O miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega foi morto por dois tiros de fuzil, disparados a, no mínimo, um metro e meio de distância, e chegou ao Instituto Médico-Legal de Alagoinhas, a pouco mais de 135 quilômetros de distância de Salvador, com os dois pulmões destruídos e o coração dilacerado. Os detalhes foram divulgados na tarde de ontem, na sede do Departamento de Polícia Técnica (DPT), em Salvador.
Pela primeira vez depois da morte de Adriano, o responsável pela autópsia do corpo, Alexandre Silva, perito médico legista, deu detalhes sobre o estado do miliciano. A entrevista coletiva reuniu, também, o diretor do IML, Mário Câmara, e Elson Jefferson Neves da Silva, diretor geral do DPT-BA.
“Eram dois disparos de arma de fogo”, explicou Silva. “Teve um primeiro, que passou por baixo do peito, saiu rasgando o pescoço, e entrou na submandibular. Eu encontrei o projétil na região do pescoço. O segundo foi na região da clavícula. Esse aqui entrou e saiu nas escápulas. Essas foram as lesões provocadas por armas de fogo.”
Estadão Conteúdo


O presidente do PROS no Rio Grande do Norte, o ex-prefeito e secretário Jaime Calado, disse ontem, durante a convenção do partido, que a legenda terá pelo menos 20 candidatos a prefeito. Ele lembrou que o PROS já possui quatro prefeitos e que o projeto é crescer.
Mesmo sem um pré-candidato definido, a nova presidenta do diretório municipal do PT de Natal, a vereadora Divaneide Basílio, reforçou o desejo do diretório nacional de ter candidaturas próprias em todas as capitais brasileiras.
A revista VEJA desta semana reacende as suspeitas de que o ex-capitão do BOPE do Rio, Adriano da Nóbrega, foi executado como queima de arquivo no último domingo (9), em Esplanada, no interior da Bahia.


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