10/06/2017
08:18

Prefeito foi alvo de denúncia do Ministério Público por ter antecipado receitas do IPTU, Taxa de Lixo, COSIP e TSD nos últimos dois anos

carlos eduardo alves

Alex Régis

Carlos Eduardo, prefeito de Natal

A denúncia oferecida pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), através do procurador-geral de Justiça do Estado, Rinaldo Reis Lima, contra o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), poderá culminar no afastamento do chefe do executivo de suas atividades no Palácio Felipe Camarão, segundo acusa o art. 2º do Decreto-Lei Nº 201/67 que avalia crimes na esfera fiscal dos municípios.

Nesta quinta-feira 08, o órgão fiscalizador do Rio Grande do Norte apresentou denúncia ao Tribunal de Justiça do Estado (TJRN) contra Carlos Eduardo pelo fato dele ter infringido a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) nos últimos dois anos (2015 e 2016), quando antecipou as receitas referentes do IPTU, Taxa de Lixo, COSIP e TSD (Taxa sobre Serviços Diversos) para realizar o pagamento do funcionalismo público da capital proveniente de meses ainda em curso.

Segundo as tabelas fornecidas ao Ministério Público pela Secretaria Municipal de Tributação de Natal (Semut), o prefeito arrecadou R$ 46 milhões (relativos a 2016) em dezembro de 2015 e outros R$ 56 milhões (relativos a 2017) em dezembro de 2016, totalizando uma manobra fiscal que resultou na arrecadação indevida de quase R$ 103 milhões provenientes dos contribuintes de Natal e caracterizando o crime de responsabilidade fiscal.

Na ótica do MP, o fato da antecipação das receitas “torna mais evidente a constatação de que o prefeito vem custeando despesas incompatíveis com as receitas do Município, gerando claro desequilíbrio e déficit financeiro no orçamento dos anos subsequentes”, uma vez que, pelo que se apurou no Procedimento Investigatório Criminal, as receitas de um ano fiscal foram claramente utilizadas para pagamento de despesas da Prefeitura do ano anterior.

Para que o prefeito não seja indiciado pelo crime, o Ministério Público ofereceu uma proposta de suspensão condicional do processo que propõe que Carlos Eduardo compareça a cada três meses ao Poder Judiciário para informar e justificar suas atividades fiscais na PMN; abstenha-se de cometer novamente a mesma infração e pague prestação pecuniária no valor de R$ 50 mil a ser destinada para uma instituição de assistência infantil de Natal.

Na denúncia oferecida pelo procurador-geral Rinaldo Reis Lima, o órgão fiscalizador ainda frisa que, caso o prefeito não aceite as condições impostas na proposta de suspensão condicional, ele seja condenado duas vezes (por 2015 e 2016) com base no art. 1º, inciso XXI do Decreto-Lei Nº 201/67, que prescreve como crime a conduta de “captar recursos a título de antecipação de receita de tributo ou contribuição cujo fato gerador ainda não tenha ocorrido”.

Além disso, ainda se a resposta do prefeito for negativa para a proposta, o MPRN pede que o Tribunal de Justiça inclua o nome de Carlos Eduardo Alves no rol dos culpados, informando do fato para a Justiça Eleitoral para que o atual chefe do executivo municipal tenha seus direitos políticos suspensos durante todo o prazo de condenação previstos nos artigos 59, 69 e 70 do Código Penal brasileiro (cinco anos).

Se o estágio da situação chegar neste nível, o MP ainda pede que, em razão dos crimes cometidos, o prefeito perca o cargo e fique impedido de exercer função pública, eletivo ou de nomeação, também pelo prazo de cinco anos. A Prefeitura Municipal do Natal e o prefeito Carlos Eduardo ainda não se pronunciaram sobre a denúncia da Procuradoria-Geral de Justiça do Estado.

Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


10/06/2017
08:15

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Suspeita~se que o presidente da OAB inventou a certidão para favorecer Henrique Alves

A audiência de custódia de Henrique Alves na Justiça Federal seria encaminhado ao CDP da Ribeira, o seu advogado apresenta uma certidão expedida pelo presidente da OAB/RN, Paulo Coutinho atestando que Henrique é advogado devidamente inscrito na OAB/RN.

O MPF consultou na internet o cadastro dos advogados no próprio site da OAB/RN, e não encontrou o nome de Henrique na relação dos advogados inscritos.
Estranhando o fato do nome de Henrique não constar na relação, mas diante de uma certidão do presidente da OAB/RN, o juiz aceitou e imediatamente determinou que a Polícia Federal investigue rigorosamente se a certidão é graciosa.

A Policia Federal já iniciou a investigação.. Todos sabem que Henrique Alves tem curso superior sendo bacharelado em direito, mas advogado foi uma surpresa para todos no RN.

Caso seja comprovado fralde, o presidente da OAB/RN Paulo Coutinho estará numa situação complicada.

Advogados levarão o assunto para reunião do Conselho da Ordem. O advogado Paulo Coutinho já foi condenado por litigância de má fé.

Com a certidão apresentada, Henrique Alves está preso na sala de comando da Academia de Polícia em Natal.

Via Renato Dantas.

Publicado por: Chico Gregorio


10/06/2017
08:10

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Os primos Alves – Walter, Garibaldi e Henrique que está preso

O deputado federal Walter Alves foi muito bem contemplado pelo primo e então candidato a governador do RN, Henrique Alves em termos de doações financeiras na eleição de 2014.

Walter Alves recebeu para sua campanha através do do primo Henrique a importância de R$ 1.8 milhão.

Confira as doações levantadas pelo Blog do Xerife:

Walter Pereira Alves – candidato a deputado federal pelo PMDB: Construtora Queiroz Galvão – R$ 250.000,00 – Vale Energia – R$ 50.000,00 – Companhia Metalurgica Prada – R$ 200.000,00 – Alesat Combustíveis – R$ 50.000,00 – CRBS S.A. – R$ 80.000,00 Gerdau Aços – R$ 50.000,00 – Protour – R$ 20.000,00 – Vale Energia – R$ 50.000,00 – Banco Safra – R$ 30.000,00 – Metalurgica Prada – R$ 100.000,00 – Original Veículo – R$ 125.000,00 – Bradesco – R$ 35.000,00 – Tel Telemática e Marketing – R$ 50.000,00 – Philip Morris Brasil – R$ 30.000,00 – Aceletrica Comercio – R$ 500.000,00 – Phoenix Empreendimentos – R$ 10.000,00 JMJ Veículos – R$ 5.000,00 – Rio Claro Agroindustrial – R$ 190.000,00

Publicado por: Chico Gregorio


10/06/2017
08:05

O juiz federal Vallisney de Souza Oliveira determinou a transferência do ex-ministro Henrique Alves do Estado (RN) para a carceragem da Polícia Federal em Brasília.

Henrique foi preso na última terça (6) e está na Academia de Polícia Militar, em Natal.

Ele foi alvo de dois mandados de prisão: um da operação Manus – que investiga corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro na construção da Arena das Dunas; e outro da operação Sépsis – que investiga esquema de pagamento de propina para liberação de recursos do Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS), administrado pela Caixa Econômica Federal.

Publicado por: Chico Gregorio


10/06/2017
08:04

Fiel à máxima de que a melhor defesa é o ataque, o Palácio do Planalto decidiu mirar na Operação Lava-Jato. VEJA apurou que um dos alvos da artilharia é o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com um auxiliar do presidente Michel Temer, que pediu para se manter no anonimato porque não está autorizado a falar publicamente sobre o assunto, o governo acionou a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o serviço secreto, para bisbilhotar a vida do ministro com o objetivo de encontrar qualquer detalhe que possa fragilizar sua posição de relator da Lava-Jato. O pecado de Fachin, aos olhos do governo, foi ter homologado a explosiva delação do dono da JBS, Joesley Batista, que disparou um potente petardo contra o governo Temer. A investigação da Abin, que está em curso há alguns dias, já teria encontrado indícios de que Fachin voou no jatinho da JBS.

Em nota, o presidente Michel Temer negou que tenha usado a Abin para investigar a vida do ministro Fachin. “O governo não usa a máquina pública contra os cidadãos brasileiros, muito menos fará qualquer tipo de ação que não respeite aos estritos ditames da lei”, diz o comunicado divulgado pela Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

Veja

Publicado por: Chico Gregorio


10/06/2017
08:02

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, reiterou hoje (9) o pedido de prisão preventiva do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e manutenção da prisão de Andrea Neves, Mendherson Souza Lima e Frederico Pacheco. Em resposta a recursos, Janot enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) documento em que destaca a abundância de provas materiais concretas e idôneas imputadas aos presos em concurso com Aécio Neves, a alta gravidade do delito e o risco de reiteração, o que torna a prisão preventiva imprescindível para garantia da ordem pública.

“São muitos os precedentes do Supremo Tribunal Federal que chancelam o uso excepcional da prisão preventiva para impedir que o investigado, acusado ou sentenciado torne a praticar certos delitos enquanto responde a inquérito ou processo criminal, desde que haja prova concreta do risco correspondente”, disse Janot.

Para o procurador, a transcrição de conversas entre os envolvidos mostra que há fartas evidências tendentes a demonstrar que Andrea Neves, Frederico de Medeiros e Mendherson Souza Lima trabalham diretamente nos negócios escusos feitos por Aécio. “Andrea Neves e Frederico de Medeiros trataram diretamente com Joesley Batista e Ricardo Saud, respectivamente, sobre a solicitação de propina no valor de R$ 2 milhões, ocorrida no ano em curso.”

Segundo Janot, a irmã de Aécio, Andrea Neves, não só tem plena ciência do envolvimento do senador nas ilicitudes, como tem papel de protagonismo nas suas tratativas. O procurador ressaltou ainda que a relação de Andrea e Frederico Medeiros não pode ser considerada fato isolado. “A relação espúria que os une é muito anterior ao episódio mais recente de corrupção, e as provas colhidas demonstram que há um risco concreto de que, caso não sejam mantidos presos, reiterem nas graves condutas delitivas e possam destruir eventuais provas existentes em relação aos fatos ilícitos envolvendo Aécio Neves e ainda não totalmente esclarecidos”.

TERRA

Publicado por: Chico Gregorio


10/06/2017
08:00

POR JOSIAS DE SOUZA

A preservação do mandato de Michel Temer no julgamento do Tribunal Superior Eleitoral foi o coroamento de uma articulação subterrânea que envolveu ministros, políticos e magistrados. O roteiro básico já estava esboçado no último mês de fevereiro. Foi exposto em notícia veiculada aqui.

Àquela altura, o relator do caso, ministro Herman Benjamin, pisava no acelerador para organizar a oitiva de delatores da Odebrecht sem atrasar demasiadamente o processo. Temer e seus operadores puxavam o freio de mão. Ainda estavam inseguros quanto à posição de alguns magistrados.

Dois dos sete ministros que compunham o plenário do TSE teriam de deixar o tribunal. Henrique Neves sairia em abril. Luciana Lóssio, em maio. Caberia a Temer indicar os substitutos. Estava entendido que ocupariam as vagas dois advogados que já atuavam como juízes substitutos no TSE: Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira.

Ao farejar a manobra, o relator adiantou o relógio. Intimou delatores da Odebrecht para depor em plena Quarta-feira de Cinzas. E sinalizou a intenção de submeter seu voto ao julgamento do plenário do TSE antes da saída dos colegas Henrique Neves e Luciana Lóssio.

Atento à movimentação do relator, o Planalto providenciou um antídoto. Armou-se para acionar um pedido de vista. Ficou acertado que, caso fosse necessário empurrar o julgamento com a barriga, o ministro Napoleão Nunes Maia pediria prazo para estudar mais detidamente os autos.

Nessa ocasião, Gilmar Mendes, o polêmico presidente do TSE, já repisava o bordão segundo o qual o importante era conhecer a podridão da campanha, não cassar mandatos.

“Esse processo é extremamente importante, histórico, independentemente do resultado”, disse Gilmar em fevereiro. “No fundo, o que se investiga? Uma forma de fazer política, que nós esparamos que fique no passado. Então, mais do que a importância do resultado —cassação ou confirmação, improcedência ou procedência—, o importante é que haja esse documento histórico sobre como se fazia campanha no Brasil. Nesse caso, um retrato bastante autêntico, porque estamos falando de campanha presidencial. É uma campanha presidencial vencedora. Isso é o que me parece relevante.”

 

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Publicado por: Chico Gregorio


10/06/2017
07:58

cone

Escrevo antes do voto de Gilmar Mendes consumando a absolvição de Michel Temer e antes do próximo escândalo a surgir, ainda no forno de vazamentos do Partido do Judiciário.

O que ouço agora, ao escrever, é a baboseira moralista da Sra. Rosa Weber, cujo primarismo , se tivesse boa oratória, uma boa comentarista de programa de rádio matinal.

Por inevitáveis, eles só mais alimentam a sensação do mal que está sendo feito a nosso país pelo aventureirismo judicial que o inconformismo do conservadorismo derrotado – recordem-se que a ação foi impetrada, nas palavras de Aécio Neves, para “encher o saco do PT” – que transformou o Poder Judiciário e seus satélites, o MP e a PF, em ferramentas de um projeto político.

Este processo levou à derrubada de Dilma Rousseff, mas a personalidade da mulher que era deposta ainda nos permitiu conservar valores e perceber que se perdia ali um pedaço da democracia.

Agora, diante de situações imensamente mais condenáveis do ponto de vista moral e, além disso, praticada da forma mais rasteira, vemos a sujeição dos poderes – Judiciário e Legislativo – ao micróbio que chefia, emporcalhado, o Executivo.

Tão sórdido que é difícil conter em nossas almas o desejo de que, por essa via do TSE, ele venha a ser retirado da Presidência.

Não o será, e talvez isso nos ajude a perceber que o Poder Judiciário, como expressão da elite dominante brasileira, é ferramenta não da moralidade, mas do controle do poder e da manutenção do status quo.

Michel Temer é tão pequeno que está acima da lei.

Ou você acha que, como se diz no sul, Sérgio Moro correu a mostrar as canjicas a Michel Temer, ou tagarelar, às risadas com Aécio Neves ou ainda trocar afagos com João Dória naquelas picaretagens empresariais do Grupo Lide.

Um país não se salva com tribunais, salva-se com seu povo.

Não alcança estabilidade, num país do tamanho do nosso, apoiado apenas nas elites, ainda que sejam esclarecidas – e as nossas estão a anos-luz  de o serem.

Um cone só se equilibra pela base, jamais pelo seu vértice.

Via Fernando Brito

Publicado por: Chico Gregorio


10/06/2017
07:56

A procuradoria-geral da República tem uma carta na manga contra Michel Temer: um áudio inédito de uma conversa sua com Joesley Batista, do grupo J&F; a prova será usada no momento adequado pelos procuradores

247 – A procuradoria-geral da República tem uma carta na manga contra Michel Temer: um áudio inédito de uma conversa sua com Joesley Batista, do grupo J&F.

A prova será usada no momento adequado pelos procuradores.

As informações são da coluna Expresso, da revista Época:

Existe, sim, um áudio inédito entregue por Joesley Batista, da JBS, capaz de complicar a situação do presidente Michel Temer. A gravação é mantida em segredo pela Procuradoria-Geral da República. Os investigadores não sabem ainda em que momento o material será usado.

Publicado por: Chico Gregorio


09/06/2017
11:26

Resultado de imagem para fotos de militares em desfile

Número revela grande disparidade com o INSS, onde beneficiados tem entre 55 e 65 anos

O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou que 55% dos militares federais brasileiros se aposentam entre os 45 anos e os 50 anos de idade. O número revela grande disparidade com o INSS e até mesmo com o regime de servidores públicos civis da União, em que as concessões de aposentadoria se concentram entre 55 e 65 anos.

Embora a necessidade de tratamento diferenciado aos militares seja reconhecida por especialistas devido à natureza da atividade, críticos apontam problemas, como a contabilização de tempo fictício (que não foi efetivamente trabalhado) e o pagamento de benefício integral, uma distorção em relação a países como EUA, que preveem valores proporcionais.  Os dados integram um levantamento sigiloso ainda em curso e foram apresentados à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência do Senado Federal com autorização do relator, ministro José Mucio Monteiro Filho.

Publicado por: Chico Gregorio


09/06/2017
11:15

O Presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Norte (CRC/RN), João Gregório Júnior, vem, por meio desta, prestar esclarecimentos à sociedade e aos profissionais da Contabilidade sobre o fato ocorrido no dia 06 de junho de 2017, consistente na sua tomada de depoimento junto à Polícia Federal em virtude da Operação Manus – desdobramento da operação Lava Jato – a qual apura atos de corrupção envolvendo a construção do estádio Arena das Dunas.

O plenário do CRC/RN, funcionários, delegados do Conselho, o SESCON, a Associação dos Peritos e Auditores e a Academia de Ciências Contábeis do Rio Grande do Norte exortam a conceituada trajetória do presente Contador – reconhecida pelo zelo profissional, transparência, condução ética e disciplinada no seu fazer – motivo pelo qual foi eleito Presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio Grande do Norte.

Na condição de sócio administrador de uma empresa de contabilidade, João Gregório Júnior, por sua atuação como contador no Estado, foi convidado a prestar serviços de contabilidade para a campanha eleitoral do ex-ministro Henrique Eduardo Lyra Alves, quando este concorreu ao cargo de Governador do Estado do Rio Grande do Norte. Momento em que figurou como responsável pela prestação de contas de campanha junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio Grande do Norte (TRE/RN).

A operação Manus investiga a origem de recursos utilizados na campanha eleitoral do ano de 2014 de Henrique Eduardo Alves, o que ocasionou na prisão do ex-ministro e na investigação de todos os que de alguma forma participaram prestando serviços à campanha. Como padrão de investigação utilizado pela Polícia Federal, chegou-se à investigação do escritório de contabilidade Gregório Júnior e Associados S/S Ltda – prestador de serviço – dirigido por João Gregório Júnior – tendo sido cumprido os mandados de busca e apreensão de documentos e condução coercitiva do Sr. Gregório para prestar depoimento como contador da campanha, cadastrado junto ao TRE/RN, sendo o mesmo responsável pelos registros contábeis enviados.

João Gregório Júnior ressaltou em seu depoimento que efetuou os registros contábeis dos documentos a ele apresentados para processamento, não sendo responsável e nem mesmo possível ao mesmo tempo averiguar origem de recursos ou despesas em desacordo com a legislação, quando essa análise reporta a fatos não aferíveis por meio documental.

É importante esclarecer que a prestação dos serviços contábeis restringe-se ao registro dos fatos patrimoniais e sua análise contábil, seguindo os princípios estabelecidos por meio da Resolução do Conselho Federal de Contabilidade – nº 750/93, motivo pelo qual o instrumento de contratação firmado com o escritório de Contabilidade reza expressamente que: “A CONTRATADA não assume nenhuma responsabilidade pelas consequências de informações, declarações ou documentação inidôneas ou incompletas que lhe forem apresentadas; bem como por omissões próprias da CONTRATANTE e por todos os seus prepostos, ou decorrentes do desrespeito à orientação prestada.”

Desse modo, João Gregório Júnior vem declarar a sua completa tranquilidade de consciência quanto a sua atuação estritamente profissional, ética e com zelo na prestação dos seus serviços de contador – profissão que exerce, respeita e a qual se dedica há mais de 37 anos, reconhecendo, contudo, seus limites humanos que não lhe permitem tomar ciência de fatos para além do seu conhecimento. Dessa forma, João Gragório vem esclarecer à sociedade a verdade dos fatos ocorridos a fim de expor os eventos sem ruídos ou especulações, ainda, reivindicando o seu direito ao reconhecimento do exercício da contabilidade com autonomia e isenção.

João Gregório Júnior

Presidente do Conselho Regional de Contabilidade do RN (CRC/RN)

Publicado por: Chico Gregorio


09/06/2017
10:57

kalamala

Do G1, agora há pouco:

O ex-deputado e ex-assessor do presidente Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures, ficou em silêncio na primeira audiência realizada pela Polícia Federal para ouví-lo, nesta sexta-feira (9), em Brasília.

Preso preventivamente desde sábado (3), por ondem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin, Rocha Loures foi flagrado pela PF carregando uma mala com R$ 500 milhões em propina entregue por executivo do frigorífico JBS.

O Termo de Declarações, ao qual a TV Globo teve acesso, informa que Richa Loures, “por orientação da sua defesa técnica”, decidiu lançar “mão do direito de permanecer em silêncio.”

O ex-deputado ficou detido na carceragem da PF até a quarta-feira (7), quando foi transferido para o Complexo Penitenciário da Papuda, também em Brasília.

Publicado por: Chico Gregorio


09/06/2017
10:55

O juiz Adriano da Silva Araújo deferiu a liminar protocolada pelo promotor Diogo Maia Cantídio e SUSPENDEU a licitação de estrutura de eventos, divulgação em carro de som e produção de vinhetas (pregão 57/2017).

Na decisão, o juiz cita que há “indícios de irregularidades na aplicação dos recursos públicos” quando faz uma licitação dessa natureza, sendo que há relatos de “demandas da saúde pública que o município requerido não tem prestado assistência necessária”, além de “o carro-pipa da Prefeitura está quebrado há mais de seis meses”, ressaltando que o Estado e o Município publicaram decretos de Situação de Emergência por Seca.

Via Robson Pires.

Publicado por: Chico Gregorio


09/06/2017
10:32

O ex-secretário paraibano de Administração Penitenciária da Paraíba e da Justiça e Cidadania do Rio Grande do Norte, o delegado Walber Virgolino (PRB), admite que irá tentar uma vaga na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) no ano que vem.

Segundo Walber, as experiências a frente de pastas importantes nos dois estados o credenciam para um mandato produtivo à frente da ALPB, caso seja eleito.

Além disso, o delegado de Polícia Civil licenciado ressalta o fato de nunca ter sofrido nenhuma denúncia de corrupção em sua vida pública.

Via WScom

Publicado por: Chico Gregorio


09/06/2017
10:29

Ele, que levou o casal de São Paulo a Comandatuba (BA), em 2011, confirmou ter entregado um buquê de flores à mulher de Temer no jatinho, na volta para São Paulo.

A versão do empresário Joesley Batista sobre a viagem do então vice-presidente Michel Temer (PMDB) e família em avião da empresa JBS foi confirmada ao jornal O Globo pelo piloto do voo, José de Oliveira Cerqueira.

Ele, que levou o casal de São Paulo a Comandatuba (BA), em 2011, confirmou ter entregado um buquê de flores à mulher de Temer no jatinho, na volta para São Paulo.

“A empresa me orientou a informar que quem enviou foi dona Flora”, contou, referindo-se à mãe de Joesley.

O Globo

Publicado por: Chico Gregorio