24/09/2018
06:43

A possível volta de Dinaldinho ao cargo de prefeito

Os bastidores da política em Patos estão fervendo com a possibilidade do prefeito afastado Dinaldinho Wanderley (PSDB) voltar ao cargo esta semana.

Há uma forte possibilidade de que o Agravo (recurso interposto por Dinaldinho) seja julgado no próximo dia 26 de setembro (quarta-feira), quando ocorre a reunião do órgão Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba.

Depois que o TJPB acolheu o Agravo de Múcio Satyro Filho (ex-chefe de Gabinete de Dinaldinho), determinou a expedição do Alvará de Soltura e o colocou em liberdade, muitos juristas acreditam que o Tribunal também possa acolher o recurso de Dinaldinho e autorizar seu regresso ao cargo de prefeito.

No entanto,  enquetes feitas em programas de rádio da cidade demonstraram que mais de 75% da população não quer que Dinaldinho Wanderley volte ao cargo.

Só resta aguardar o desenrolar dos próximos capítulos deste caso que põe a cidade de Patos em destaque nas searas jurídica e política.

Via Folha Patoense .

Do blog: O prefeito de Patos foi afastado no mesmo dia que foi afastado o prefeito de Caicó, Batata Araújo, com uma diferença, que Batata foi afastado e preso, já o de Patos foi apenas afastado. O TJ da Paraíba, deve julgar na quarta-feira se Dinaldo reassume o cargo, há informação que esta semana o TJ do RN, também pode definir o futuro do prefeito afastado de Caicó, vamos aguardar os desdobramentos.

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2018
06:30

Resultado de imagem para fotos de arão ontem no jogo do flamengoTentando retomar o equilíbrio no Brasileirão e não desgrudar dos líderes, o Flamengo conquistou importante vitória neste domingo (23) no Maracanã. O Rubro-Negro derrotou o Atlético-MG por 2 a 1, com gols de Willian Arão e Lucas Paquetá. O zagueiro Léo Silva descontou para o Galo em duelo foi válido pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O triunfo deixa o Flamengo em quarto na tabela, com 48 pontos. Já o Atlético-MG segue em sexto, com 42 somados.

O torcedor que chegou tarde no Maracanã perdeu o gol do Flamengo. Logo no primeiro minuto, Trauco rolou para Arão na área. O volante pegou de primeira e fez 1 a 0. O Galo demorou a assimilar o gol, mas quando conseguiu, buscou o empate com Léo Silva, que completou escanteio cobrado por Luan. O Galo até demorou para assimilar o golpe, mas conseguiu chegar ao empate. Na marca dos 22, Léo Silva ganhou no alto, em escanteio cobrado por Luan, e igualou para o Atlético-MG. Aos 35 minutos, por pouco os visitantes não viraram com Chará, que desperdiçou chance cara a cara com Diego Alves.

O Flamengo voltou do intervalo buscando o resultado positivo no Maraca. Aos oito minutos, Lucas Paquetá pareceu livre na segunda trave para cabecear e colocar o Rubro-Negro novamente à frente no marcador. Nos minutos seguintes o Galo tentou imprimir verdadeira pressão. A chance mais clara veio aos 30 minutos, quando Fábio Santos acertou bola na trave que contou com desvio de Léo Duarte. Aos 45 minutos Denilson rolou para Léo Silva, que mandou uma bomba e quase fez um belo gol. Aos jogadores do Flamengo, só restou torcer. No último lance do jogo, Cazares acertou a trave em cobrança de falta.

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2018
06:22

Resultado de imagem para fotos de haddad em recifeO candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, prometeu neste domingo (23) durante campanha em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), que, se eleito, vai trabalhar pela recuperação das nascentes do Rio São Francisco. O rio corta cinco estados brasileiros e é um dos mais importantes do país.

Haddad desembarcou em Petrolina na manhã deste domingo. Depois seguiu para Juazeiro, onde discursou para apoiadores e depois retornou a Petrolina pela ponte Presidente Dutra que liga as duas cidades.

“Eu queria assumir um compromisso para o futuro […] Nós vamos intensificar a recuperação das nascentes do São Francisco. Nós não vamos deixar este rio morrer jamais. E para isso nós temos que desassorear o rio. Tem regiões do rio que estão assoreadas, e temos que recuperar a mata porque sem a recuperação da mata e sem tirar a areia e o lixo que caem no rio, esse rio corre risco”, afirmou o candidato em discurso para apoiadores em Juazeiro.

“Assumimos o compromisso de recuperar as nascentes do Rio São Francisco. Rio generoso que está dando água para todo o Nordeste – Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará. Todo o Nordeste está sendo irrigado pelo São Francisco. É a hora de assumir mais uma vez o compromisso com a recuperação das nascentes. É isso que nós viemos fazer aqui hoje”, disse.

Bolsa Família

Fernando Haddad também falou em fortalecer o programa Bolsa Família como forma de ativar a economia e gerar empregos.

“Bolsa Família vai ter que ser fortalecido, porque as famílias de baixa renda, são as que mais consomem e, sem consumo, nós não vamos ter ativação da economia e não tem como gerar emprego”, afirmou Haddad.

“Nós temos que tomar todas as providências para as famílias de classe média e baixa renda terem uma renda disponível um pouquinho maior, tanto da queda de juros, com o aumento do bolsa família quanto da diminuição do imposto de renda, sem consumo o empresário não tem como contratar”, disse o candidato.

G1

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2018
06:10

A pesquisa FIERN/Certus trouxe a curva de crescimento das candidaturas ao Governo do Estado. O que pode se perceber nos gráficos? O blog explica a seguir.

De abril para cá, a líder nas pesquisas Fátima Bezerra (PT) apresentou constância na curva de crescimento sem oscilar para baixo. Ela ganhou 11 pontos percentuais em três meses. Cresceu lentamente, mas sempre subindo.

O ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) manteve-se estagnado oscilando dentro da margem de erro, mas na pesquisa de hoje mostrou um crescimento vertiginoso. Provavelmente seja fruto do horário eleitoral e da ação de parceiros políticos no interior do Estado. Ele abocanhou a maior parte dos indecisos num comparativo com a pesquisa de agosto.

Já o governador Robinson Faria (PSD) mostrou crescimento constante também tendo curva positiva, mas ainda de forma muito lenta.

Veja o gráfico

A pesquisa FIERN/Certus ouviu 1.410 eleitores entre os dias 14 a 17 de setembro em 8 regiões do RN. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral com sob os protocolos BR-04034/2018 e RN-07782/2018.

Via Blog do Barreto.

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2018
06:08

O Valor Econômico desta segunda-feira destaca a campanha da Senadora Fátima Bezerra ao governo do RN que vem enfrentando o “acordão das famílias tradicionais” e o atual governador e vem surpreendendo. Segue reportagem:

Reduto das famílias Alves e Maia, que dominam a política local – juntas ou separadas – há quatro décadas, o Rio Grande do Norte aponta, faltando duas semanas para o primeiro turno, para uma eleição surpreendente.

Na liderança da disputa para governador está a senadora Fátima Bezerra, do PT. Pedagoga seguidora de Paulo Freire, militante dos movimentos negro e LGBT, Fátima está 14 pontos percentuais à frente do ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), que uniu os clãs tradicionais em seu entorno e era dado como favorito. De acordo com o Ibope, divulgado sexta-feira, ela registra 39% das intenções e ele, 25%. Em terceiro, com 13%, está o atual governador, Robinson Faria (PSD), que vem de uma gestão cheia de problemas e ainda devendo o 13º salário de 2017 de parte dos funcionários públicos.

Para acessar a reportagem completa clique no link: https://www.valor.com.br/politica/5875829/militante-e-lulista-fatima-e-surpresa-no-rn

Via BG.

Publicado por: Chico Gregorio


23/09/2018
15:13

Reportagem de Rubens Valente e Marina Dias na Folha de S.Paulo informa que telegramas do Itamaraty revelam que, em 2011, durante o governo de Dilma Rousseff (PT), o hoje presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) pressionou o Itamaraty como deputado federal e teve o apoio do órgão para resolver um assunto pessoal.

De acordo com a publicação, em seu site, no tópico sobre “o que nós não podemos fazer por você”, o Itamaraty informa que não pode “interferir em questões de direito privado, como direitos do consumidor ou questões familiares”. Em 2011, contudo, o órgão mobilizou seu setor consular na Noruega a pedido do parlamentar e foi atrás de uma mulher com quem Bolsonaro havia tido um filho. O episódio se passou em julho de 2011, quando Ana Cristina Valle, mãe que tinha a guarda de Jair Renan, à época com cerca de 12 anos de idade, embarcou com o menino para Oslo, Noruega. Inconformado com a viagem, que teria ocorrido à sua revelia, Bolsonaro abriu uma ação judicial no Rio de Janeiro e procurou o Itamaraty para que o órgão intercedesse em seu favor.

Segundo os telegramas, obtidos por meio da Lei de Acesso com vários trechos ainda cobertos por tarjas pretas, Bolsonaro procurou a assessoria parlamentar do Itamaraty, destinada a atender demandas dos congressistas, e esteve na Sere, unidade do ministério responsável pelo serviço consular. Bolsonaro “solicitou gestão do Itamaraty para averiguar as condições em que estaria” seu filho, segundo trecho do telegrama, completa a Folha.

Publicado por: Chico Gregorio


23/09/2018
15:04

Por Reinaldo Azevedo

O Jair Bolsonaro “liberal”, no qual acreditam setores do mercado, é só uma invenção eleitoral oportunista em que o medo de pobre e de preto, compartilhado por setores da classe média e dos ricos, finge acreditar.

“Ah, só classe média e rico vota em Bolsonaro?”

Quem leu isso no que escrevi pode parar por aqui porque é analfabeto funcional e não vai entender o resto. Vá votar no “capitão” e seja feliz em sua vida ágrafa.

A única saída que o Brasil tem para a crise — ÚNICA — é diminuir os gastos do Estado e a interferência do dito-cujo na economia. Teria de haver uma redução de desembolsos propriamente, com a revisão de determinados programas e da brutal renúncia fiscal sob o pretexto de proteger alguns setores — ou “os empregos”, na versão estúpida adotada pelo governo Dilma.

Ocorre que isso não se faz sem uma pactuação política e sem negociar a redução do tamanho do gigante com os setores diretamente beneficiados. É trabalho para candidato a estadista, não para economista em fase de mania. Nesse caso, só remédio resolve; não o poder.

A estratégia de Bolsonaro, em havendo uma, é o “choque”. A turma é tão fascinada pelos movimentos circenses de Donald Trump que tentará reproduzir por aqui o que o malucaço faz por lá. “Ah, mas está dando certo…” Peguem a interferência que tem o Estado americano na vida dos cidadãos e a que tem o Estado brasileiro. O sistema americano até pode abrigar um “clown”, se é que ele termina o mandato; o do Brasil, não. Mas isso fica para outra hora.

O fato e que inexiste um “Bolsonaro liberal”. Existe é um Paulo Guedes que pode ser identificado com esse pensamento em economia, mas que dá mostras de não entender como funciona a democracia. A sua proposta mais clara sobre impostos, tanto quanto aquilo é claro, foi exposta em encontro privado de investidores, misturando unificação de impostos com volta da CPMF. As tentativas de desmentido soaram patéticas. Quando menos porque os impostos unificados não são universais — pagos por todos —, e a CPMF sim. Aritmética elementar: está sobretaxando o pobre, que já é, relativamente, quem mais paga impostos no Brasil.

Então por que esse encanto com Bolsonaro? Ah, porque, como é mesmo?, é um homem “sem medo de dizer verdades”.

E, ora vejam, suas “verdades” nada têm a ver com economia ou política. Bolsonaro faz com que os preconceitos mais primitivos, mais incivilizados e potencialmente mais brutais se manifestem como coisa normal, corriqueira, como parte da vida. Afinal, “tem preto folgado mesmo”; “esses índios são uns preguiçosos”; “Maria do Rosário é mesmo feia” (nego-me a reproduzir o resto do raciocínio até como caricatura); “bandido bom é bandido morto”; “brasileiro gosta é de mamata”; “essas pessoas penduradas no Bolsa Família são umas preguiçosas ou estariam trabalhando…”

Não é o liberalismo de Bolsonaro que seduz porque este, a rigor, não existe. A sua trajetória o prova. É a mobilização da besta do preconceito e do rancor instalada no fundo de algumas consciências.

Para essas almas encantadoras, um Geraldo Alckmin, por exemplo, ou um Henrique Meirelles não bastam. E não! A recusa nada tem a ver com o fato de que seriam “políticos tradicionais” — Meirelles disputou apenas uma eleição e, com efeito, teve papel fundamental duas vezes no equilíbrio das contas; contribuiu para tirar o país do abismo em ambas as circunstâncias…

Se é “liberalismo” que querem esses valentes, as opções estão dadas. Até João Amoêdo, novo, mas inequivocamente liberal, atenderia a esse pressuposto.

O Bolsonaro que atrai essas camadas de que falo é justamente o ILIBERAL, o reacionário, o do discurso fascistoide, o que alimenta a impressionante rede de ódio montada da Internet para xingar, intimidar, desmoralizar, enquadrar e demonizar pessoas que discordam dessa adorável visão de mundo.

A Folha publica nesta sexta um exaustivo levantamento sobre os votos do “capitão”. Resumo: antiliberal, corporativista, favorável ao aumento de gastos do Estado.

“Ah, mas o Guedes vai dar um jeito nele!”

O Guedes, neste momento, foi submetido ao silêncio obsequioso. Levou um cala-boca!

Fica mais fácil assumir que o voto em Bolsonaro está ligado ao que essa gente pensa sobre pretos, índios, mulheres, os “brasileiros” (que são sempre os outros), o Bolsa Família…

A reportagem sobre a trajetória do corporativista, estatista e antiliberal de Bolsonaro está aqui.

Ah, sim: sem querer chatear ninguém, lembro que os pobres não vão desaparecer por mágica. Nem que se meta a polícia para dar um jeito “nessa gente”…

Vai Blog do Barreto.

Publicado por: Chico Gregorio


23/09/2018
14:44

Sem destaque, na coluna de Sonia Racy, no Estadão, mais uma pérola do “Posto Ipiranga” econômico de Jair Bolsonaro: apoiar a ideia de um acordo com o moribundo Michel Temer para que este fique com a impopularidade de uma reforma previdenciária:

Paulo Guedes, na sua última conversa com investidores antes de Jair Bolsonaro pedir silêncio – aconteceu na gestora [de fundos] GPS, terça-feira. fez observação bastante significativa. Informou ser possível que o candidate do PSL, caso vença o pleito, ajude Temer a aprovar a reforma da Previdência antes do fim do ano.  “Se ele fizer isso, e e bom para ele fazer isso, o avião que vamos pegar não cai na minha cabeça”, atirou, duvidando de que o sucessor de Temer, qualquer que seja, consiga votar a reforma no primeiro trimestre.

Mesmo que seja uma impossibilidade política, com um governo derrotado, a um mês e meio do final do mandato, este senhor sugere, simplesmente, um a aplicação de um crime de estelionato sobre a população.

Estelionato, mesmo, coisa de gente de mau-caráter, que acha que os “otários” vão achar que é “culpa do Temer” aquilo que é desejo de Bolsonaro que, aliás, passou à reserva remunerada aos 33 anos, ao eleger-se vereador.

Será isso que o tal “mercado” chama de segurança econômica?

No meu tempo chamava-se de molecagem.

Via Fernando Brito.

Publicado por: Chico Gregorio


23/09/2018
14:39

World Economic Forum/Mattias Nutt | Flávio Florido/SEBRAE

“Doria, que conseguiu a façanha de se eleger prefeito no primeiro turno de 2016 ancorado no discurso da novidade política, está claramente sendo punido por ter abandonado o cargo apenas 15 meses depois da posse. Rejeitam o seu nome 47% dos eleitores da capital”, aponta editorial do jornal, publicado neste domingo, que confirma o favoritismo de Paulo Skaf.

Via 247 Brasil.

Publicado por: Chico Gregorio


23/09/2018
14:08

A senadora Fátima Bezerra (PT) segue liderando as intenções de voto para o Governo do Rio Grande do Norte. É o que mostra a quarta rodada da pesquisa Retratos do RN encomendada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte ao Instituto Certus.

Na pesquisa estimulada ela possui 36,24% contra 21,21% para Carlos Eduardo Alves (PDT). Considerando apenas os votos válidos, a petista aparece com 49,76% e o ex-prefeito de Natal com 29,11%.

Na pesquisa espontânea (quando não é apresentada uma lista de candidatos ao entrevistado) Fátima tem 22,70% e Carlos Eduardo 12,77%.

Já o mais rejeitado é o governador Robinson Faria (PSD) com 36,10% seguido por Fátima Bezerra (13,30%) e Carlos Eduardo (9,49%).

Via Blog do Barreto.

Publicado por: Chico Gregorio


23/09/2018
10:06

Publicado por: Chico Gregorio


23/09/2018
09:52

SENADO – Utilizando a soma do 1º + 2º Voto para o SENADO temos o seguinte cenário – utilizando a metodologia de apuração do TSE:

Styvenson  – 12,09%

Garibaldi  – 12,62%

Zenaide  – 9,68%

Geraldo –  10,96%

Nenhum 23,05%

N/S 20,11% N/R 0,21%

Publicado por: Chico Gregorio


23/09/2018
09:20

Um dado curioso da Pesquisa Retratos do RN encomendada pela Federação das Indústrias do RN ao Instituto Certus foi averiguação do sentimento dos eleitores indecisos e propensos anular o voto.

Os dois perfis se mostraram mais inclinados a votar na senadora Fátima Bezerra (PT).

Confira os números

Para quem respondeu votar nulo, branco ou nenhum foi questionado qual candidato pode vir a receber o voto:

Fátima Bezerra: 11,27%

Carlos Eduardo e Robinson Faria: 3,27%

Nenhum: 70,91%

Quem respondeu não saber em quem votar (indeciso) foi questionado qual candidato poderá receber o seu voto:

Fátima Bezerra 13,39%

Carlos Eduardo 5,36%

Robinson Faria 8,93%

Não Sabe 56,25%

Nenhum 11,61%

A pesquisa FIERN/Certus ouviu 1.410 eleitores entre os dias 14 a 17 de setembro em 8 regiões do RN. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral com sob os protocolos BR-04034/2018 e RN-07782/2018.

Vai Blog do Barreto.

Publicado por: Chico Gregorio


23/09/2018
09:09

GOVERNO DO RN – Os resultados do 3º cenário para o 2º Turno:

Fátima Bezerra 55,32%

Robinson Faria 18,37%

Nenhum 21,63%

Não sabe 4,61%

Não Respondeu 0,07%

Publicado por: Chico Gregorio


23/09/2018
09:06

GOVERNO DO RN – Os resultados dos cenários para o 2º Turno foram os seguintes:

1º cenário:

Fátima Bezerra 47,80%

Carlos Eduardo 32,98%

Nenhum 14,82%

Não sabe 4,26%

Não Respondeu 0,14%

Publicado por: Chico Gregorio