016
08:55

rinaldo-reis-TN

Por: Agora RN

O Diário Oficial do Estado (DOE), edição de hoje (18), traz recomendação pelo Ministério Público ao Governo do Estado, tendo como objeto do documento o controle de gastos da máquina pública. Segundo a matéria assinada pelo procurador-geral de Justiça, Rinaldo Reis, seriam alternativas para se adequar à Lei de Responsabilidade Fiscal:

“ADOTE, no prazo de 60 (sessenta) dias, as medidas de redução de despesas com pessoal previstas no art. 169, §§ 3º e 4º, da Constituição Federal, até que sejam reconduzidas as despesas do mesmo Poder a patamar inferior ao limite prudencial previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal, procedendo, inclusive, com:

a) a redução, em pelos menos 20%, das despesas com cargos em comissão, contratos temporários e funções de confiança (art. 169, §3º, I);
b) a exoneração de servidores não estáveis (art. 169, §3º, II); e
c) a exoneração de servidores estáveis, ocupantes de atividades funcionais, órgãos ou unidades administrativas a serem delimitadas em ato normativo motivado do Chefe do Executivo (art. 169, §4º)”.

Publicado por: Chico Gregorio


17/08/2016
19:00

Governo Federal retira execução da adutora de Caicó da CAERN e entrega ao DNOCS

Não será mais a CAERN quem executará a aplicação dos recursos federais na construção da adutora emergencial de Caicó. O Governo Federal decidiu entregar a execução ao DNOCS. A decisão pegou todos de surpresa, a começar da própria Caern que já tinha aprovado o projeto da obra, e estava nos últimos trâmites burocráticos para a escolha da empresa que faria a adutora.

A alegação do Governo é que a mudança se faz necessária para valorizar a importância do DNOCS, como executor de obras, mas para alguns segmentos envolvidos na luta pela construção da adutora, por trás disso, possa estar existindo uma pressão de lideranças políticas do Ceará e do próprio Rio Grande do Norte, para entregar a competência da obra ao DNOS.

Para José Procópio de Lucena, presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica dos Rios Piancó-Piranhas-Açu, essa decisão, as vésperas de uma eleição municipal, é de causar estranheza. “Pegou todo mundo de surpresa, é muito estranho tudo isso. Infelizmente, a gente fica se fazendo algumas ilações, perguntas sem respostas, mas o que a gente lamenta é saber que Caicó pode enfrentar um colapso agora, porque ninguém tem mais garantia que essa adutora será feita dentro do prazo que queríamos”, explicou.

Publicado por: Chico Gregorio