



A beleza de um campo com milhares de plumas em caroços sustentados por galhos terá sua colheita prestigiada em um grande evento do algodão na Paraíba. Conforme informações obtidas pelo ClickPB, mais de mil pessoas entre produtores, agricultores, estilistas e pesquisadores estarão, próxima quinta-feira (23), na Usina de Beneficiamento de Algodão Orgânico Cultivado Pela Agricultura Familiar de Ingá e Região, a partir das 9h, celebrando a colheita da matéria prima que coloca a Paraíba como maior produtor de algodão orgânico colorido do país, e a cidade de Ingá, no semiárido, desponta em primeiro lugar.

A concentração de criadores em Natal durante a Festa do Boi proporcionou o cenário ideal para a discussão de temas estratégicos, como o uso do Porto de Natal para a exportação de gado vivo. O debate contou com o apoio direto do Governo do Estado e do Sebrae.
A Festa evidenciou um ambiente favorável à proposta, reunindo um público expressivo e interessado. Esse engajamento indica que o assunto deve permanecer em pauta mesmo após o fim do evento.
Na reunião com o Governo e o Sebrae, realizada na última quarta-feira, os participantes demonstraram grande interesse na viabilidade do transporte para o mundo árabe. Já há, inclusive, menção em iniciar a operação ainda este ano.

Em meio às pressões e movimentações nos bastidores da política, muitos nomes novos acabam surgindo para participar das eleições para Governador. Porém, o que muitos desconhecem, é o salário que um chefe do executivo estadual ganha hoje na Paraíba, sem contar as vantagens que o cargo dispõe para aquele que estiver à frente da função.
Ao menos 17 pessoas morreram entre a noite da sexta-feira (17) e este sábado (18), após um grave acidente num ônibus fretado na BR-423, entre os municípios de Paranatama e Saloá, no Agreste de Pernambuco. Segundo a Secretaria de Defesa Social (SDS), havia 40 pessoas no coletivo, número maior do que havia sido declarado.

247 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ampliou seu poder de barganha em relação ao centrão e iniciou a demissão de indicados de partidos que ocupavam cargos no governo, mas atuavam politicamente contra o Planalto. A análise é do colunista Celso Rocha de Barros, publicada na Folha de S.Paulo.
Segundo Rocha de Barros, esses postos foram entregues a partidos de direita que hoje votam contra o governo no Congresso e devem apoiar Tarcísio de Freitas na eleição presidencial de 2026. O colunista compara o cenário a uma situação inversa: como se, no governo de Jair Bolsonaro, ministros do PCdoB trabalhassem abertamente por Lula em 2022, enquanto o partido derrotasse propostas de Paulo Guedes no Congresso. “Não tinha como durar”, escreveu.

247 – As pesquisas mais recentes mostram que o presidente Lula “saiu das cordas e voltou a ser o favorito para a eleição do ano que vem”. A avaliação é do jornalista Elio Gaspari, em artigo publicado no jornal O Globo. Segundo ele, a recuperação política do governo se deve a uma combinação entre ações concretas do Planalto e equívocos estratégicos da oposição.
Gaspari afirma que o governo conseguiu impor uma “agenda positiva” ao ampliar a isenção do Imposto de Renda para os trabalhadores de menor renda. Ao mesmo tempo, diz que a oposição se perdeu em um “delírio trumpista”, com manifestações que exibiram uma gigantesca bandeira dos Estados Unidos na Avenida Paulista no 7 de Setembro. Para o colunista, a associação de lideranças bolsonaristas ao atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, trouxe mais desgaste do que apoio político: “Trump e suas tarifas não produzem um só emprego no Brasil”.
Há muitos anos, o sistema judiciário brasileiro se encontra em um ponto de estrangulamento permanente. A morosidade processual, que frequentemente se estende por mais de uma década para decisões definitivas, tanto para indivíduos quanto para empresas, é um sintoma alarmante de um mal-estar estrutural.
Códigos foram e continuam sendo reformados; vieram a certificação digital e a digitalização dos processos; os métodos alternativos de resolução de conflitos, como a mediação e a conciliação, as sustentações orais por meio de vídeo e inúmeras outras iniciativas. Ainda assim, os fóruns e varas judiciais continuam transbordando de processos aguardando solução. Vale ressaltar também que estamos prestes a criar uma justiça especializada em questões relacionadas à reforma tributária em andamento.
Seria culpa de falha operacional, ineficiência de pessoal, excesso de burocracia, má gestão, deficiência tecnológica, carência de profissionais qualificados, ou uma combinação de todos esses fatores? A quem e a quais interesses essa situação atende?
A questão central que emerge dessa realidade é: Existe uma solução definitiva e eficiente para esse entrave? E, mais importante, como implementá-la?
Há quase dois anos tentando ser instalada na Câmara Federal, a Frente Parlamentar em Defesa da Palestina enfrenta dificuldades para ganhar corpo oficialmente em Brasília. Do Rio Grande do Norte, apenas os deputados Fernando Mineiro (PT) e Natália Bonavides (PT) assinam a
Para ser registrada, uma frente parlamentar precisa ter o requerimento assinado por pelo menos um terço dos parlamentares do Congresso (198 deputados e senadores). No caso da frente em defesa da Palestina, o número que falta para atingir essa meta varia entre 22 e 30.
“Eu trabalhei mais de 30 anos, tive filhos, quando você junta tudo, a vida fica muito elétrica e quando me aposentei, achei que estava muito parada. Resolvi fazer o Enem [Exame Nacional do Ensino Médio] e tirei 800 na redação”, relembra Francisca Ferreira da Silva, que atualmente cursa Ciências Biológicas Ead (Educação à Distância).
Apesar de ter sido aprovada, inicialmente, para o curso de Turismo, presencialmente, Francisca acabou mudando de opção por causa da rotina de aulas diárias.
“Acabou ficando muito cansativo, sobrava a madrugada para eu estudar. Depois mudei para Química do Petróleo, mas era muito cálculo, não era meu interesse, até que descobri Ciências Biológicas. Fui percorrendo um labirinto até me encontrar, O importante é você encontrar o que gosta e não se importar com o que os outros vão falar”, aconselha.

Além do reajuste, representante do setor destaca geração de empregos, qualidade da água potiguar e preocupação com a concorrência irregular e riscos à saúde públic
O consumidor potiguar vai sentir no bolso, a partir de 1º de novembro, o aumento no preço da água mineral. O setor justifica que o reajuste é necessário para garantir a sobrevivência das indústrias legalizadas diante da escalada de custos em toda a cadeia produtiva.
“Esse reajuste é uma correção que visa a sobrevivência de uma indústria que é um patrimônio do Estado”, afirmou Daniel Penteado, consultor executivo do Sicramirn, sindicato que representa as indústrias de água mineral do Rio Grande do Norte.

Em entrevista à TV Agora RN nesta sexta-feira, ele explicou que os custos operacionais sofreram forte pressão ao longo do ano, citando “aumento de salário mínimo, inflação acumulada ao longo do ano de 5%, combustíveis, energia elétrica e o preço dos insumos”. Segundo Daniel, há ainda um agravante: “Os garrafões são indexados no dólar porque são resinas plásticas importadas”.

O governador João Azevêdo transmitiu, nesta sexta-feira (17), o cargo para o vice-governador Lucas Ribeiro, que ficará à frente do Governo da Paraíba durante a ausência do chefe do Executivo paraibano, no período de 18 a 28 de outubro.
Na ocasião, o governador evidenciou que Lucas Ribeiro dará continuidade às ações desenvolvidas pela gestão, durante o período em que ficará afastado para descanso.
“Eu tenho plena convicção de que o vice-governador manterá o ritmo de entregas de obras e de políticas públicas. A Paraíba continuará em boas mãos com o anúncio de novas ações também”, frisou.
Por sua vez, Lucas Ribeiro afirmou que manterá uma agenda intensa pelos próximos dias para acompanhar as ações da gestão que tem vivido um grande momento em virtude da capacidade de investimento nas mais diversas áreas, com a presença do governo em todos os municípios.
“Assumo interinamente o Governo da Paraíba com o mesmo compromisso, responsabilidade e dedicação que sempre pautaram a nossa gestão. Agradeço a confiança do governador João Azevêdo e reforço que todo o nosso time de governo seguirá trabalhando para garantir que as ações mantenham esse ritmo forte, dentro do nosso compromisso com o povo paraibano”, disse.

O ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes solicitou, nesta sexta-feira (17), desfiliação do PDT, partido ao qual era filiado desde 2015.
Ciro ainda não definiu seu futuro político, mas avalia convites feitos por legendas como PSDB, PP e União Brasil.
Ele considera ainda ser candidato ao governo cearense, em 2026, contra o atual governador Elmano de Freitas (PT).