Primeiro militar a ser reconhecido pela Justiça como torturador durante a ditadura, o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra (1932-2015) é homenageado em camisetas vendidas em lojas virtuais que apoiam Jair Bolsonaro (PSL). Morto em outubro de 2015, o coronel aparece na estampa das camisetas como um ícone pop. Sua imagem, estilizada em forma de cartum, é ladeada pelas palavras “Ustra Vive”.
O nome do coronel passou a ser associado a Bolsonaro desde que o deputado federal justificou seu voto pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 17 de abril de 2016, em nome “da memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra”, que seria “o pavor de Dilma”. A fala provocou protestos e aplausos em plenário, com repercussão imediata nas redes sociais, contra e a favor da homenagem ao torturador.











Reportagem do Brasil de Fato questiona a isenção de Gilmar Mendes em julgar processos do senador Aécio Neves, dada a relação de amizade entre eles, explicitada num diálogo grampeado legalmente pela PF em 2017; para o professor da PUC/SP Álvaro de Azevedo é preciso esclarecer se a conversa foi “de amizade ou de política”; “Sendo de amizade, aplica o [artigo] 254, inciso 1º. Sendo de política, a gente então precisa discutir a própria estrutura e estratégia do STF”, diz



