19/09/2018
10:26

Via  Esmael Morais

 

“Glória a Deus, Glória a Deus”. Cabo Daciolo, candidato do Patriota à Presidência da República, está tecnicamente empatado com João Amoêdo (Novo), Alvaro Dias (Podemos) e Henrique Meirelles (MDB). 

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Publicado por: Chico Gregorio


19/09/2018
10:24

Jair Bolsonaro (PSL) é uma “unanimidade” contrária em díspares setores. Da jornalista Rachel Sheherazade ao médico Drauzio Varella, este último é vítima de fake news dos bolsonaristas nas redes sociais.

Segundo a coluna Radar, na Veja, Varella é falsamente apontado como ministro da Saúde em um eventual governo Bolsonaro.

Soma-se ao grupo contrário ao ex-capitão do Exército gays, negros, judeus, comunistas, mães solteiras, avós, enfim, todos que pensam se uniram na reta final da campanha para pregar voto útil anti-Bolsonaro.

Via Esmael Morais.

Publicado por: Chico Gregorio


19/09/2018
08:05

“Bola” foi logo descartado (Foto: arquivo BCS)

Apesar de presa dia passado como principal envolvida em novo escândalo na Assembleia Legislativa, Ana Augusta Simas Aranha Teixeira de Carvalho, a chefe de Gabinete do presidente da Casa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), não foi exonerada. Continua servidora da Casa.

Dois pesos e duas medidas, que se diga.

Ha pouco mais de um mês, a Mesa Diretora da AL foi mais ágil. Exonerou sumariamente o “assistente parlamentar” Edvaldo Pessoa de Farias, apelidado de “Bola”, que era lotado no gabinete da deputada Cristiane Dantas (PPL).

 

Ele foi preso na manhã do dia 14 do mês passado. No mesmo dia, à tarde, foi riscado da lista funcional desse poder, local de trabalho onde sequer costumava aparecer.

Bola foi arrastado à prisão temporária pela “Operação Tubérculo”, desencadeada pelo Ministério Público do RN (MPRN).

O interessante, é que a exoneração sumária de Bola, que atua como lobista de emendas parlamentares, não tinha relação direta com qualquer negócio escuso na Assembleia Legislativa.

Com Ana Augusta é diferente. Ela é apontada como peça-chave do desvio de mais de R$ 2,4 milhões da AL. Ocupa cargo de absoluta confiança do presidente. Seu marido, Fernando Teixeira (PSDB), que foi preso dia passado por porte ilegal de armas, é aliado de Ezequiel Ferreira.

O MPRN conseguiu a prisão temporária de Ana Augusta e de mais cinco pessoas que eram servidores fantasmas lotados no gabinete da Presidência.

Via Carlos Santos.

Publicado por: Chico Gregorio


19/09/2018
07:49

Circula nas redes sociais a “informação” de que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) teria entregue os códigos de segurança das urnas eletrônicas à Venezuela, além de ter negado aos auditores brasileiros acesso a esses códigos. De acordo com o texto, o resultado de um edital, o de número 106/2017, teria sido a entrega desses códigos a um empresa estrangeira e, com isso, seria possível a geração de votos falsos nas próximas eleições. Por meio do projeto de verificação de notícias, usuários do Facebook solicitaram que esse material fosse analisado. Confira a seguir o trabalho de verificação da Lupa:

“TSE entregou códigos de segurança das urnas eletrônicas para a Venezuela e negou acesso para auditores brasileiros”
Título de postagens feitas pelos sites Jornal da Cidade e Dentronapolitica que, até as 20h do dia 18 de setembro de 2018, tinha mais de 204 mil interações no Facebook

FALSO

As informações analisadas pela Lupa omitem que o edital mencionado foi cancelado pelo TSE, e que, antes disso, a empresa venezuelana tinha sido desclassificada do certame. Os  textos também distorcem e tiram de contextos fatos que realmente aconteceram, além de não informar que a obrigatoriedade do voto impresso foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal em junho deste ano.

O texto publicado se baseia em um depoimento dado em março por Pedro Antônio Dourado de Rezende, professor de Ciência da Computação da Universidade de Brasília (UnB), durante reuniãoextraordinária da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Na ocasião, o professor fez críticas ao edital aberto pelo órgão para contratação de impressoras para as urnas eletrônicas. A impressão dos votos foi aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pela então presidente Dilma Rousseff (PT) em novembro de 2015, mas foi considerada inconstitucional pelo STF há alguns meses.

Na reunião da CCJ, Rezende disse que o edital era “uma afronta à soberania nacional” e afirmou que a vencedora da licitação era uma empresa comandada por “três venezuelanos e um português”.

O edital de fato foi aberto, em janeiro deste ano, e previa a compra de 30 mil módulos de impressão de voto, 66 mil bobinas de papel e 25,3 mil cabinas de votação. Não há nele qualquer menção a “códigos de segurança”.

A vencedora foi a empresa venezuelana Smartmatic. Mas, no mês seguinte, a empresa foi reprovada no teste de impressão do voto, realizado pelo TSE. A outra empresa licitante também foi desclassificada, fazendo com que a licitação fosse definitivamente cancelada em maio.

Em nota, o TSE informou que “nunca entregou códigos-fonte da urna eletrônica para qualquer empresa privada, seja estrangeira ou nacional”. “Esse dado pode ser comprovado no Edital nº 106/2017, cujo objeto é a contratação de módulos impressores para a urna eletrônica. Em momento algum do documento, está prevista a entrega dos códigos das urnas, especialmente os módulos criptográficos, que são os responsáveis por garantir a identidade e a segurança do processo eleitoral”.

Lupa tentou entrar em contato com o professor Pedro Antônio Dourado de Rezende. Em nota, a UnB informou que o docente solicitou até dois dias para responder os questionamentos enviados pela reportagem. Em contato com o site de verificação Aos Fatos, Pedro  Rezende afirmou que era “incorreta” a informação de que foram entregues dados de votação a venezuelanos.

Lupa também entrou em contato com o portal Jornal da Cidade Online, mas não obteve retorno até a publicação.

*Atualização feita às 21h do dia 18 de setembro de 2018: Em nota, o site informou que fez quatro alterações em seu texto, entre elas a troca do título, que passou a ser: “TSE quase entregou códigos de segurança das urnas eletrônicas para venezuelanos e negou acesso para auditores brasileiros”.

*Nota: esta reportagem faz parte do projeto de verificação de notícias no Facebook. Dúvidas sobre o projeto? Entre em contato direto com o Facebook.

Editado por: Cristina Tardáguila e Chico Marés

Publicado por: Chico Gregorio


19/09/2018
07:41

Circula na internet a “informação” de que o vice-presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Mang, foi preso no Brasil “com mais de US$ 50 milhões em dinheiro” e que esse país teria feito “várias obras bilionárias” com dinheiro do BNDES. A “notícia” acrescenta ainda que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria perdoado “uma dívida bilionária” da Guiné Equatorial quando estava no poder.

Por meio do projeto de verificação de notícias, usuários do Facebook solicitaram que esses dados fossem analisados. Confira a seguir o trabalho de verificação da Lupa:

“O Vice-presidente da Guiné Equatorial foi preso ao tentar entrar no Brasil com mais de 50 milhões de dólares em dinheiro”
Texto de postagens (aquiaquiaqui e aqui) que já tinham quase 50 mil compartilhamentos no Facebook até as 19h do dia 18 de setembro de 2018

FALSO

Uma ação conjunta realizada pela Polícia Federal e pela Receita Federal no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), no dia 14 de setembro apreendeu malas de dinheiro e relógios da comitiva do vice-presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Mang. A delegação, que não veio ao Brasil em missão oficial, carregava cerca de US$ 1,5 milhão e R$ 55 mil, em espécie, e relógios de luxo avaliados em US$ 15 milhões. A cifra está bem abaixo da citada na postagem avaliada pela Lupa. Ninguém foi preso no momento, e a comitiva retornou para a Guiné Equatorial.


“Por coincidência [Guiné Equatorial] é o país que o Lula perdoou uma dívida bilionária e teve várias obras bilionárias feitas com dinheiro do BNDES”
Texto de postagens (aquiaquiaqui e aqui) que já tinham quase 50 mil compartilhamentos no Facebook até as 19h do dia 18 de setembro de 2018

FALSO

Em nota oficial, o BNDES negou que tenha realizado qualquer empréstimo à Guiné Equatorial e que o governo Lula tenha perdoado dívidas com esse país. Textualmente, o banco escreveu o seguinte:

“O governo da Guiné Equatorial não é nem foi cliente do BNDES. O país não é nem foi destino de financiamento do banco à exportação de bens e serviços brasileiros de engenharia. Não há obras na nação africana realizadas por empresas brasileiras com financiamento do BNDES”, diz a nota, publicada no dia 17 de setembro. “O Banco, portanto, não perdoou nenhuma dívida da Guiné Equatorial, uma vez que não há operações entre o BNDES e o governo do país”.

Existem três países africanos com Guiné no nome: além da Guiné Equatorial, há Guiné-Bissau e República da Guiné. Em 2013, a então presidente Dilma Rousseff anunciou que perdoaria ou renegociaria a dívida dessas duas últimas nações, além de outros dez países do continente. O valor total da dívida perdoada era de US$ 900 milhões.

*Nota: esta reportagem faz parte do projeto de verificação de notícias no Facebook. Dúvidas sobre o projeto? Entre em contato direto com o Facebook.

Editado por: Cristina Tardáguila/Agência Lupa.

Publicado por: Chico Gregorio


19/09/2018
07:32

Gás de cozinha terá novo reajuste de preços na Paraíba

O Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Paraíba (Sinregás-PB), confirmou na manhã desta terça-feira (18), mais um reajuste no valor do botijão de gás de cozinha à partir desta quarta-feira (19) em todos os pontos de revenda do Estado.

De acordo com o Sinregás-PB, o reajuste que corresponde a 4,4% está relacionado a um subsídio coletivo das distribuidoras de gás, que recebem o produto da Petrobras e repassam aos revendedores. Calculado, o valor chega a aproximadamente R$ 5,00 no preço final do produto.

Os pontos de revenda já estão autorizados a cobrar o novo preço do botijão de gás, que deve chegar a R$ 75,00, porém, os consumidores só devem encontrar o valor reajustado a partir desta quarta-feira (19).

WSCOM

Publicado por: Chico Gregorio


19/09/2018
07:21

2turma - FALTA DE PROVAS? STF absolve Renan Calheiros no caso Mônica Veloso

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu nesta terça-feira (18), por unanimidade (quatro votos a zero), absolver o senador Renan Calheiros (MDB-AL) da acusação de peculato (apropriação de dinheiro público).
Três ministros entenderam que não há provas para condenação do parlamentar: Luiz Edson Fachin, Celso de Mello e Ricardo LewandowskI. O ministro Gilmar Mendes considerou que não houve crime.

A ministra Cármen Lúcia, que também integra a Segunda Turma, não participou de sessão.
Em nota divulgada após a sessão, Renan disse que o resultado o fez “acreditar na Justiça e seguir em frente” (veja íntegra da nota ao final desta reportagem).

A ação penal foi aberta a partir do caso Mônica Veloso. Em 2007, o senador foi alvo de acusações de que uma empreiteira pagava a pensão da filha que ele teve com a jornalista.

Publicado por: Chico Gregorio


19/09/2018
07:11

O governo do presidente Michel Temer estimou que as renúncias tributárias chegarão a 306,398 bilhões de reais no ano que vem, o equivalente a 4,12% do Produto Interno Bruto (PIB), valor de dez orçamentos anuais do Bolsa Família.

O montante também chega perto do que seria necessário para bancar todas as despesas de pessoal em 2019, estimadas pelo governo em 325,9 bilhões de reais.

Os dados constam em informações complementares enviadas pelo Executivo ao Congresso sobre o projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) do próximo ano. Pelo documento, as diferentes renúncias referentes apenas ao Simples, regime tributário simplificado para microempresas e empresas de pequeno porte, somarão 87,253 bilhões de reais.

Com a Zona Franca de Manaus, serão outros 24,038 bilhões de reais. Já com renúncias ligadas à desoneração de itens da cesta básica, mais 18,027 bilhões de reais em 2019.

Para este ano, a previsão do governo é de menos renúncias tributárias, mas num peso ainda expressivo: 283,447 bilhões de reais.

Veja

Publicado por: Chico Gregorio


19/09/2018
07:06

Nas simulações de segundo turno, segundo o Ibope divulgado hoje, o candidato Jair Bolsonaro, que é primeiro colocado no primeiro turno, só ganha de Marina Silva. Dos demais nomes ele empata tanto numérica, quanto tecnicamente.

Contra Marina, ele atingiu 41% das intenções de voto contra 36% de Marina. Bolsonaro e Fernando Haddad empatam com 40% das intenções de voto. O candidato do PSL também empata em uma possível disputa com Geraldo Alckmin, ambos com 38%. Bolsonaro ainda chega a ser superado, numericamente, por Ciro Gomes (40% contra 39%), mas tecnicamente empatados.

Sobre a pesquisa

A pesquisa Ibop foi contratada pela TV Globo e O Estado de S. Paulo. A coleta dos dados aconteceu entre os dias 16 e 18 de setembro com 2.506 eleitores em 177 municípios. Ela foi calculada com margem de erro 2% para mais ou para menos e com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09678/2018.

Via BG

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Publicado por: Chico Gregorio


19/09/2018
07:03

General Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro, durante entrevista concedida à imprensa em hotel em Manaus
FOTO: Michael Dantas/Folhapress

 

Candidatos com chances crescentes de chegar ao segundo turno procuram, em geral, maneiras de se tornar aceitáveis para o máximo de eleitores de seus concorrentes. A vantagem básica do sistema de duas votações está, justamente, em incentivar a conciliação com a maioria dos representados.

A campanha presidencial de Jair Bolsonaro parece inclinada a desafiar essa lógica singela.

postulante do minúsculo PSL apresenta solidez nas pesquisas de intenção de voto no primeiro turno, em particular nas realizadas após o execrável ataque a faca de que foi vítima. Ao mesmo tempo, sua taxa de rejeição permanece a mais alta da disputa —e nem ele nem seus aliados demonstram empenho em reduzi-la.

Ao contrário, persistem acusações irresponsáveis, demonização de adversários e, pior, sinais alarmantes de desapreço por regras do jogo democrático.

Mostrou-se especialmente desastrado o protagonismo assumido pelo candidato a vice na chapa, o general da reserva Hamilton Mourão(PRTB). Já no dia da facada, 6 de setembro, divulgou nota em que culpava, com leviandade inaceitável, “um militante do Partido dos Trabalhadores” pelo atentado.

Em entrevista, divagou a respeito de hipóteses em que um presidente poderia aplicar um autogolpe; depois, defendeu um novo texto constitucional, não necessariamente elaborado por parlamentares sufragados pela população.

Ainda no leito do hospital, o próprio Bolsonaro deu sua contribuição para a sequência de despautérios. Ele gravou vídeo no qual, entre lágrimas, agradecimentos e diatribes eleitorais, retoma suas teses conspiratórias a respeito de fraudes nas urnas eletrônicas.

Não se trata aqui de mera crendice amalucada —de “gente que acredita em saci-pererê”, nas palavras do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal.

Tal pregação, reproduzida por parcelas barulhentas de seus apoiadores, alimenta a paranoia, semeia a descrença no processo democrático e, de mais imediato, abre caminho para que não se aceite um resultado desfavorável no pleito.

Implica ainda desacreditar as pesquisas de intenção de voto, que o colocam na liderança, mas com probabilidade considerável de derrota num segundo turno. No Datafolha, Bolsonaro tem 26% das preferências e 44% de rejeição.

A campanha, decerto, busca evitar a dispersão de seu eleitorado quando repele os números e fala em vitória até mesmo na primeira rodada de voto. Sua estratégia perigosa, porém, não pode ser tomada como arma eleitoral corriqueira.

Uma plataforma conservadora, na política, na economia ou nos costumes, é legítima e perfeitamente compatível com a democracia. A intolerância ideológica e o questionamento da lisura das instituições, nem tanto.

EDITORIAL FOLHA SP

Publicado por: Chico Gregorio


19/09/2018
06:55

Publicado por: Chico Gregorio


19/09/2018
06:48

Pesquisa ibope divulgada nesta terça-feira (18) mostra Jair Bolsonaro (PSL) em primeiro com 28%. Em segundo lugar, com uma forte arrancada, aparece Fernando Haddad (PT) com 19%. Ele cresceu 11 pontos desde a última pesquisa.

Ciro Gomes (PDT) tem 11%. Geraldo Alckmin (PSDB) 9%. Marina Silva (REDE) 6%.

Alvaro Dias (Podemos), João Amoêdo (Novo) e Henrique Meirelles têm 2% cada. Cabo Daciolo 1%.

Brancos e nulos 14%. Não responderam 7%. Os restantes não pontuaram.

 

Margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados  2.506 eleitores em 177 municípios. A pesquisa foi feita entre 16 e 18 de setembro.

Registro no TSE: BR-09678/2018. Nível de confiança: 95%. Contratantes da pesquisa: TV Globo e “O Estado de S.Paulo”

Publicado por: Chico Gregorio


19/09/2018
06:46

O Ibope aponta empate entre Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), por 40% a 40%, num eventual segundo turno. 

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Publicado por: Chico Gregorio


18/09/2018
18:41

A Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (OSUFRN) realiza, no próximo sábado, 22, seu sexto concerto oficial de 2018. O evento acontecerá em duas sessões, às 18h e às 20h, na Escola de Música (EMUFRN), com regência do maestro André Muniz.
O repertório traz as obras Sinfonia nº 4, escrita em 1806, por Beethoven, e Os Pinheiros de Roma, peça do principal compositor italiano do século XX, Ottorino Respighi. O evento é gratuito e os ingressos podem ser retirados a partir da quinta-feira, 20, na coordenação de eventos da EMUFRN.

Apresentação no Vaticano

A escolha do repertório marca o início oficial das atividades da Orquestra Sinfônica, que participará da audiência geral do Vaticano, com a presença do Papa Francisco, no dia 12 de dezembro. Esta será a segunda vez que a Orquestra se apresenta internacionalmente, a primeira aconteceu em 2015, na Alemanha.

Publicado por: Chico Gregorio


18/09/2018
18:40

O Seminário de Relançamento do Grupo de Pesquisa História, Cultura e Poder (GPHCP) acontece nesta quarta-feira, 19, com o título “Há 50 anos de 1968: possibilidades de uma História Política para o século XXI”, no Centro de Ensino Superior do Seridó (Ceres-Caicó) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O evento é voltado para professores e alunos do curso de História e demais graduações do Ceres.

Realizado pelo Departamento de História do Ceres, o seminário terá palestras de especialistas em História Política, além da exibição de obras audiovisuais pertinentes à área. O objetivo é divulgar o GPHCP e aproximar os estudantes do curso de História da pesquisa e da extensão, bem como abrir as portas para trocas com outros cursos do Centro e de outras instituições de ensino básico e superior de Caicó e da comunidade em geral.

GPHCP
O Departamento de História do Ceres (DHC) formou o Grupo de Pesquisa História, Cultura e Poder (GPHCP) em 2010, o qual ganhou força com a entrega do prédio dos laboratórios de História do Ceres-Caicó, em 2015. A criação do Laboratório de História e Práticas de Pesquisa (LHCP) foi outra conquista, no ano de 2017.

Publicado por: Chico Gregorio