21/04/2017
09:52

Por Bruno Giovanni e Dinarte Assuncão

O presidente da Câmara de Vereadores de Natal, Raniere Barbosa, afirmou que cobrará do prefeito Carlos Eduardo Alves e o vice, Álvaro Dias, sobre terem viajado aos Estados Unidos sem informar à Câmara, deixando Natal sem comando.

“A Lei Orgânica diz que ele pode se ausentar por 15 dias. Mas nesse caso, o vice também foi. Assim, o comando tem que ser passado, mas eles nao fizeram e têm que justificar quando voltar”.

As informações sobre a viagem internacional do prefeito e seu vice começaram a circular nesta tarde e ganharam corpo depois que o vereador Fernando Lucena as vocalizou na Câmara Municipal.

A reportagem confirmou na assessoria de imprensa do prefeito que ele viajou, mas não confirmaram o destino.

Natal está sem comando.

Blog do BG:

Publicado por: Chico Gregorio


21/04/2017
09:44

Gasolina vai subir 2,2% nas refinarias a partir de sexta-feira (21) (Foto: Reuters)

A Petrobras anunciou que vai aumentar a partir desta sexta-feira (21) o preço da gasolina em 2,2%, na média, e do diesel em 4,3% nas refinarias. Nos postos de combustíveis, a decisão sobre o repasse dos preços é dos comerciantes.

Segundo a estatal, a decisão foi tomada com base na “elevação dos preços dos derivados nos mercados internacionais” desde a última decisão de preço. Essa variação “mais que compensou a valorização do real frente ao dólar”, acrescenta a empresa. Também motivaram o aumento ajustes na competitividade da Petrobras no mercado interno.

“É preciso destacar ainda que o comportamento dos preços de derivados foi marcado por volatilidade nos mercados internacionais em resposta a evento geopolítico, como o ocorrido na Síria”, informa a estatal.

G1

Publicado por: Chico Gregorio


21/04/2017
09:40

POR JOSIAS DE SOUZA

Em depoimento devastador, Léo Pinheiro confirmou velhas suspeitas e atravessou no caminho de Lula uma acusação nova. O ex-presidente da OAS disse a Sergio Moro que Lula lhe pediu para destruir provas das propinas que pagou ao PT por intermédio do então tesoureiro João Vaccari. Pela lei, isso dá cadeia. Que o diga Marcelo Odebrecht. A pergunta do momento é: o juiz da Lava Jato terá disposição para colocar Lula preventivamente atrás das grades antes de uma condenação confirmada na segunda instância do Judiciário?

De toda a turma do canteiro de obras, lugar de movimentos pesados e muita lama, Léo Pinheiro era o que tinha mais intimidade com Lula. Gostavam de jogar conversa fora juntos. Num dos encontros, contou o empreiteiro a Moro, Lula “textualmente me fez a seguinte pergunta: ‘Léo, o senhor fez algum pagamento a João Vaccari no exterior?’. Eu disse: ‘Não, presidente, nunca fiz pagamento a essas contas que nós temos com Vaccari no exterior’.”

Segundo Léo, Lula engatou outra pergunta: “Como você está procedendo os pagamentos para o PT?”. E ele: “Através do João Vaccari. Estou fazendo os pagamentos através de orientações do Vaccari, de caixa dois, de doações diversas que nós fizemos a diretórios e tal.” Sobreveio, então, a ordem do morubixaba do PT: “Você tem algum registro de algum encontro de contas feitas com João Vaccari…? Se tiver, destrua”.

Prevista no terceiro capítulo do Código de Processo Penal, a prisão preventiva pode ser decretada em qualquer fase do processo —durante o inquérito policial ou no curso da ação penal. Diz o artigo 312: “A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria.”

No caso específico, a prisão de Lula se justificaria, em tese, “por conveniência da instrução criminal” e “para assegurar a aplicação da lei”. Um réu que encomenda a destruição de provas não está senão criando obstáculos para impedir que a lei se cumpra. Se quisesse, Moro poderia invocar o artigo 312 do Código de Processo Penal contra Lula, aprisionando-o por tempo indeterminado.

Entretanto, se estiver com os miolos no lugar, Moro perceberá que há um limite depois do qual o rigor deixa de ser uma virtude na rotina de um magistrado. No momento, é desnecessária e arriscada a detenção de Lula. É desnecessária porque, se há um esforço para atrapalhar a produção de provas, não está funcionando. É arriscada porque a ordem pode ser revogada por um tribunal superior mediante recurso. Melhor reunir as evidências e produzir uma sentença sólida.

Publicado por: Chico Gregorio


21/04/2017
09:34

O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira, 20, que o Ministério Público Federal (MPF) apure a demora na instalação da Comissão do Impeachment do presidente Michel Temer na Câmara. O colegiado foi criado há mais de um ano, mas não tem o número suficiente de membros para funcionar. Os deputados que ainda não fizeram as indicações poderão ser investigados por crime de desobediência e prevaricação.

No mandado de segurança do advogado mineiro Mariel Marley Marra ao Supremo, acatado por Marco Aurélio, ele pede que o MPF noticie os parlamentares. Os líderes partidários que fazem parte da lista são: Baleia Rossi (PMDB), Arthur Lira (PP), Eros Biondini (PROS), Efraim Filho (DEM), Cleber Verde (PRB), Aureo (Solidariedade), Professor Victório Galli (PSC), Marcos Montes (PSD), Aelton Freitas (PR), Ricardo Tripoli (PSDB), Tereza Cristina (PSB), Arnaldo Jordy (PPS) e Evandro Gussi (PV).

A Comissão foi criada em 5 de maio do ano passado por ordem de Marco Aurélio. Apenas nove partidos indicaram 16 membros do órgão. A comissão deve ter 66 integrantes e, para funcionar, precisa de metade mais um.

Marco Aurélio determina que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), seja notificado de sua decisão e receba uma cópia do documento. Se o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, identificar a prática de crime pode pedir abertura de inquérito no STF. As penas para desobediência ou prevaricação podem resultar na perda de mandato. Procurada, a assessoria da Câmara informou que a presidência da Casa ainda não havia sido notificada

ESTADÃO

 

Publicado por: Chico Gregorio


21/04/2017
09:26

Alerta Social
A decisão do Governo Federal de encerrar o Programa Farmácia Popular do Brasil atinge em cheio uma população que recebia medicamentos gratuitos, e que agora terão que recorrer aos postos e centros de saúde e às unidades conveniadas do programa “Aqui Tem Farmácia Popular do Brasil”, feito com a rede privada.

No final do mês passado, o Governo Federal informou que não mais iria financiar as unidades próprias do programa Farmácia Popular. Em reunião com representantes do Ministério da Saúde e secretários estaduais e municipais da área, ficou decidido que as unidades não mais receberão verbas da União a partir de maio. Caso os municípios optem pela manutenção das unidades, deverão arcar com os custos.

Medicamentos gratuitos e com até 90%

Lançado em 2004, durante o primeiro Governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o programa Farmácia Popular do Brasil garantia a distribuição gratuita ou com até 90% de desconto de 112 medicamentos de uso contínuo para doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e anemia. A rede própria tem 393 unidades, e a distribuição gratuita dos medicamentos será mantida pelo Governo Federal nas farmácias da rede privada conveniadas no programa “Aqui Tem Farmácia Popular”, que tem, contudo, apenas uma lista de 32 medicamentos disponíveis.

Com a decisão de encerramento do programa, o Ministério da Saúde pretende “economizar” cerca de R$ 100 milhões anuais.

Via Plantão Brasil.

Publicado por: Chico Gregorio


20/04/2017
15:53

O jornal Valor adiantou o depoimento do ex presidente da OAS Léo Pinheiro. Detalhe: O depoimento está marcado para as 14 horas. A matéria está no ar desde por volta das 11 da manhã.

Do Valor:

Ao ser interrogado nesta quinta-feira (20) pelo juiz federal Sergio Moro, o ex-presidente da OAS José Adelmário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, afirmará que a propriedade do apartamento 164-A do edifício Solaris, no Guarujá, é mesmo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O empreiteiro confirmará a tese acusatória do Ministério Público Federal (MPF), de que o tríplex é parte de um total de R$ 3,7 milhões em propinas pagas a Lula e relacionadas a três contratos da OAS com a Petrobras. A informação foi apurada pelo Valor com fontes a par do caso. A audiência está marcada para as 14 horas na Justiça Federal de Curitiba.

Via DCM.

Publicado por: Chico Gregorio


20/04/2017
15:41

janio de freitasjanio de freitas*

A exigência de mais acusações a Lula, como condição para reconhecer ao ex-presidente da OAS o direito à delação premiada, de uma parte indica que à Lava Jato continuam faltando provas de muitas ilegalidades que atribuiu (e difundiu) ao seu principal alvo; de outra, reacende o problema do facciosismo com que procuradores deturpam a função constitucional do Ministério Público. A Lava Jato quer, além de novidades acusatórias, saciar a sua obsessão com o mal afamado apartamento no Guarujá, que Leo Pinheiro diz ser da OAS, não se efetivando a compra que Marisa iniciou e Lula rejeitou.

Apesar da intimidação a Leo Pinheiro, a expectativa da Lava Jato está mais no grupo de funcionários e ex-dirigentes que o acompanhariam na delação. É a continuada prioridade às delações, em detrimento de investigações. Só o atual estágio de “negociação” com Leo Pinheiro e a OAS já consumiu quatro meses. Nem parece que a Polícia Federal recolheu numeroso material na empreiteira e na cooperativa financiadora do apartamento, para base documental de investigações e eventuais provas.

Por essas e muitas outras no gênero, tem sentido a preocupação no Judiciário com a probabilidade de muitas prescrições.

Assim como têm razão os ministros do Supremo que negam a responsabilidade do tribunal na lentidão judicial desse caso. O ritmo de valsa está no Ministério Público, tanto na Lava Jato como na Procuradoria Geral da República.

Estava com endereço errado, por exemplo, a pressa cobrada do ministro Edson Fachin para examinar, decidir caso a caso e liberar o pacotaço proveniente de delações da Odebrecht.

O acúmulo desse material na Lava Jato, em vez da remessa ao Supremo em lotes sucessivos, resultou em atraso nas duas pontas. A Lava Jato acumulou para ser retumbante na entrega. É a prioridade ao escândalo.

O retorno da Lava Jato à fase em que tinha controle sobre seus rumos, sem envolver o PSDB e o PMDB como a Odebrecht obrigou, não se deu só em procuradores e policiais.

O juiz Sergio Moro ofereceu mais uma demonstração de como concebe o seu poder e o próprio Judiciário. Palavras suas, na exigência escrita de que Lula compareça às audiências das 87 testemunhas propostas por sua defesa:

“Já que este julgador terá que ouvir 87 testemunhas da defesa de Luiz Inácio Lula da Silva (…), fica consignado que será exigida a presença do acusado Luiz Inácio Lula da Silva nas audiências na quais serão ouvidas as testemunhas arroladas por sua defesa, a fim de prevenir a insistência na oitiva de testemunhas irrelevantes, impertinentes ou que poderiam ser substituídas, sem prejuízo, por provas emprestadas”. É a vindita explicitada.

Um ato estritamente pessoal. De raiva, de prepotência. É uma atitude miúda, rasteira. Incompatível com a missão de juiz. De um “julgador”, como Moro se define.

O Judiciário não é lugar para mesquinhez.

*Colunista e membro do Conselho Editorial da Folha, é um dos mais importantes jornalistas brasileiros. Analisa as questões políticas e econômicas. Escreve aos domingos e quintas-feiras.

Via Renato Dantas.

Publicado por: Chico Gregorio


20/04/2017
15:24

Líder nas pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial de 2018, o ex-presidente Lula afirmou na manhã desta quinta-feira 20 que, se concorrer ao Palácio do Planalto, “vai ser para ganhar”. As declarações foram feitas à rádio Fan FM, de Sergipe, e transmitida na página de Lula no Facebook.

“É muito cedo para a gente falar de pesquisa, porque ainda faltam praticamente dois anos para as eleições. A única coisa que eu tenho certeza é que se eu for candidato, eu vou querer lembrar a memória do povo do quanto ele foi feliz enquanto eu era presidente. Eu sei que se eu for candidato, eu tenho condições de ganhar as eleições porque eu sei cuidar das pessoas humildes. Não é teoria, é prática”, disse.

“Se tem uma coisa que eu sei fazer na vida é cuidar das pessoas mais humildes, é incluir o pobre no orçamento”, continuou Lula. O petista destacou ainda que “esse governo está destruindo a vida do brasileiro”. “A renda está caindo, não tem emprego, e o que é pior… o povo não tem esperança”.

“Eu já perdi a cota de eleições que eu tinha de perder, eu aprendi a ganhar. Se eu for candidato, é para ganhar”, disse ainda o ex-presidente. Questionado sobre a possibilidade de firmar aliança com Ciro Gomes em uma chapa para 2018, Lula foi cauteloso: “É muito difícil dizer isso. O Ciro é candidato também, vamos esperar o tempo passar”.

Lula condenou duramente as propostas do governo Michel Temer de reformas trabalhista e da Previdência. “É um crime contra os trabalhadores brasileiros o que estão fazendo com a Previdência nesse País. Eu tenho certeza que não vai passar [no Congresso]. Os trabalhadores não merecem ser castigados pelos erros do governo”, criticou.

Sobre a reforma trabalhista, Lula defendeu que se faça mudanças na lei, mas não da forma como foi proposto. “Sempre achei que de tempos em tempos deve-se fazer uma adequação na legislação trabalhista, fazer algumas reformas. Mas isso tem que se fazer discutindo com os sindicatos, com os trabalhadores. É claro que essa lei pode precisar de um aperfeiçoamento, mas isso se faz discutindo com quem está no mundo do trabalho. Agora você rasgar tudo aquilo que os trabalhadores conquistaram no século XX e não propõe nada para eles… isso é um atentado contra as conquistas dos trabalhadores. Um grande equívoco do governo”.

A respeito da Lava Jato, Lula defendeu que “o Brasil precisa acabar com a corrupção”. “O que não dá é a pirotecnia da operação”, criticou. “O que eu tiver que falar, o que eu penso, eu vou falar dia 3”, afirmou, em relação ao depoimento que prestará ao juiz Sergio Moro em Curitiba. “Porque eu não tenho que provar minha inocência, eles é que têm que provar que eu tenho culpa. Porque até agora já encontraram conta de ‘nego’ na Suíça… e eu duvido que eles encontrem 50 centavos meus em qualquer lugar do mundo. A Globo vai ter que provar se tem apartamento meu, se tem conta minha. Porque já apareceram as contas dos candidatos deles”, alfinetou.

Via Plantão Brasil.

Publicado por: Chico Gregorio


20/04/2017
11:39

O editor-chefe do Jornal Nacional, Willian Bonner, não sabe mais o que fazer para conter a ‘onda Lula’ em todo o território brasileiro.

Bonner é responsável pelo o editorial do Jornal âncora da Rede Globo de televisão.

Recentemente, o jornalista ‘mirou’ toda a sua artilharia contra o ex-presidente, o que não surtiu efeito desejado.

A pesquisa Vox Populi apontou que Lula aparece em primeiro lugar em todos os cenários para o pleito que se avizinha.

A situação da Globo se complica e seu grau de parcialidade já é notado pelos mais diferentes setores da sociedade brasileira.

Em depoimento na justiça Federal de Brasília, Lula foi claro ao afirmar que vai ‘matar’ os donos da emissora carioca, chegando a citar a sua liderança em todos os levantamentos feitos por institutos de pesquisa no Brasil.

Bonner estaria sofrendo pressão da emissora, tendo em vista que não teria mais armas para combater a popularidade do ex-presidente do PT.

Via Plantão Brasil.

Publicado por: Chico Gregorio


20/04/2017
11:24

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O  ex-deputado Álvaro Dias, jogou pra cima, ou seja para Mossoró, um mandato de deputado estadual, conseguindo com muita dificuldade em 2014, inclusive disputando a última vaga com Vivaldo Costa, sendo eleito com uma pequena diferença de  votos inferior a 300.

Mas por trás  da renúncia de Álvaro, tinha um projeto político de Henrique Alves, e do PMDB,  em colocar o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves para renunciar ao mandato de prefeito para ser candidato ao governo do estado, com isso, Álvaro e o PMDB,  já ganhava de cara, sem votos a prefeitura da capital do estado.

Acontece que após a reeleição de Carlos Eduardo Alves  no ano passado, a prefeitura de Natal, entrou em crise financeira, atrasando inclusive salários de servidores, além de usar recursos da previdência municipal para  efetuar pagamentos, ficando claro que a gestão que se dizia modelo,  era apenas uma maquiagem,  é as chances de Carlos Eduardo renunciar ao mandato para ir para uma aventura de disputar o governo do estado, com apoio de envolvidos na Lava Jato, estão ficando remotas.

Caso Carlos Eduardo Alves não  renuncie ao mandato, acaba as esperanças de Álvaro Dias e o PMDB assumir controle sobre a administração da capital, como também dificultará o projeto político de Álvaro em eleger o filho deputado estadual.

 

Publicado por: Chico Gregorio


20/04/2017
10:58

“Vivenciamos um trator golpista retirando todos os direitos para que o Brasil venha a encalhar”

Créditos: Divulgação / Assessoria

O deputado federal Luiz Couto (PT-PB) relembrou em pronunciamento no plenário o dia 17 de abril de 2016, que entrou para a história do Brasil como uma data de vergonha. Há um ano um golpe parlamentar destituiu a presidenta eleita democraticamente nas urnas, Dilma Rousseff e levou à presidência o golpista e ilegítimo Michel Temer.

“Há um ano que o ex-Presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, abriu o roteiro de um golpe parlamentar que arruinou a economia brasileira — que encolheu quase 10% desde então — e desmoralizou a imagem do Brasil no mundo. De País admirado pela melhoria dos indicadores sociais, o Brasil voltou a ser uma típica república bananeira, marcada por golpes rasteiros”, avaliou Luiz Couto.

Couto lembrou que a discussão inicial era que Dilma Rousseff havia cometido crime de responsabilidade. Levantaram-se hipóteses jurídicas mergulhadas em erros e difamações. Após, a aceitação de abertura de pedido de impeachment os golpistas trabalharam para retirar a presidenta Dilma do poder. Agora, o Brasil assiste e entende o porquê do golpe.

“Vivenciamos um trator golpista retirando todos os direitos para que o Brasil venha a encalhar. Os golpistas querem um povo cativo assim como faraó fez com os hebreus, antes de Cristo”, disse Couto, acrescentando que o golpe teve desmembramento jurídico, midiático e político.

O parlamentar ironizou o slogan do programa de governo de Temer e disse que “Uma Ponte Para o Futuro” poderia ser chamada de “Muro para o Retrocesso” ao propor limitar o Pronatec apenas para a camada mais pobre da população, reduzindo drasticamente seu escopo. O governo propõe também limitar os empréstimos estudantis do Fies sob a desculpa de tornar o programa social mais “meritocrático”. Temer também quer acabar com regime de partilha para o Pré-Sal, entregando as empresas internacionais de Petróleo, com a venda, a preço de banana de ativos da Petrobrás, para depois privatiza-la. Outro alvo de desmonte é o SUS, já que o plano é criar um plano de saúde popular que substituiria o papel do Estado. Finalmente, Temer propõe reformas devastadores como a da previdência, trabalhista, do ensino médio e da terceirização com a precarização das atividades fins e meios. Estas propostas apontam para um futuro onde os direitos trabalhistas são severamente podados em nome da “modernização”.

Na conclusão de seu pronunciamento, Luiz Couto brincou e disse que Temer estaria querendo, ainda, usurpar o lugar de Pinóquio ao dizer que não cometeu durante este período em que ele se encontra no governo nenhum erro e que não teve qualquer participação no impedimento da presidenta Dilma.

Publicado por: Chico Gregorio


20/04/2017
10:36

Um dia depois de sofrer uma derrota no plenário da Câmara, a base de apoio a Michel Temer refez a votação e, dessa vez, conseguiu aprovar nesta quarta-feira (19) a aceleração da tramitação da reforma trabalhista.

O placar mostrou 287 votos a favor, 30 a mais do que o mínimo necessário, e 144 contra.

Na terça, o governo havia sido derrotado nesse mesmo requerimento ao não conseguir os 257 votos necessários. Foram, na ocasião, 230 deputados a favor e 163 contra.

Apesar da vitória desta quarta, a dificuldade do governo de levar adiante um mero requerimento sinaliza grande dúvida sobre a aprovação das alterações na legislação trabalhista e, mais ainda, na reforma da Previdência, que precisa de um apoio maior dos congressistas para ter êxito (60% no mínimo).

Vários partidos governistas registraram traições, na terça e nesta quarta. Isso foi motivado por contrariedade com a proposta e com insatisfações em relação ao Palácio do Planalto que nada têm a ver com o tema -ocupação de cargos, liberação de verbas e outros pleitos na administração federal, por exemplo.

Da noite desta terça até essa quarta houve grande mobilização dos líderes governistas e do Palácio do Planalto para reduzir as traições e para tentar enquadrar as legendas rebeldes, principalmente PSB, PR e o próprio PMDB de Temer, que na terça havia registrado 8 votos contra o requerimento.

Os governistas também seguraram a sessão desta quarta por mais de duas horas para reunir quorum suficiente para aprovar a medida.

Via Daniel Menezes

Publicado por: Chico Gregorio


20/04/2017
10:18

Por Raul Saraiva

ANGÉLICA E LUCIANO HUCK (FOTO: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM)

Luciano Huck  deu uma entrevista à Folha de São Paulo especulando uma possível candidatura à presidência nas eleições 2018. No entanto, Angélica, esposa do apresentador, abriu o jogo e acredita que o marido não seguirá carreira política.

Veja o que ela disse á revista Quem:

“Confundem o herói da televisão com o da política. Acho que é muito da carência do povo por pessoas honestas. E ele realmente é uma pessoa muito bem-intencionada. Mas é muito é muito novo também. Quando fala que não descarta a candidatura à presidência, é porque o Luciano não é uma pessoa que vai negar uma expectativa das pessoas. Mas, dentro dele, não é o que ele quer”, afirma.

A apresentadora do “Estrelas” ainda defendeu o marido, deixando claro que ele pode ajudar muita gente sem estar infiltrado na política. Além disso, a loira disse que não está nem um pouco interessada em ser a primeira-dama do Brasil.

“Ele já ajuda muita gente e pode ajudar muito mais do que se ele se enfiar na política. A gente não sabe o que vai acontecer lá na frente. Mas não estou a fim de ser primeira-dama, não”, desabafou.

Publicado por: Chico Gregorio


20/04/2017
09:57

Pilhas com parte do R$ 1,7mi apreendido pela PF em 2006 - Dinheiro de 'aloprados'deverá ir para a União - Justiça Federal decide repassar R$ 1,7mique foi apreendido com petistas em2006

Por FOLHAPRESS

Quando foi interrompido em rede nacional por William Bonner no último debate do primeiro turno de 2014, Aécio Neves (PSDB) esboçou um sorriso amarelo, algo constrangido. Era sua vez de responder, e Pastor Everaldo (PSC), que fizera a pergunta, havia ignorado as regras do encontro e levantado a bola para uma cortada do tucano.

Apesar do tema “Previdência”, o candidato nanico decidiu atacar o PAC –vitrine de Dilma Rousseff (PT)– e pediu que Aécio comentasse se o programa era do “atraso do crescimento” ou da “aceleração da corrupção”.
Com a advertência do apresentador global, o pastor gaguejou e se corrigiu. “Senador, o que você tem a me dizer sobre a Previdência?”, perguntou, pouco criativo.

Depois de encerrado o debate, Everaldo foi bater à porta do camarim tucano. A dupla passou dez minutos trancada. Ao final, o pastor saiu apressado pelos corredores da TV Globo, sem comentar.

A equipe de Aécio disse que o “rival” só foi parabenizá-lo pelo desempenho.

Dois anos e seis meses depois, Fernando Reis, ex-executivo da Odebrecht, revelou em sua delação premiada o que pode ter sido o motivo da confusão deliberada do candidato do PSC: a empresa havia pedido a ele que ajudasse Aécio nos debates, em troca de doação de R$ 6 milhões.

Em mais uma dobradinha, ele e Aécio negaram a versão apresentada pelo delator.

Publicado por: Chico Gregorio


20/04/2017
09:47

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), encontrou-se com o Papa Francisco no Vaticano, na manhã desta quarta-feira, 19. Acompanhado da mulher, Bia Doria, e da filha, Carolina, Doria pediu que Francisco revisse a decisão de não vir ao Brasil em outubro

Francisco escreveu uma carta dura a Michel Temer explicando suas razões de não estar aqui durante as comemorações dos 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida. “Não posso deixar de pensar em tantas pessoas, sobretudo nos mais pobres, que muitas vezes se veem completamente abandonados e costumam ser aqueles que pagam o preço mais amargo e dilacerante de algumas soluções fáceis e superficiais para crises que vão muito além da esfera meramente financeira”, afirmou.

Em resposta ao pedido do prefeito tucano, o Papa Francisco repetiu o não dado a Michel Temer. “Será muito difícil. É difícil, mas espiritualmente estou com vocês”, respondeu, depois de receber de presente uma camiseta da seleção brasileira assinada por todos os jogadores.

Doria ainda insistiu: “O difícil não é impossível. Se o senhor puder reconsiderar…”. Doria ainda disse que Francisco havia sido orientado inadequadamente sobre a decisão de não encontrar-se com Temer.

“Não quero fazer juízo sobre isso, nem me cabe, mas entendo que talvez não tenha havido uma orientação adequada ao Santo Padre porque não estar presente numa data tão importante como essa, a maior nação católica do mundo, não me parece talvez a melhor medida. Mas quem sou eu para julgar o papa?”, falou.

Via Plantão Brasil.

Publicado por: Chico Gregorio