O evento ocorreu na Câmara de Municipal de Macau, nesta sexta-feira (08).
Reveja o Caso,
Após três meses de receber a homenagem prestada pela a Assembleia do RN, numa proposição do deputado Coronel Azevêdo, veio essa bomba com a prisão do tenente-Coronel Fernandes, não se sabendo ainda qual será a atitude tomada pelo deputado Azevêdo, que tem sido muito critico com casos de corrupção.
O tenente-coronel da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, André Luís Fernandes da Fonseca, preso na manhã desta terça-feira (14) pela Operação Níquel da Polícia Federal foi apontado como líder de uma organização criminosa responsável pelo contrabando de cigarros e outras mercadorias. As informações são da Justiça Federal, que expediu mandado de prisão contra ele e outras pessoas.
O juiz federal Walter Nunes da Silva Júnior, titular da 2ª Vara Federal, decretou a prisão de seis pessoas. Além disso, foram determinadas buscas e apreensões e o bloqueio de valores somando R$ 16.185.368,00.
Segundo o magistrado, o coronel Fernandes, como o oficial é conhecido, exercia função de liderança na organização. De acordo com a decisão, a suspeita é de que o grupo contaria inclusive com ajuda de dentro da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
“O Tenente-Coronel da Polícia Militar André Luis Fernandes da Fonseca exerce função de liderança na organização investigada, possuindo domínio sobre as atividades operacionais e financeiras, bem como desempenha comando sobre os demais integrantes do grupo. Ademais, foram trazidos à investigação dados de que André Luis Fernandes comanda ações para a garantia da continuidade das operações do grupo, como blindagem de eventuais intervenções policiais, havendo suspeitas, inclusive, de que ele conta com a ajuda de integrante da Polícia Rodoviária Federal lotado neste Estado para viabilizar o escoamento do produto, tamanha a facilidade no transporte das mercadorias”, afirmou na decisão.

Já está a todo vapor a formação da equipe de um possível governo de Lígia Feliciano que deve assumir em breve, no lugar de João Azevedo.
Com cerca de 1,3 milhão de pessoas na fila de espera no Brasil, os potiguares que deram entrada para benefícios assistenciais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) esperam atualmente de 8 meses a 1 ano para terem a concessão. Esse tempo é o estimado em todo Brasil, desde que as filas locais de avaliação do direito ao benefício foram substituídas por uma fila nacional. Uma das razões que levou ao atraso das avaliações, que deveriam levar 45 dias, é o esvaziamento de funcionários no órgão. Na gerência executiva de Natal, com 22 agências no Rio Grande do Norte, o número de servidores caiu de 535 em maio de 2017 para 161 no último mês de dezembro.
O secretário da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, anunciou nesta terça-feira (14) que 7 mil militares da reserva vão reforçar o atendimento no INSS.
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