25/06/2017
09:23

Resultado de imagem para fotos do prefeito de parelhas francisco medeiros com fatima bezerra

Com a pré-candidatura do médico Tiago Almeida a deputado estadual nas eleições do próximo ano, muitas

especulações tem acontecido nos bastidores da política da cidade e região, com relação ao futuro político do ex-

prefeito Francisco Medeiros, o Francisco do PT.

Deixando a prefeitura após dois mandatos consecutivos, o ex-prefeito saiu muito bem avaliado na cidade  e região

seu grupo político ver o principal opositor do grupo o médico Tiago Almeida, que por pouco mais de 100 votos,

perdeu as eleições no ano passado, anunciar que será candidato a deputado estadual, ficando a dúvida, Francisco

junto dom Dr. Antônio Petronilo, caso Tiago seja eleito, ficariam livre do principal adversário para a disputa de

2020, por isso, não será nenhuma surpresa se Francisco Medeiros,  não concorra ao mesmo cargo do concorrente,

sendo portanto candidato a deputado federal, fazendo mesmo informalmente uma dobradinha com o principal

adversário do grupo.

Como Dr. Tiago se filiou ao PC do B, deve fazer parte da mesma  coligação com Francisco Medeiros do PT, que

deverá ter como pré-candidata ao governo do RN, a senadora Fátima Bezerra.

Publicado por: Chico Gregorio


25/06/2017
09:07

Médico Thiago Almeida, de Parelhas, poderá ser candidato a deputado estadual

Uma possível candidatura do médico Tiago Almeida à Assembleia Legislativa já anda incomodando nomes tradicionais que enxergam no médico de Parelhas, uma possível ameaça. Tiago vem sendo convidado para trocar o DEM pelo PCdoB do vice-governador Fábio Dantas. Também já recebeu convites do PSDB de seu aliado o presidente da Assembleia, deputado Ezequiel Ferreira de Souza e outras siglas pequenas que vem discutindo uma coligação como aconteceu em 2014, onde nomes como o ex-prefeito de Areia Branca, Souza Neto (PHS) e até do então vereador de Parnamirim, Carlos Augusto Maia (PTdoB) viraram deputados estaduais com pouco mais de 20 mil votos.

Dr. Tiago teve um dos melhores desempenhos eleitorais pela oposição em Parelhas nos últimos anos conquistou 49,45% dos mais de 17 mil eleitores. Em 2012, o vereador Humberto Gondim (PSD) conseguiu 6.824 votos e em 2008, o empresário Formiga Preta (PR), teve 6.526 votos. Em 2004, Formiga que disputou pelo PTB, teve 6.048 votos. Em 2000, o então prefeito Arnald Macêdo (DEM) só conseguiu 44,3% dos votos. Dr. Tiago alcançou 7.046 votos, perdendo a campanha para o prefeito Alexandre Petronilo (PMDB) por apenas 158 votos.

Publicado por: Chico Gregorio


25/06/2017
08:58

Wikicommons

Da Agência Brasil:

O transporte interestadual rodoviário perdeu passageiros, enquanto o transporte aéreo ganhou viajantes nos últimos seis anos. Entre 2010 e 2016, a quantidade de passageiros rodoviários nas rotas interestaduais recuou 27,1%, de 59 milhões para 43 milhões de pessoas. Paralelamente, o número de passageiros que usaram o transporte aéreo cresceu 25,8%, de 66 milhões em 2010 para 83 milhões em 2016. No entanto, a tendência é de reversão, segundo dados do Anuário Estatístico de Transportes.

Lançado pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL), estatal de pesquisas no setor, e pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, o documento traz informações sobre os sistemas de transporte em geral no país, com o intuito de ajudar na formulação de políticas públicas e na tomada de decisões sobre o setor.

 

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Publicado por: Chico Gregorio


25/06/2017
08:55

Foto: Agência Brasil

Do Estadão:

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB-SP), afirmou que o apoio do PSDB ao governo não é ao presidente Michel Temer, mas ao Brasil. “Sem o apoio do PSDB, a governabilidade deixa de existir, isto é um fato, a solidez fica comprometida”, disse, após palestra em evento da XP Investimentos, na tarde deste sábado. “Não é a defesa intransigente, permanente, infinita do governo Temer. É a defesa do Brasil, da governabilidade”, justificou. O PSDB é um partido que dá “solidez e sustentação” ao governo, completou o prefeito.

Doria afirmou que está alinhado com o que pensa o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), de que é preciso manter a estabilidade do País, especialmente em um momento em que a economia começa a melhorar. Caso tenha “fato grave”, este apoio pode ser reavaliado. Mais cedo, durante evento em Barueri, Doria disse a jornalistas que a decisão sobre o eventual desembarque dos tucanos do governo Temer caberia à executiva do partido.

Para Doria, antecipar as eleições presidenciais seria “desastroso”. “Seria iniciar um debate enfraquecendo a governabilidade do País e colocando em risco não só as reformas, como a melhora econômica.” Durante a palestra na XP, que durou cerca de 40 minutos, ele foi bastante aplaudido, com gritos de “presidente” em alguns momentos. O prefeito disse que “está na política”, mas repetiu o discurso usado desde a campanha à Prefeitura de que não é político, e sim um gestor.

O prefeito afirmou que foi a “série de erros” dos ex-presidentes petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff que o estimularam a deixar sua zona do conforto como empresário e entrar na política. “Dilma, desculpa, mas você é uma anta”, disse o prefeito, arrancando aplausos das quase 5 mil pessoas que lotaram o auditório do evento.

Sobre Lula, Doria disse que, se o petista for condenado, ele vai aplaudir a decisão, mas defende que o ex-presidente tenha a chance de disputar as eleições em 2018. “Se ele for impedido de concorrer, há o risco de se criar um mártir”, avaliou. (Altamiro Silva Junior – altamiro.junior@estadao.com)

(Altamiro Silva Junior)

Publicado por: Chico Gregorio


25/06/2017
08:41

O prefeito de São Paulo, João Doria Jr., do PSDB, fez neste sábado uma análise política que outros tucanos, se pensam, têm medo de externar. “É melhor que Lula dispute (a eleição presidencial de 2018) e perca. Temos de vencer Lula nas urnas”, afirmou.

Dória detalhou sua expectativa, deixando claro que se tratava apenas de seu desejo pessoal. “Se o Lula for impedido de disputar… o Brasil não precisa de mártires, especialmente um mártir com cinco indiciamentos na Justiça. Depois ele pode pagar. Se Lula for derrotado, volta a ser Luiz Inácio. Acaba o mito”.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi indiciado pela Justiça como resultado das investigações da Operação Lava Jato. Como não há nenhuma condenação contra ele, Lula é, até o momento, livre para disputar a eleição do ano que vem e já confirmou essa intenção. Tem cerca de 30% de intenções de voto no primeiro turno, cerca de 43% no segundo e lidera em todos os cenários, segundo uma pesquisa do DataFolha concluída no fim de abril. Nos cenários possíveis para o segundo turno, Doria aproxima-se mais de Lula que seus colegas de partido Aécio Neves, senador por Minas Gerais, e Geraldo Alckmin, governador de São Paulo.

G1

Publicado por: Chico Gregorio


25/06/2017
08:32

Por Valor

SÃO PAULO  –  Reportagem de capa da revista IstoÉ desta semana afirma que o juiz Sergio Fernandes Moro, da 13ª Vara Federal do Paraná, vai anunciar, nos próximos dias, a sentença que condenará Lula à prisão no caso do tríplex do Guarujá. Os crimes são por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O ex-presidente é acusado de ter recebido o imóvel da construtora OAS como contrapartida a benefícios que a empresa obteve do governo no período em que o petista esteve no poder. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), o ex-presidente foi beneficiado com pelo menos R$ 87,6 milhões dados pela OAS, dos quais R$ 3,7 milhões foram usados por Lula no apartamento de três pavimentos.

A revista afirma ter apurado junto a integrantes da Operação Lava-Jato que o ex-presidente será condenado a até 22 anos de cadeia – 10 anos por lavagem de dinheiro e 12 por corrupção passiva.

De acordo com a publicação, no cronograma de Sérgio Moro só uma etapa o separa do anúncio da condenação de Lula: a definição da pena a ser aplicada ao ex-ministro Antonio Palocci, hoje preso.

Publicado por: Chico Gregorio


25/06/2017
08:29

Não foi à toa que o presidente Michel Temer foi ignorado pelos governos da Rússia e da Noruega na viagem que fez, sem sucesso e com muito mico, aos dois países.

Temer chegou ao exterior com a mesma imagem que tem hoje no Brasil: péssima.
Números do instituto Datafolha divulgados neste sábado indicaram que somente 7% da população brasileira considera o governo Temer ótimo ou bom.

Somente o então presidente José Sarney, do mesmo PMDB de Temer ficou abaixo desse patamar, com 5%.

O registro foi de setembro de 1989, durante  a hiperinflação.
Segundo o Datafolha, 69% dos brasileiros acham o governo Temer ruim ou péssimo.

Já 23% consideram regular.

Tipo…nem fede nem cheira.

Via Thaisa Galvão

Publicado por: Chico Gregorio


25/06/2017
07:56

O doleiro Lúcio Bolonha Funaro, apontado como operador de propinas do ex-deputado Eduardo Cunha, teria prometido “acabar” com o presidente Michel Temer em discussão com o advogado do peemedebista, Antonio Mariz.

Se eu delatar, vou acabar com o seu chefe”, teria dito Funaro, em conversa que ocorreu antes de ele ser preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

As informações são da coluna Radar On-Line, do site da revista Veja, deste sábado (24).

Apesar da ameaça de fazer delação premiada, Funaro ainda não fechou acordo de colaboração com o Ministério Público. No entanto, de acordo com a coluna, ele vem sendo incentivado pelo ex-senador Luiz Estevão, colega de cela do doleiro.

Fonte: Veja

Publicado por: Chico Gregorio


25/06/2017
07:52

O Globo

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que julga os processos da Lava-Jato, está prestes a promover uma mudança que deixará as futuras delações premiadas em sigilo por mais tempo — e, em alguns casos, para todo o sempre. Atualmente, o sigilo é retirado logo depois de aberto inquérito na corte para investigar os fatos. Ao menos dois dos cinco integrantes do colegiado defendem que as delações permaneçam secretas até o STF receber a denúncia do Ministério Público e transformar o inquérito em ação penal. Outro ministro estaria inclinado a acompanhar o mesmo entendimento, o que formaria maioria na turma.

A abertura de uma ação penal costuma levar, em média, um ano. Isso nos casos em que o Ministério Público Federal apresenta denúncia ao STF. Quando houver pedido de arquivamento em vez de apresentação de denúncia, por falta de provas suficientes para se manter a investigação em pé, a delação permanecerá em sigilo por tempo indeterminado. Se houver mudança na regra, muitos inquéritos serão abertos na mais alta corte do país sem a divulgação do assunto tratado.

Publicado por: Chico Gregorio


25/06/2017
07:51

Resultado de imagem para Raquel Dodge

Apontada por auxiliares de Michel Temer e caciques do PMDB como a melhor alternativa entre os oito candidatos que disputam a sucessão de Rodrigo Janot na Procuradoria-Geral da República, a subprocuradora-geral Raquel Dodge disse como pretende lidar com as denúncias contra o presidente da República caso seu nome prevaleça. Em entrevista ao UOL, ela reconheceu que “há em torno desse assunto uma grande expectativa e um certo constrangimento.” E avaliou que o caso requer “temperança e destemor.” No mais, defendeu a análise criteriosa das provas e a aplicação das leis e da Constituição.

Embora o presidente não seja obrigado a retirar o nome do próximo procurador-geral da lista tríplice que receberá da corporação, Raquel Dodge disse esperar que Temer não ignore o que já se tornou “um costume constitucional”. Para a candidata, a “não aceitação dessa lista despertará tantas desconfianças que certamente pode influir na credibilidade de quem venha a ser escolhido.”

O mandato de Rodrigo Janot termina em 17 de setembro. Na terça-feira (27), os cerca de 1.200 membros da corporação dos procuradores elegerá os três nomes que comporão a lista a ser entregue a Temer. Nos últimos 14 anos, o primeiro colocado da lista sempre foi o escolhido. No ano passado, Temer disse que manteria a praxe. Depois que o presidente foi engolfado pelo escândalo da JBS, o Planalto passou a emitir sinais trocados.

Raquel Dodge faz oposição a Janot. Há dois anos, frequentou a lista tríplice na terceira colocação. Ela disse que vê “com reserva” as notícias sobre a suposta preferência de Temer em relação ao seu nome. Ela é vista com simpatia também por caciques do PMDB. Entre eles José Sarney e Renan Calheiros. “A boa prudência recomenda que se aguarde se vamos entrar na lista ou não, para, então, tomarmos medidas que seriam de busca de apoio externo”, desconversa.

A sucessão à chefia do Ministério Público Federal ocorre numa conjuntura absolutamente inusitada. O substituto de Rodrigo Janot será indicado por um presidente da República denunciado por corrupção. Na sequência, o nome terá de ser avalizado por um Senado que tem quase um terço dos seus membros como fregueses de investigações criminais no Supremo Tribunal Federal.

Perguntou-se à candidata se ela pretende incluir os encrencados no rol de pessoas que irá procurar caso seu nome figure na lista tríplice dos procuradores. Tomada pela resposta, Raquel Dodge procurará também com os investigados. Entre eles o próprio Temer. “A perspectiva é a de apresentar o projeto de trabalho e apresentar-me a mim mesma”, ela declarou. “Não é nunca no sentido de fazer essa solicitação em troca de algo. Acho que esse é o limite ético que norteia a atuação de todos nós.”

Na opinião de Raquel Dodge, a Lava Jato proporcionou ao país “um novo padrão de administração de Justiça”. A candidata mencionou três novidades: ficou entendido que “ninguém está acima da lei”. Percebeu-se que é possível obter resultados no combate à corrupção com as leis vigentes. De resto, ela acredita que s operação nascida em Curitiba atenuou a impressão de que o crime ronda a vizinhança e a Justiça mora muito longe.

“Entregar a prestação jurisdicional próximo da data do fato é uma grande novidade”, afirmou a subprocuradora-geral. “Quando vejo, mesmo no Supremo, um esforço institucional de dar celeridade, me parece que a Corte está atenta.” Raquel Dodge reconhece que “há muito a avançar”. Menciona, por exemplo, a necessidade de acabar com o chamado foro privilegiado. Mas acha que há avanços a celebrar.

JOSIAS DE SOUZA

Publicado por: Chico Gregorio


25/06/2017
07:50

Palmeiras e Flamengo

ESTADÃO CONTEÚDO

Palmeiras e Flamengo, juntos, são responsáveis por mais de 1/3 da geração de caixa total dos principais clubes brasileiros. Esse panorama já se repete há dois anos, colocando as duas equipes num patamar financeiro diferenciado em relação aos demais times do País.

Essa é uma das conclusões de um estudo do Itaú BBA com base nas finanças de 27 clubes do futebol brasileiro, que foi divulgado nesta terça-feira, em São Paulo. Os dados mostram que, com essa concentração, Palmeiras e Flamengo têm efetiva sobra de caixa para pagar dívidas e, especialmente, fazer investimentos.

A vantagem fica ainda mais acentuada se for levada em conta apenas o EBITDA – lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização – recorrente. Nesse cenário, a soma da geração de caixa dos dois times chega a representar mais de 90% do total arrecadado: são R$ 236 milhões contra R$ 29 milhões dos outros 25 clubes juntos.

Para o coordenador do estudo, César Grafietti, isso favorece as equipes também dentro de campo. “Esses números significam que os dois têm uma capacidade muito maior de competição em relação aos demais clubes”, explica. “Isso porque eles têm mais receitas recorrentes, mais controle de recursos e conseguem ter maior capacidade de investimento, enquanto os outros estão correndo para fechar as contas”.

O valor total das receitas dos 27 clubes analisados cresceu 20% de 2015 para 2016, passando de R$ 3,6 bilhões para R$ 4,3 bilhões – o estudo não leva em conta os valores recebidos a título de luvas pagas pelas emissoras de televisão pelos direitos de transmissão. Entre as receitas recorrentes, a variação foi de 28% em comparação ao exercício de 2015: passou de R$ 2,9 bilhões para R$ 3,8 bilhões

“São números expressivos e que mostra que a indústria do futebol tem uma grande resiliência, já que a gente vem de dois anos de recessão, com queda de PIB consecutiva em 2015 e 2016”, avalia Grafietti.

Palmeiras lidera ranking de arrecadação em 2016

O Palmeiras lidera o ranking de faturamento entre os clubes brasileiros no exercício de 2016 com R$ 469 milhões. O crescimento do time foi de 56% se comparado a 2015. O clube foi fortemente impactado pelas cotas de TV, que aumentaram 45%, mas também pelo contrato de publicidade (39%) e bilheteria, que inclui o programa de sócio-torcedor (35%). Até a venda de atletas, tradicionalmente fraca no clube, saltou de R$ 5 milhões para R$ 51 milhões.

Em segundo lugar no ranking, o Flamengo apresentou crescimento de 21% nas receitas (R$ 408 milhões em 2016), também por causa das cotas de TV, que aumentaram 69%. O São Paulo aparece em terceiro com crescimento de 30% (R$ 369 milhões) e o Corinthians em quarto, com 13% de crescimento em 2016 (faturou R$ 336 milhões). Em quinto, o Atlético Mineiro aparece com R$ 300 milhões, um crescimento de 29% comparado a 2015.

Segundo o Itaú BBA, este é o Top-10 de arrecadação dos clubes de futebol brasileiros em 2016:

1 – Palmeiras (R$ 469 milhões)

2 – Flamengo (R$ 408 milhões)

3 – São Paulo (R$ 369 milhões)

4 – Corinthians (R$ 336 milhões)

5 – Atlético Mineiro (R$ 300 milhões)

6 – Santos (R$ 245 milhões)

7 – Cruzeiro (R$ 225 milhões)

8 – Grêmio (R$ 225 milhões)

9 – Vasco (R$ 213 milhões)

10 – Internacional (R$ 212 milhões

Publicado por: Chico Gregorio


24/06/2017
10:46

2018

O final da coluna de Merval Pereira, hoje, em O Globo, mostra, com uma imensa desfaçatez, como é o plano político-judicial para afastar Lula da disputa presidencial de 2018.

Com relação à possibilidade de Lula vir a ser impedido de se candidatar por se tornar um “ficha-suja”, com uma condenação em segunda instância, houve um fato interessante na posse de Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz na presidência do TRF da 4ª Região, destinado a julgar em segunda instância os processos da Lava Jato oriundos do juiz Sergio Moro.

Durante a solenidade de posse, ele disse: “Em relação aos processos da Lava-Jato, o nosso tribunal tem tido celeridade razoável, sem atropelos da lei e sem delongas excessivas. Eu acredito que as apelações dos personagens mais conhecidos, entre agosto deste ano e agosto do ano que vem, já estariam sendo julgadas e pautadas.”

Via Fernando Brito

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Publicado por: Chico Gregorio


24/06/2017
10:42

A senadora Fátima Bezerra (PT), cumpriu agenda em Mossoró, na noite desta sexta-feira (23).

Prestigiou a posse do Diretório Municipal do PT, que tem a vereadora Isolda como presidente.

E em seguida assistiu ao espetáculo Chuva de Bala, visitando depois as barracas da Cidadela.

Estava acompanhada dos membros do PT de Mossoró e da vereadora de Natal, Natália Bonavides, possível candidata a deputada federal ou estadual em 2018.

Via Heitor Gregório.

Publicado por: Chico Gregorio


24/06/2017
10:23

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Prefeitos eleitos no pleito do ano passado, estão numa choradeira danada, sentam inveja e falta das ações e obras executadas pelos  antecessores,  com os governos Lula e Dilma executavam em parceria com os gestores municipais, como programas Luz para Todos, Caminho da Escola, Minha Casa, Minha Vida, Distribuição de equipamentos e máquinas pesadas para serem utilizadas para a recuperação das estradas e acudes na zona rural. Mesmo essas ações sendo do governo federal, os gestores municipais terminavam pegando carona, ficando com méritos das mesmas, nem falando no nome do governo federal.

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Publicado por: Chico Gregorio


24/06/2017
10:07

Somente José Sarney (PMDB) ficou abaixo desse patamar, com 5% em setembro de 1989, em meio à crise da hiperinflação.

O governo Michel Temer (PMDB) é considerado ótimo ou bom por apenas 7% da população, a menor marca registrada pelo Datafolha em 28 anos. Somente José Sarney (PMDB) ficou abaixo desse patamar, com 5% em setembro de 1989, em meio à crise da hiperinflação.

Desde que veio a público a delação da JBS, que jogou o presidente no centro da crise política nacional, a impopularidade do peemedebista aumentou. Hoje sua gestão é considerada ruim ou péssima por 69% do eleitorado e regular por 23%.

Na comparação, em setembro de 1989, Sarney chegou a 68% de ruim ou péssimo e 24% de regular.

O novo levantamento do Datafolha, feito entre quarta-feira (21) e esta sexta-feira (23), com 2.771 entrevistados, mostra Temer com a avaliação em queda. Dois meses atrás, a sua taxa de ruim e péssimo estava em 61% e a de ótimo ou bom, em 9%. Aqueles que o consideraram regular somavam 28% no final de abril.

Não souberam responder como avaliam hoje o governo Temer 2% dos entrevistados. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais e para menos. A nota do presidente caiu de 3 para 2,7.

A situação de Temer é pior que a de Dilma Rousseff (PT) às vésperas de ela sofrer impeachment. Em abril de 2016, a petista tinha 13% de aprovação e 63% de reprovação.

Folha

Publicado por: Chico Gregorio