Os sindicatos e associações que mantêm negociações com o Governo do Estado para mudar a proposta de reforma da Previdência defendem que os servidores inativos que recebem benefícios de até R$ 6,1 mil fiquem isentos da cobrança de contribuição previdenciária. Na proposta do governo, são taxados aposentados e pensionistas que recebem a partir de R$ 2.500,00. Se for acatada a sugestão de mudança, a isenção ficaria a mesma que consta na atual regra do sistema previdenciário estadual. Além disso, o Sindicato dos Auditores Fiscais do RN (Sindfern) pede que a alíquota efetiva dos servidores chegue a, no máximo, 14%.
O conceito de alíquota efetiva foi explicado pelo Governo do Estado na apresentação do projeto, na última quinta-feira (1º). Apesar das alíquotas da proposta variarem entre 12% a 18,5%, a efetividade da taxa é proporcional ao salário do servidor, porque incide progressivamente por faixas do salário.
Por exemplo: o servidor que recebe até R$ 3.000, pela proposta do Governo, terá incidido no seu salário parte 12%, até R$ 2.500,00 (a cota prevista), e uma cota de 14%, que incide na faixa entre R$ 2.500,00 até R$ 3.000,00. Por isso, que nesse caso, o efeito no salário dele é de 12,33%, porque parte vai ser de 12% e outra de 14%. O mesmo vale para os inativos. Essa alíquota efetiva, pela proposição do Governo, vai até 16,62%.
Leia a notícia na íntegra aqui na Tribuna do Norte.

/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/09/29/ipern.jpg)


O surto do novo coronavírus na China pode ter se espalhado de morcegos para humanos através do tráfego ilegal de pangolins, os únicos mamíferos escamosos do mundo, que são apreciados na Ásia para alimentos e medicamentos, disseram pesquisadores chineses.


