Será realizado no próximo sábado, dia 21 de Setembro à partir do meio dia, acontece a tradicional Feirinha de São Miguel 2019 com as seguintes atrações :
Pagode Vitor Alexandro, Oz Piraz, Bruno Martins, Adab Morais, Forró Mesquita e NV Pesadão

Será realizado no próximo sábado, dia 21 de Setembro à partir do meio dia, acontece a tradicional Feirinha de São Miguel 2019 com as seguintes atrações :
Pagode Vitor Alexandro, Oz Piraz, Bruno Martins, Adab Morais, Forró Mesquita e NV Pesadão


A água da Transposição do Rio São Francisco pode não chegar ao Sertão paraibano e nem a localidade do Rio Grande do Norte. Isso porque o Governo Federal não tem recursos para construir o canal Caiçara-Engenheiro Ávidos, conforme constataram deputados que integram a Frente Parlamentar Interestadual em Defesa da Conclusão das Obras dos Eixos Leste e Norte.
A afirmação de que não existe previsão financeira foi colocada por técnicos do Ministério do Desenvolvimento Regional e referendada pelo secretário nacional de Infraestrutura e Segurança Hídrica, Marcelo Borges, durante audiência com parlamentares, nesta quinta-feira (12). “Sem esse canal como é que a água vai chegar no Rio Grande do Norte se não for pelo Rio Piranhas?”, indaga o deputado estadual, Jeová Campos, um dos presentes à audiência.
O deputado questionou ainda como que o Rio Piranhas irá se alimentar se não da barragem de Caiçara, via Engenheiro Ávidos, que é a porta de perenização do Rio Piranhas. “O Marcelo foi categórico em afirmar que não há recursos para fazer essa obra. Eu penso que a gente precisa colocar isso em debate, porque sem ela não chegará a tão esperada água da Transposição”, destaca Jeová.
Além do deputado paraibano Jeová Campos, integraram a comitiva da Frente os deputados Antônio Fernando (PSC-PE), Guilherme Landin (PDT-CE) e Francisco do PT (PT-RN). Jeová que voltou nesta sexta-feira de Brasília avalia que apesar da triste notícia, o balanço da viagem foi muito positivo.
“Agora a gente sabe que tem que buscar outros meios para viabilizar essa obra, uma vez que o Governo Federal disse que não há disponibilidade de recursos para tal e que o que foi feito em Monteiro foi um procedimento técnico necessário para evitar maiores problemas”, finaliza o deputado que durante sua estada em Brasília ainda participou de reuniões na Agência Nacional de Águas (ANA) e de uma atividade na Câmara, sobre Ciência e Tecnologia, que debateu a convocação do ministro Paulo Guedes para explicar os cortes nas bolsas dos pesquisadores do CNPQ.
Via ClickPB
O governador João Azevêdo abre, neste domingo (15), às 17h, em João Pessoa, a 52ª edição da Expofeira Paraíba Agronegócios 2019, que contará com uma vasta programação com o que há de melhor no meio rural. Exposição de répteis, leilões nacionais, oficinas, palestras e concurso leiteiro de caprinos são algumas das atrações do evento, realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap), em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (Faepa)/Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).
A Expofeira Paraíba Agronegócios 2019 será realizada até o dia 22 de setembro, no Parque de Exposição Henrique Vieira de Melo, no bairro do Cristo, em João Pessoa. Ao todo, foram investidos R$ 600 mil. A expectativa é que pelo menos 100 mil pessoas visitem o evento, que terá a participação de três mil animais, entre caprinos, ovinos, bovinos e equinos, atraindo expositores de todo o País.
Via PB Agora
Uma matéria da Revista Época, das Organizações Globo, está dando o que falar nesta sexta-feira (13). O jornalista João Paulo Saconi se fingiu de cliente ou paciente da esposa de Eduardo Bolsonaro para fazer uma matéria sobre ela, Heloísa (Wolf) Bolsonaro, e sobre seu trabalho de “coach”.
A matéria sairá na revista impressa e já está disponível em meio digital. Saconi contratou sessões de “coaching” on-line oferecidas por Heloísa, e teve cinco dessas sessões de cerca de 90 minutos cada. Em cima do material gravado nas sessões foi escrita a matéria.
Foi o que bastou para reavivar a ira do “Clã” Bolsonaro contra o “Clã” Marinho, e a Rede Globo como um todo. A hashtag #familiaMarinholixo é uma das mais comentadas desta sexta, junto com #MoroeDeltanNaCPI, sobre a CPI da Vaza Jato.
A matéria em si não tem nada de absurdo. Pelo menos se forem levadas em consideração as declarações bombásticas do presidente Bolsonaro, de seus filhos e de outros integrantes do governo.
Heloísa é psicóloga e acaba comentando sobre a situação política com seu cliente, ou paciente. Fala da família, do marido, da Embaixada nos EUA… Nada de menos, ou de mais.
É só mais gasolina ateando a fogueira que deve explodir em breve.
Com informações da Época.
O Ministério Público Federal (MPF) obteve liminar que determina a indisponibilidade de bens do ex-senador José Agripino Maia, além de Raimundo Alves Maia Júnior (conhecido como Júnior Maia) e Victor Neves Wanderley (conhecido como Victor Souza). Os três respondem a ação de improbidade e denúncia por desvio de aproximadamente R$ 600 mil de recursos federais, por meio de um esquema de nomeação de “funcionário fantasma”.
A decisão da 4ª Vara Federal do Rio Grande do Norte deferiu pedido do MPF para bloqueio imediato de valores em dinheiro e, se necessário, também de veículos e bens móveis e imóveis dos réus em montante suficiente para garantir o ressarcimento do suposto dano causado.
Esquema – As investigações apontam que, entre março de 2009 e março de 2016, José Agripino nomeou e manteve como secretário de seu gabinete em Brasília Victor Souza, que era gerente de farmácia em Natal e, desde 2017, é presidente da Câmara de Vereadores do município de Campo Redondo.
A Caixa Econômica Federal confirmou nesta sexta-feira por meio de nota que ajuizou a execução de R$ 536 milhões contra a Arena Corinthians por causa de inadimplência contratual. O processo tramita na 24ª Vara Federal Cível de São Paulo.
A informação chega horas depois de o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, admitir que o clube deve dois meses do financiamento. O mandatário também informou que responderá na próxima semana, juridicamente, a notificação que recebeu do banco na quinta-feira.
Os dois lados, no entanto, se dizem abertos à conciliação. Andrés repetiu por diversas vezes durante a entrevista coletiva desta sexta-feira que o clube vai pagar o financiamento. A Caixa também encerrou a breve nota informando “que está disposta à conciliação”.
Na próxima semana o departamento jurídico do Corinthians responderá na Justiça à Caixa. Andrés Sanchez não quis adiantar o que será proposto. Sabe-se que o clube tentará manter o acordo verbal que tinha com a gestão anterior do banco.
Desde o ano passado, o Corinthians tinha combinado de pagar durante oito meses do ano (de março a outubro) R$ 5,7 milhões e nos quatro outros meses (de novembro a fevereiro), que é quando há menos jogos, R$ 2,7 milhões.
Apesar de o acordo não ter sido assinado, o clube vinha pagando conforme o combinado. Segundo comunicado emitido pelo Corinthians na quinta-feira o contrato não havia sido sacramentado, pois o banco pediu para ser feito após a mudança de gestão. Andrés Sanchez prefere não acreditar que a notificação da Caixa tenha relação política, já que o acordo foi costurado no governo do PT.
“Não quero acreditar nisso. Estamos falando com a Caixa Econômica Federal, uma instituição séria. O Corinthians nunca deixou de conversar. Desde que assumi, pagamos quase R$ 80 milhões. No total já foi pago R$ 170 milhões. Estamos pagando e cumprindo”, afirmou.
ACORDO COM ODEBRECHT
Também nesta sexta-feira, Andrés Sanchez revelou que o Corinthians chegou a um acordo para quitar a dívida com a Odebrecht. O presidente levou uma cópia do contrato, com firma reconhecida, para provar que não havia mais pendências com a construtora. A Odebrecht confirmou o acerto.
Oficialmente, no entanto, nem um nem outro dão detalhes sobre esse acordo. O Estado apurou que pelo acordo a Odebrecht receberá somente o valor total arrecadado com os CIDs (Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento). Esses CIDs, que são papéis emitidos pela Prefeitura de São Paulo, tinham valor inicial de R$ 420 milhões. Corinthians e Odebrecht chegaram a discutir valores a mais que deveriam ser pagos. Mas ficou por isso.
ESTADÃO CONTEÚDO
Passadas 18 rodadas, a tabela do Campeonato Brasileiro tem Flamengo, Santos, Palmeiras, Corinthians e São Paulo como os cinco primeiros colocados. Para o português Jorge Jesus, 65, treinador da equipe carioca, essa elite teria condições de brigar por títulos em ligas europeias.
“Sei o que estou a dizer: Se quiserem ir para os melhores campeonatos da Europa, na Espanha, na Itália, na Alemanha e na Inglaterra, jogam pelos primeiros seis lugares”, diz o técnico, à Folha.
Na lista citada pelo treinador, chama a atenção a ausência do Grêmio. O time gaúcho será o adversário do Flamengo na semifinal da Libertadores. O primeiro jogo será no dia 2 de outubro. Neste sábado, o rubro-negro do Rio enfrenta o Santos, às 17h, no Maracanã, pelo Nacional.
O jogo marca o primeiro encontro do português com o argentino Jorge Sampaoli, 59, único estrangeiro à frente de uma equipe brasileira até a chegada de Jesus à Gávea, há três meses.
Neste período no Brasil, o português afirma ter enfrentado adversários muito bem treinados. “Tenho jogado contra equipes com muita qualidade do ponto de vista tático, coisa que alguns anos não existia [no Brasil]”.
É uma opinião diferente da que ele tinha há cerca de um ano, quando concedeu uma entrevista à revista francesa So Foot. Na ocasião, afirmou que os técnicos brasileiros estavam ultrapassados, pois sempre tiveram muitos craques à disposição.
“Quando você tem uma grande qualidade [de atletas], que os jogadores brasileiros normalmente têm e no passado resolviam sozinhos as coisas, nós treinadores, muitas vezes, nem precisamos olhar muito para a parte tática”, argumenta. “Quando você tem um Messi, muitas vezes, ele resolve seus problemas”, acrescenta.
Qual foi o principal aspecto que você precisou trabalhar com o elenco do Flamengo para tornar o time mais competitivo? Primeiro tivemos de incorporar nossa ideia, como uma equipe técnica nova, com ideias completamente novas. Não digo que são melhores, apenas diferentes.
Diferente em que sentido? Somos uma equipe que, quando não temos a bola, procuramos recuperá-la rapidamente. Nós [os portugueses], na Europa, fomos os primeiros a ter essa ideia de jogo. Também temos uma força defensiva, não abdicamos disso.
Quem tem o futebol mais bonito do país, o Grêmio, como diz o técnico Renato Gaúcho, ou o Flamengo?Isso para mim não é muito importante. Cada treinador acha que tem a melhor equipe, o melhor futebol. Isso é normal. Eu aceito a opinião de todos e eles também têm que aceitar a minha. Eu acho que a minha é melhor. O melhor só vai se ver quando o campeonato acabar, quem ganhar os títulos serão os melhores. O que fica é isso.
Para continuar lendo só clicar aqui: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2019/09/fla-e-os-paulistas-da-serie-a-disputariam-titulos-na-europa-diz-jesus.shtml
FOLHAPRESS
A crise que atinge a Polícia Federal foi agravada pelo despacho de um delegado responsável por uma investigação sobre crimes previdenciários no Rio, no qual ele levanta a suspeita de quem seria um homem identificado como Hélio Negão, mesmo codinome do deputado federal amigo de Jair Bolsonaro (PSL).
O ministro Sergio Moro (Justiça) pediu apuração sobre o episódio, dizendo haver suspeita de que o responsável pelo inquérito tenha colocado o nome de forma proposital para desgastar o então chefe da PF no Rio com o presidente da República.
A Folha teve acesso a documentos do caso, que está sob sigilo. O despacho pivô da polêmica ocorreu em 29 de julho, 15 dias antes de a crise na PF estourar.
No papel, o delegado Leonardo Tavares resgata seis depoimentos de outros inquéritos, alguns de dez anos atrás, e leva para os autos a dúvida sobre quem seria o Hélio Negão que aparece como suspeito de cometer crimes.
Após levantar a suspeita, o policial diz ser temerária qualquer relação do investigado com o deputado federal eleito no ano passado, por terem “pontos divergentes”.
O homem é descrito por testemunhas com características que afastam a possibilidade de ele ser o aliado de Bolsonaro, segundo o despacho: negro, de 1,75 m, de bigode, mais velho, que usa óculos e já morreu.
Ainda assim, ele escreve que o caso é “sensível”, coloca sigilo na investigação e julga haver a necessidade de avisar os órgãos de inteligência da PF —praxe em casos graves ou que possam ter repercussão.
Hélio Lopes, que usa o apelido de Hélio Negão, é amigo de Bolsonaro e foi o deputado federal mais votado do Rio na eleição passada. Desde o início de 2018 os dois apareciam juntos em campanha.
Para a cúpula da PF, a aparição do homônimo foi uma armadilha, para que chegasse ao presidente da República a informação que havia uma investigação sobre um aliado no Rio. O próprio presidente chegou a afirmar que iria estourar algo contra uma pessoa próxima a ele.
Dirigentes avaliam que não havia motivo de o nome aparecer dois anos após o início do inquérito, usando dados de investigações de dez anos atrás. E, além disso, que a suspeita não deveria ter sido levantada, já que o próprio delegado avaliava ser temerária a ligação.
De outro lado, porém, policiais dizem que o episódio é a prova da situação política atual, em que a aparição do nome de um amigo de Bolsonaro em um inquérito se transforma em uma crise grave.
A interferência de Moro também tem sido criticada por uma ala da PF, por ter aparência de proteção excessiva com o presidente.
No inquérito, sob o argumento de que o suspeito Hélio fraudava o sistema previdenciário para angariar votos em eleições (para o cargo de vereador), Tavares pediu à Justiça para dirimir uma questão de competência: o caso deveria ficar na Justiça comum ou ir para a eleitoral.
Para ele, não seria um tema eleitoral, mas a decisão do juiz serviria para evitar “futura celeuma processual”.
Em 15 de agosto, duas semanas após o despacho, Bolsonaro deu a primeira declaração que abre uma crise na PF.
O presidente afirmou que iria trocar o então superintendente do Rio, Ricardo Saadi. Ele acabou exonerado do cargo, agora ocupado de forma interina pelo delegado Tácio Muzzi.
Logo após ter anunciado a mudança no Rio, Bolsonaro disse que o novo chefe seria o atual superintendente do Amazonas, Alexandre Saraiva.
A direção da PF, no entanto, já tinha outro nome, o do atual superintendente de Pernambuco, Carlos Henrique Oliveira, e soltou uma nota se posicionando nesse sentido. A reação foi classificada por Bolsonaro de “babaquice” em entrevista à Folha.
Internamente, a cúpula da polícia dá como certa a saída do diretor-geral, Maurício Valeixo, após ameaças feitas pelo presidente.
Em meio à crise, quando se tornou pública a existência do inquérito no Rio, com o nome de Hélio Negão como um dos suspeitos, Moro pediu investigação do caso.
A determinação do ministro ocorreu após a coluna Painel, da Folha, mostrar que a cúpula da PF tinha informação de que se tratava de um homônimo e que desconfiava que havia no episódio uma tentativa de desgastar Saadi.
No ofício, o ministro fala em “aparente inclusão fraudulenta do nome do deputado Hélio Negão” e “aparente intuito de manipular o governo federal contra a superintendência da Polícia Federal do Rio”.
No mesmo dia, 10 de setembro, Leonardo Tavares enviou um documento para a superintendência do Rio com suas explicações.
Ele afirma que quase todas as autoridades policiais que passaram pela investigação da organização criminosa que envolve o caso “que sitaram e promoveram” a inclusão do nome de Hélio Negão como responsável por fraudes e que, com o resultado da eleição de 2018, o nome “outrora desconhecido” foi evidenciado no cenário nacional.
Tavares segue sua defesa dizendo que avisou o então superintendente Saadi do que havia apurado, comunicando que a citação a tal Hélio “possuía pontos divergentes com o político que ganhou destaque no cenário nacional no final do ano de 2018”.
Ele diz ainda que os órgãos de inteligência da PF foram avisados com a ressalva específica de que não era possível inferir ser o investigado o aliado de Bolsonaro.
A ligação da governadora Fátima Bezerra (PT) com os sindicatos é antiga e clara.
Ela foi presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (SINTE-RN), que está completando 30 anos.
Por proposição do deputado Francisco do PT, uma Sessão Solene para marcar a data ocorreu na Assembleia Legislativa na tarde desta quinta-feira (13).
Entre os homenageados, estava a governadora.
“Este é um momento de comemoração de duas importantes datas: os 40 anos da primeira greve dos professores do Rio Grande do Norte e os 30 anos de fundação do Sinte. Ao longo dessas três décadas, fomos desbravando caminhos, aprendendo as lições da solidariedade e que cada conquista é fruto de muita luta. E hoje, podemos dizer que valeu a pena, principalmente pelo povo que merece um dos direitos mais sagrados da cidadania: educação pública de qualidade num país que anseia estar no rumo do desenvolvimento, do futuro e da justiça social”, discursou a governadora.

Produzida a partir da destilação do caldo da cana-de-açúcar, a cachaça também conhecida como pinga, branquinha, caninha ou aguardente é um produto que leva o nome da Paraíba para o exterior. O Estado hoje é o maior fabricante da bebida de alambique do País, possui 80 engenhos que juntos fazem 12 milhões de litros por ano. Além disso, três cachaças paraibanas figuram no ranking das melhores do País. O produto é tão importante para o Estado, que a Lei 9150/2010 considera a bebida Patrimônio Cultural da Paraíba.
Nesta sexta-feira (13), Dia da Cachaça, o deputado estadual Eduardo Carneiro (PRTB) ressalta a importância que este produto possui para o desenvolvimento e economia da Paraíba e defendeu mais incentivos para ampliar a exportação, que hoje é de cerca de 1% do produzido.
“Quando o assunto é cachaça, a Paraíba se destaca pelo número de engenhos e pela qualidade. Além disso, o produto garante o movimento da economia no estado, possibilita desenvolvimento e gera emprego e renda para famílias paraibanas”, destacou Eduardo, lembrando que a Paraíba foi destaque no Ranking Cúpula da Cachaça, que elegeu as melhores cachaças brancas do Brasil em 2018.
Dados – De acordo com informações da Associação Paraibana dos Engenhos de Cachaça de Alambique (Aspeca), o Estado hoje é o maior fabricante de cachaça de alambique do país, possui 80 engenhos que juntos fazem 12 milhões de litros por ano. No Brasil, existem cerca de 40 mil produtores de cachaça artesanal.
Dados da Aspeca apontam, ainda, que a Paraíba possui 30 engenhos que produzem e engarrafam cachaça e outros 50 apenas produzem a bebida, vendendo a outras marcas. O Estado fica em segundo lugar no número de produtores, ou seja, o número de engenhos que produzem e engarrafam cachaças, perdendo apenas para o estado de Minas Gerais.
Consumo de Cachaça – Já em relação aos consumidores da cachaça, o Anuário da Cachaça 2019, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, aponta que muitos fatores têm contribuído para o aumento de consumidores de cachaça no país. Entre eles, as feiras, exposições, confrarias e tanto outros eventos que evidenciam e valorizam a bebida. Outro fator é o interesse partido do público feminino em desvendar os sabores da cachaça, produto antes apreciado apenas pelo sexo masculino.
Fonte: Fatos PB
O projeto Nordeste Conectado, que pretende ampliar a conexão de internet em banda larga na região, é o tema central da reunião do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste que acontece pela primeira vez em Natal (RN). O encontro será segunda-feira (16), às 14h, , no Hotel Senac Barreira Roxa, na Via Costeira.
Todos os estados nordestinos estarão representados no evento.
“Nós já temos a Infovia Potiguar e estamos buscando ampliar. O nosso estado e a nossa região não podem ficar para trás no quesito conectividade. Isso é essencial para o desenvolvimento”, destacou a governadora Fátima Bezerra.
A ideia é que por meio de parcerias e compartilhamento de infraestrutura o projeto ampliará os investimentos em tecnologia e o desenvolvimento regional, além de disponibilizar internet de alta velocidade para hospitais, rede pública de ensino e estruturas de segurança.
A queda do ministro da Justiça, Sérgio Moro, já é vista como certa nos bastidores do Planalto. O nome do general Guilherme Teophilo (PSDB), Secretário Nacional de Segurança Pública, já é apontado como possível sucessor de Moro, segundo reportagem da Revista Forum. Humilhado por Jair Bolsonaro e com cada dia menos poder, o ex-juiz já estaria de malas prontas para o desembarque.A Forum destaca que “essa decisão faz parte de acúmulos de nove meses de desgaste, tendo que lidar com atitudes de Bolsonaro que visam minar a popularidade do antes “super-ministro”, que mantém um índice de aprovação bem superior ao do polêmico presidente mesmo com as reportagens da Vaza Jato. Além disso, ele não se sente em casa na Esplanada: reprova o linguajar de Bolsonaro e mantém contato apenas com Paulo Guedes e Eduardo Villas Bôas.”
“Ciente que a fritura pode gerar uma queda do ex-juiz federal, o presidente já teria um substituto para o posto. O general Guilherme Teophilo, candidato ao governo do Ceará pelo PSDB e nomeado por Moro para a Secretaria Nacional de Segurança Pública, seria o escolhido para função”, diz ainda a matéria, lembrando que “o tucano é defensor do golpe militar”.
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Com informações do Brasil 247
A Agência Nacional de Transportes Aquaviários acaba de multar a Codern em R$ 137.891,60.
Razão? Por descumprir normas de segurança que exigem licenças ambientais e de segurança, contra incêndios e acidentes.
É uma irresponsabilidade.
Já não bastam as deficiências do setor produtivo para usar o porto para escoar a produção do estado.
A Codern dá mais uma contribuição para o quadro.
Via Blog do Dina.
No apagar das luzes de sua gestão, a procuradora-geral da República Raquel Dodge pediu e o Supremo Tribunal Federal (STF) salvou o senador José Serra (PSDB-SP).
O tucano era acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de receber caixa 2, com base em delações premiadas de Joesley Batista e executivos da JBS.
De acordo a PGR e o STF, o crime cometido por Serra foi prescrito porque ocorrera na eleição presidencial de 2010.
A procuradora-geral argumentou que prescrição da pretensão de punição é de seis anos, após contas realizadas.
Pelo art. 109 do Código Penal, a pena máxima de 5 anos que poderia ser imputada a Serra prescreveria em 12 anos. Ocorre que ele tem 76 anos e, de acordo com a lei, o tempo cai pela metade.
O inquérito do MPF prescrito foi aberto em 2017, ainda na gestão de Rodrigo Janot na PGR.
O diabo é que, antes da ação, o Ministério Público deveria zelar pela tempestividade da propositura para não causar dano à sociedade e ao imputado.
Raquel Dodge acertou ao salvar José Serra, mas vai deixar o cargo no próximo dia 17 devendo a liberdade para o ex-presidente Lula.
Como já foi dito antes aqui no Blog do Esmael, não haverá democracia no País com Lula mantido preso político.