10/07/2019
06:48

O Fórum Estadual dos Servidores Públicos do Rio Grande do Norte, formado por todas as categorias do funcionalismo potiguar, se reuniu nesta terça-feira, 9, e demonstrou insatisfação com o calendário de pagamentos apresentado pela governadora Fátima Bezerra para os meses de julho, agosto e setembro de 2019.

O Fórum já havia demonstrando descontentamento com o calendário através de um ofício protocolado na terça-feira passada, 2, segundo
a presidente do Sindicato dos Servidores da Administração Direta (SINSP), Janeayre Souto. Para ela, o cronograma não atende às reivindicações da categoria.

“Se trata de um calendário de pagamentos punitivo e excludente. O servidor que recebeu bruto no dia 15 de junho o valor de R$ 4 mil, só vai receber seu salário integral do mês de julho com 45 dias. Além disso, o servidor que recebe o salário de R$ 3 mil e 1 centavo só irá receber 30%”, criticou a sindicalista ao Agora RN.

No próximo dia 13 de agosto, ficou decidido que haverá uma paralisação em todo o Estado em defesa dos serviços e dos servidores públicos. “O Fórum não vai se calar diante do zero ofertado pela governadora para os servidores do Poder Executivo”, garantiu Janeayre.

A reunião desta terça-feira, 9, contou com a participação dos Sindicatos dos Trabalhadores do Serviço Público da Administração Direta (SINSP), da Administração Indireta (SINAI), da Educação Pública (SINTERN), da Saúde (SINDSAÚDE), dos Agentes Penitenciários (SINDASP), dos Enfermeiros (SINDERN) e dos Auditores Fiscais (SINDIFERN).

Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


10/07/2019
06:39

Um mês após a divulgação de conversas entre integrantes da Operação Lava Jato, o site Intercept Brasil divulgou, hoje, o primeiro áudio do procurador Deltan Dallagnol.

No áudio, o procurador fala sobre a decisão que impediu a entrevista de Lula, que havia sido solicitada pela Folha de S.Paulo durante o período eleitoral.

Dallagnol informa sobre a decisão judicial e pede aos demais integrantes da Operação que evitem falar sobre o tema.

Via BG

Publicado por: Chico Gregorio


10/07/2019
06:35

 

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) disse nesta terça-feira, 9, ao Estadão/Broadcast que os policiais também precisam dar sua “cota de sacrifício” na reforma da Previdência.  “É preciso ter uma certa maturidade para que a gente chegue a um consenso de que o Brasil está acima de tudo”, disse.

Conforme informou o Estado, o governo tenta conter o racha do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, para evitar abrir uma “porteira” para novas mudanças na votação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados. Com 22 dos 54 deputados eleitos com a bandeira da segurança pública, o PSL deve entrar na votação dividido em relação a regras mais brandas para policiais federais, rodoviários e legislativos.

Na avaliação de Eduardo Bolsonaro, que é advogado e policial federal, o PSL deve demonstrar “coesão e unidade” na votação da matéria no plenário da Câmara, mas o parlamentar observou que não tem como controlar o posicionamento dos colegas de bancada. “Ninguém acorda querendo fazer uma reforma. Ninguém bate na porta do governo para trabalhar mais três, quatro, cinco anos. Mas ou o Brasil faz isso ou daqui a pouco a gente vai chegar numa situação igual à da Grécia”, afirmou o deputado federal.

ESTADÃO CONTEÚDO

Publicado por: Chico Gregorio


10/07/2019
06:33

Presente no plenário da Câmara nesta terça-feira (9), durante o início da discussão da nova Previdência, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou ao site Jota que a liberação de emendas orçamentárias de sua pasta para os parlamentares foi um esforço para a aprovação da reforma, prioridade do governo de Jair Bolsonaro.

A declaração difere da do presidente da República, que em entrevista e nas redes sociais disse que a medida é uma ação normal da administração pública, sem relacioná-la com a Previdência.

À Folha, Mandetta disse que a liberação de emendas é uma ação normal, embora seja óbvio, em suas palavras, que ela tenha sido impulsionada pela aproximação da votação da reforma.

liberação de verbas federais em troca de votos no Congresso, uma das características do chamado toma lá dá cá, é uma prática que Bolsonaro, durante a campanha, afirmou que iria acabar.

Apesar disso, o governo ofereceu a cada parlamentar fiel um lote extra de R$ 20 milhões de emendas (em um total de mais de R$ 3 bilhões). Além disso, acelerou o empenho —que é o registro oficial de que pretende executar aquele gasto— das emendas ordinárias, conforme mostrou a coluna Painel nesta terça: liberou quase R$ 1 bilhão na véspera da votação, tudo relacionado à pasta da Saúde.

Parlamentares do PT foram à tribuna reclamar do ministro, afirmando que ele cometeu crime ao contrariar dispositivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias que veda o uso de verba pública para influenciar votações.

PROMESSAS DE EMENDAS ATINGE MAIS DE R$ 5 BILHÕES

Na tentativa de iniciar a votação da reforma da Previdêncianesta terça-feira (9), o governo federal aprovou medidas para afagar a bancada ruralista e impulsionou o envio de recursos às bases eleitorais de deputados.

O Executivo acelerou a liberação de emendas orçamentárias e ofereceu um lote extra aos congressistas. Já foram prometidos ao menos R$ 5,6 bilhões a deputados.

Ainda assim, os partidos ampliaram a lista de exigências, atrasando o início da votação da reforma no plenário.

Partidos pressionam por um volume maior de empenho de emendas e também manifestam desconfiança de que o governo, passada a votação, vá descumprir a sua palavra e não executar de fato as emendas.

“Toda a relação do Legislativo com o Executivo é sempre de desconfiança, até porque esse governo, no início, gerou uma desconfiança na relação. Mas acho que isso vai caminhar para o leito normal do rio”, afirmou presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ao falar sobre as emendas.

O deputado se tornou o principal fiador da reforma. Entre outros pontos, ele discutia com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), compromisso de ele segurar a votação da reforma no Senado até que o governo cumpra a promessa de liberar, de fato, o dinheiro das emendas ordinárias e extras.

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM), chegou à Câmara por volta das 18h e, segundo deputados, assegurou que o governo irá cumprir a sua palavra.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


09/07/2019
11:56

Bolsonaro apoia o fim da obrigação de igrejas menores se inscreverem no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), já editada pela Receita; e a elevação (de R$ 1,2 milhão para R$ 4,8 milhão) do piso de arrecadação para que uma igreja seja obrigada a informar suas movimentações financeiras diárias

Presidente Jair Bolsonaro
Presidente Jair Bolsonaro (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

247 – O presidente Jair Bolsonaro estabeleceu prazo de dois meses para o secretário especial da Receita Federal , Marcos Cintra, atender a solicitações de parlamentares que contestam multas cobradas de entidades religiosas, informam os jornalistas Bernardo Mello e Thiago Franco,  em reportagem no jornal O Globo.

“A proposta, apresentada por intermédio do deputado federal Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), já conseguiu duas vitórias parciais: o fim da obrigação de igrejas menores se inscreverem no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), já editada pela Receita; e a elevação (de R$ 1,2 milhão para R$ 4,8 milhão) do piso de arrecadação para que uma igreja seja obrigada a informar suas movimentações financeiras diárias. A bancada evangélica também pediu que as entidades sejam liberadas de determinadas demonstrações contábeis”, aponta o texto. O deputado que apresentou a proposta é ligado ao pastor Silas Malafaia.

 

Publicado por: Chico Gregorio


09/07/2019
11:51

Passado um mês desde que o site The Intercept Brasil revelou os diálogos travados pelo ex-juiz Ségio Moro com procuradores da Lava Jato que comprovam o direcionamento e manipulação dos processos da operação, caiu por terra a imagem criada pela mídia de que Moro era um implacável combatente da corrupção e que a operação não tinha propósitos políticos

(Foto: Senado | ALESP)

Lu Sudré, Brasil de Fato – Mudou tudo e não mudou nada. Há exatamente um mês, no dia 9 de junho, o The Intercept Brasil publicava as três primeiras reportagens de uma série de matérias jornalísticas sobre a operação Lava Jato. “As mensagens secretas da Lava Jato” ditaram um novo e conturbado episódio político no país e afetaram consideravelmente as percepções sobre a operação e principalmente sobre a figura do ex-juiz Sérgio Moro. Até o momento, porém, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e as devidas instâncias do Poder Judiciário não esboçaram nenhum movimento no sentido de apurar as informações vazadas nem de responsabilizar os envolvidos.

Produzidas a partir de arquivos inéditos, obtidos de uma fonte anônima, as reportagens expuseram a atuação política e parcial do atual ministro da Justiça em conjunto com o procurador Deltan Dallagnol, que coordenou a força-tarefa da Lava Jato. O furo jornalístico trouxe à tona diálogos privados do aplicativo de mensagens Telegram, que ocorreram entre 2015 e 2018, e que evidenciam a articulação e cooperação entre o juiz e o promotor.

Ao longo de um mês, o veículo publicou onze reportagens, incluindo um editorial que discorre sobre os motivos que levaram a equipe do jornalista Glenn Greenwald a publicar o conteúdo exclusivo. Algumas matérias da série foram publicadas em parceria com veículos da mídia comercial como a Folha de S. Paulo, a revista Veja e a Band News, dando uma repercussão ainda maior aos fatos.

Publicado por: Chico Gregorio


09/07/2019
11:31

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PEC para parlamentares 
Passou na Comissão Especial e vai à votação em plenário a Proposta de Emenda à Constituição do RN que assegura aos deputados estaduais que, caso sejam demandados judicialmente em ações relacionadas ao exercício da atividade parlamentar, possam ser representados judicialmente pela Procuradoria-Geral da Assembleia Legislativa.
A PEC, de autoria do presidente Ezequiel Ferreira e deputados, também abrange o Procurador-Geral do Estado, Prefeitos e Presidentes das Câmaras Municipais.
Via Rosalie Arruda.

Publicado por: Chico Gregorio


09/07/2019
11:23

A defesa do sargento da FAB preso com 39 kg de cocaína na Espanha afirmou ao Ministério Público Militar que há evidências de “ações clandestinas para imputar crimes” ao militar.

Ou seja, tudo teria sido uma armação da esquerda para “prejudicar a imagem do Brasil e do governo do Presidente Jair Bolsonaro”.

O sargento Manuel Silva Rodrigues fazia parte da comitiva que acompanhava a viagem de Bolsonaro ao Japão. A narrativa de armação fornece combustível aos lunáticos do bolsonarismo que insistem em “fake news” absurdas como o kit gay, a mamadeira de piroca, o pavão misterioso, entre outras.

Via Esmael Moras.

Publicado por: Chico Gregorio


09/07/2019
11:16

A Controladoria Geral da União (CGU) detectou um sobrepreço na compra de alimentação para as Unidades de Pronto Atendimento (UPA) de Natal. De acordo com a análise, a Secretaria Municipal de Saúde pagou em 2014, ainda durante a gestão do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (2013-2018), R$ 2,4 milhões acima do valor de mercado.

O relatório da CGU exige providências de regularização por parte dos gestores federais. O documento foi encaminhado para o Tribunal de Contas da União (TCU), Ministério Público Federal (MPF) e Ministério da Saúde, para que se tomem as medidas administrativas, cíveis e, caso seja necessário, penais.

A análise da CGU ocorre em razão de que o dinheiro gasto para o contrato foi oriundo de um repasse feito pelo Ministério da Saúde para a Prefeitura do Natal. De acordo com o relatório, por intermédio do pregão 20.081/2014, a Secretaria Municipal de Saúde de Natal contratou a empresa Refine Refeições Industriais Especiais Ltda. para fornecimento de refeições prontas para as Unidades de Pronto Atendimento da capital. O valor do contrato foi de R$ 6.059.500 para a compra de 610 mil refeições, mas a mesma quantidade de alimento poderia ser adquirida com R$ 3.628.200.

Segundo a CGU, o cálculo do sobrepreço foi analisado a partir da comparação com o pregão eletrônico nº 001/2014, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), que realizou uma compra semelhante para alimentação de alunos e servidores. Somente com a compra 140 mil refeições para o jantar, o IFRN gastou R$ 956 mil, enquanto que, para a mesma quantidade de refeições, a SMS gastou R$ 1,999 milhão, o que representa uma diferença de 109%.

Para a Controladoria, a licitação se ancorou “como base para definição dos preços de mercado numa planilha viciada”.

Ainda de acordo com o relatório, a SMS não realizou análise sobre o quantitativo necessário para atender o número de profissionais e pacientes que seriam beneficiários para cada uma das refeições, bem como horários e unidades a serem atendidas.

Além da questão do sobrepreço, a CGU avaliou que a prefeitura não puniu uma das empresas que participaram da disputa. Segundo a análise, a empresa P. J. Refeições Coletivas Ltda. EPP apresentou sua desistência do certame, após alegar suposta exaustão da sua capacidade de produção. A desistência foi prontamente acatada e não houve qualquer procedimento administrativo com vistas à apuração da veracidade das informações.

Entretanto, em 2015, a mesma empresa venceu uma licitação para o fornecimento de refeições para o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE).  “O que se leva a concluir que a empresa prestou informação falsa e fraudou o certame 20.081/2014 [em Natal] quando alegou não poder honrar com a contratação por estar no máximo de sua capacidade operacional”.

Na avaliação da Controladoria, a empresa teve a função de “puxador de corrida” ao longo da licitação. “Aqui eles não ditam o ritmo da corrida, mas o dos preços, ora para cima ou ora para baixo”, traz o relatório.

Procurada pela reportagem do Agora RN, a Secretaria Municipal de Saúde não se manifestou sobre o caso.

Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


09/07/2019
11:10

A governadora Fátima Bezerra (PT) e a bancada federal do Rio Grande do Norte se reuniram na última segunda-feira, 8, para discutirem soluções para o atraso de repasses do Governo Federal para setores importantes do estado potiguar como a saúde.

“Há três semanas tentamos marcar audiência com o ministro da Saúde e não conseguimos. Vimos tratando com o Ministério desde fevereiro. Atendemos todas as solicitações do Governo Federal, apresentamos relatórios e documentos e o ministro prometeu que iria fazer os repasses. Mas isto não aconteceu. Não quero acreditar que está havendo retaliação política ao povo do Rio Grande do Norte”, afirmou a governadora Fátima Bezerra.

O deputado federal João Maia (PL) disse que “o governo federal está devendo ao Rio Grande do Norte”, enquanto que o secretário da Saúde, Cipriano Maia, afirmou que o “atraso no pagamento a fornecedores e alguns prestadores de serviços” é consequência desses atrasos. Segundo Maia, o déficit previsto para 2019 é de R$ 154 milhões.

Foram feitas as seguintes solicitações do Rio Grande do Norte ao Ministério da Saúde:

  • Hospital da Polícia Militar: R$ 7,8 milhões/ano
  • Custeio da produção da Sesap: R$ 50,4 milhões/ano
  • Complementação dos serviços sem financiamento federal: R$ 33 milhões/ano
  • Cirurgias oncológicas: R$ 17 milhões/ano
  • Cirurgias ortopédicas: R$ 2 milhões/ano
  • Cirurgias urológicas: R$ 2,2 milhões/ano
  • Déficit nas tomografias, ressonâncias e cintilografias: R$ 26 milhões/ano
  • Leitos de UTI judicializados: R$ 45,9 milhões
  • Leitos de UTI próprios: R$ 20,8 milhões
  • Cirurgias eletivas: R$ 7,6 milhões.
  • Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


09/07/2019
10:59

Prevista para começar a ser votada nesta terça-feira, 9, na Câmara, a reforma da Previdência tem apoio de 268 deputados, aponta o Placar da Previdência feito pelo Estado. Desse total, 17 condicionam o voto favorável a mudanças no texto. O número representa aumento de 21 votos a favor em relação a domingo, 7, a maior parte de deputados que não tinham respondido às questões.

O número de votos contrários aumentou de 97 para 105. Até a última segunda, 8, 22 horas, 23 ainda se diziam indecisos. Outros 72 deputados não quiseram responder e 42 não foram localizados. Esse é o maior apoio já registrado nas edições do Placar da Previdência. Para aprovar o texto na Câmara são necessários 308 votos. Nos cálculos do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o governo já tem 330 votos favoráveis.

Estado procurou todos os 513 deputados nas últimas duas semanas por telefone, e-mail ou assessoria de imprensa. Pelo placar, os leitores podem se comunicar, por e-mail, com os deputados para cobrá-los sobre seus posicionamentos.

O PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, declarou 41 votos para aprovar o texto de uma bancada de 54 deputados. No domingo, eram cinco votos a menos. Já o DEM de Rodrigo Maia, presidente da Câmara, tem 26 votos favoráveis de um total de 28 deputados. Só David Soares (SP) não quis responder. Maia não vota.

Considerada a principal aposta da equipe econômica para o equilíbrio das contas públicas, a reforma da Previdência modifica as regras de aposentadoria para funcionários do setor privado e servidores públicos da União. O texto propõe que os homens só poderão se aposentar aos 65 anos e as mulheres aos 62, com tempo mínimo de contribuição de 20 anos (homens) e 15 anos (mulheres). A modalidade da aposentadoria por tempo de contribuição, que exige o mínimo de 35 anos (homens) e 30 anos (mulheres) deve acabar, caso a reforma seja aprovada. Professores, policiais federais e agentes penitenciários terão regras diferenciadas.

As novas regras não valerão para os servidores estaduais e dos municípios com regime próprio de Previdência, uma vez que o projeto aprovado pela Comissão Especial tirou a extensão das regras da reforma para Estados e municípios.

Os novos critérios valerão para quem ainda não começou a trabalhar. Quem já trabalha e contribui para o INSS terá de escolher entre quatro regras de transição. A última versão do relatório reduz a previsão de economia para os cofres públicos para R$ 987,5 bilhões em 10 anos. A proposta original previa economia de R$ 1,236 trilhão.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Publicado por: Chico Gregorio


09/07/2019
10:56

TCU (Tribunal de Contas da União) desconfia que não há investigação formal sendo tocada contra o jornalista Glenn Greenwald. O órgão deu 24 horas para que o ministro Paulo Guedes, da Economia, responda se o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) vasculhou as contas dele a pedido da Polícia Federal.

Na visão de alguns ministros, é real a possibilidade de tudo não passar de um balão de ensaio de autoridades policialescas que gostariam de investigar Greenwald.

Guedes, nessa mesma análise, não teria responsabilidade sobre os fatos, pois não compraria uma briga que é, na verdade, do ministro Sergio Moro, da Justiça. Só foi notificado já que o Coaf é de sua pasta.

O ministro deve responder ao TCU –a relação dele com o tribunal é intensa, já que muitas políticas da pasta passam pelo órgão de controle. E tem sido positiva.

MÔNICA BERGAMO

Publicado por: Chico Gregorio


09/07/2019
10:53

Foto: Montagem/G1

Os ministros Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, e Marcelo Álvaro Antônio, do Turismo, foram exonerados nesta terça-feira (9). Eles voltarão à Câmara dos Deputados para votar a proposta de reforma da Previdência. As exonerações foram publicadas no Diário Oficial da União.

O porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, antecipou na segunda-feira (8) que os ministros de Estado que têm mandato na Câmara dos Deputados seriam exonerados temporariamente para que eles possam participar da votação em plenário.

Além de Lorenzoni e Marcelo Álvaro, o governo conta com mais dois ministros com mandato na Câmara: Tereza Cristina (Agricultura) e Osmar Terra (Cidadania). Até a publicação desta reportagem, porém, não havia sido publicada a exoneração de Tereza Cristina. Osmar Terra não voltará à Câmara porque o seu suplente, o deputado Darcísio Perondi (MDB-RS), é favorável à reforma.

Onyx e Tereza Cristina são filiados ao DEM; Antônio é filiado ao PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro; e Terra é do MDB.

G1

Publicado por: Chico Gregorio


09/07/2019
10:51

A licença de cinco dias do ministro da Justiça Sergio Moro, entre 15 e 19 de julho, será para “reenergizar o corpo” e “prosseguir no combate”, justificou, na noite desta segunda-feira (8), o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros.

Segundo despacho do presidente Jair Bolsonaro , publicado no “Diário Oficial da União”, o ministro Sergio Moro vai tratar de “assuntos particulares”. O retorno está previsto para o próximo dia 22.

“Trabalhar, trabalhar, trabalhar é importante. Mas descansar também faz parte do contexto de reenergizar o nosso corpo para prosseguirmos no combate”, disse o porta-voz.

Rêgo Barros explicou que o ministro Moro tinha previsão de férias com a família em janeiro, mas, como assumiu o cargo no governo, o planejamento foi adiado.

“Moro estava com previsão de férias para janeiro, junto com sua família. E em face da assunção do Ministério da Justiça e Segurança Pública houve por bem adiar, o que seria natural, destinando essa próxima semana para que se realize este evento, que naturalmente é importante a todos nós”.

A assessoria de Moro esclareceu que o ministro não pode tirar férias, e que estará de licença não remunerada na próxima semana para viajar com a família. O secretário executivo Luiz Pontel responderá interinamente pelo ministério no período.

Agência O Globo

Publicado por: Chico Gregorio


08/07/2019
11:06

São Paulo – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, solicitou afastamento do cargo por uma semana “para tratar de assuntos particulares”.

A licença do ministro será tirada no período de 15 a 19 de julho e foi autorizada por despacho presidencial publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (08).

O Ministério da Justiça e Segurança Pública explicou, por meio de sua assessoria, que o afastamento de Moro se trata de uma licença não remunerada prevista em lei.

“Por ter começado a trabalhar em janeiro, o ministro não tem ainda direito a gozar férias. Então está tirando uma licença não remunerada, com base na Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990”, informou a assessoria.

Via Revista Exame.

Publicado por: Chico Gregorio