Dia desses a Câmara Municipal de Natal organizou um evento para homenagear a cultura potiguar. Dia do folclore, um lance desses.
E aí alguém de lá ligou para a casa do meu amigo repentista Manoel do Coco, para que ele fizesse uma apresentação durante a solenidade. Eu teria adorado a ideia. Se Manoel não tivesse morrido há sete meses.
Dona Maria Elizabeth, a viúva, foi quem atendeu o telefone. Ela disse que quando revelou ao interlocutor que Deus já havia chamado Manoel para improvisar no céu, a pessoa do outro lado da linha não quis nem dizer quem tava falando. Ficou tão desconsertada que bateu o telefone.
Óbvio que alguém vai dizer: “Poxa, Jacson… Mas você também, né? A pessoa não é obrigada a saber…”
Concordo. Mas estava representando o Poder Legislativo Municipal e fica muito feio não se saber que um dos maiores mestres da cultura potiguar já não está entre nós.
Mas também.. o que esperar de uma turma que aprovou dia desses um título de cidadão natalense a um cara já nascido em Natal? kkkkk (Não tô sacaneando. Aconteceu mesmo)
O diretor do DER, Caio Múcio Pascal apresentou o projeto de uma ponte partindo do KM 6 na divisa entre Natal e Macaíba passando sobre o Rio Jundiaí-Potengi com 70 metros de extensão.
Os valores, entre a obra da ponte e a readequação da RN 160, alcançam o tal de R$ 40 milhões. O governo detém pouco menos de 10% do valor atualmente, mas segundo Caio Múcio, já inseriu no PPA a ser encaminhado a Assembleia Legislativa a previsão orçamentária para a diferença dos valores a serem investidos.
“Custará R$ 17 milhões, mais R$ 23 milhões para readequar a RN 160. Já temos R$ 3 milhões no orçamento deste ano e incluímos R$ 37 milhões no PPA (Plano Plurianual) para 2016. Vai desafogar o trânsito na ponte de Igapó, na BR 406 e estimular o turismo religioso em São Gonçalo do Amarante. Mesmo assim ainda será preciso, futuramente, uma outra ponte sobre o Rio Potengi para a Zona Norte”, explicou.
Para o vereador e primeiro-secretário da Mesa Diretora, Luiz Almir (PV), a proposta é aceitável. “O que se precisa é de uma nova ponte porque nós temos um dos maiores aeroportos do Brasil e precisamos de acessos. A população da região Norte sofre com a falta de mobilidade nas pontes”, defendeu o primeiro-secretário da Câmara.
Portalnoar.
Por Saulo de Castro

Em plebiscito realizado entre a quinta-feira (27) e esta sexta-feira (28), através de sistema eletrônico, os docentes da UFRN decidiram não entrar em greve. No total, foram 620 votos (62,5%) contra a deflagração da greve e 347 (35%) a favor. Outros 25 (2,5%) votaram em branco.
O percentual dos que votaram contra a greve foi praticamente o dobro daqueles que não apoiaram o movimento. Num total de 3.777 professores aptos a votar, 993 participaram do plebiscito. O secretário de Gestão do Sindicato Adurn, Gutenberg Martins informo que, independentemente do resultado, as negociações deverão continuar e novas medidas de pressão estão sendo estudadas.
Segundo ele, um dos principais fatores pela não deflagração da greve foi a preocupação dos professores quanto ao calendário letivo que ficaria prejudicado em caso de paralisação das atividades. “Muitos alunos também demonstraram bastante apreensão e isso deve ter influenciado na decisão dos professores”, declarou.
Ainda para a diretoria, a introdução do plebiscito como instrumento de deliberação sobre Greve inscreve-se no marco do avanço da democracia proposta pelo Novo Movimento Docente, cuja proposta é a de ampliar a participação dos professores nos processos decisórios.

O flagrante ocorreu na BR 226, em Campo Redondo. PRFs faziam fiscalizavam na BR quando deram ordem de parada a uma van e descobriram o contrabando. A prisão aconteceu no final da tarde de ontem (28).
Os homens informaram que levariam os cigarros para Caicó. Um deles está cumprindo pena no regime semiaberto em João Câmara, onde deveria ter se apresentado à noite, horas antes de ser detido.
Neste sábado (29) é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Fumo. A Polícia Rodoviária Federal retirou mais de 260 milhões de maços de cigarros contrabandeados de circulação nos últimos cinco anos. No Rio Grande do Norte foram quase 9 milhões nesse período.
Por Alex Viana.
A visiblidade que lideranças de movimentos sociais têm ganhado nos grandes protestos dos últimos meses contra a presidente Dilma Rousseff deve gerar uma série de rostos novos nas telas das urnas de votação nas próximas eleições. Responsável pela convocação dos últimos três protestos pelo impeachment no País, o Movimento Brasil Livre (MBL) possui até lista com nomes dispostos a concorrer a cargos legislativos municipais, estaduais e federais a partir de 2016.
A diretriz do MBL é justamente a de que diversas lideranças, que acabaram por se tornar nomes conhecidos em suas cidades, especialmente no interior, disputem cargos já nas próximas eleições. E faremos campanha para essas pessoas”, afirma ao iG Kim Kataguiri, co-fundador do movimento. “Também não descarto me candidatar no futuro. Muita gente tem me pedido, inclusive, para sair como vereador já no ano que vem. Só não tenho tempo para me dedicar a isso neste momento.”
Quando a carreira não vem de família, historicamente políticos costumam se iniciar na área a partir de movimentos sociais. Os casos são inúmeros. Nomes fortes do PSDB como José Serra tiveram sua origem neles. Hoje preso por corrupção na Petrobras, o co-fundador do PT e ex-ministro da Casa Civil José Dirceu também – assim como Dilma. Ambos os partidos também nasceram da união de grupos opositores formados durante a ditadura militar.
Os anti-Dilma
Ao lado do Vem Pra Rua e do Revoltados Online, o MBL se tornou o protagonista dos atos defensores do impeachent da presidente no início do ano, quando convocou o primeiro grande ato contra Dilma realizado em várias cidades do Brasil, em março. De lá para cá, o número segue se mantendo um recorde entre os protestos de rua anti-PT. Em março, somente na Avenida Paulista, tradicional ponto de manifestações de São Paulo, 210 mil pessoas compareceram, de acordo com cálculos do Datafolha. Apesar de bastante inferiores, os números dos protestos posteriores, em abril e agosto, também foram significativos.
Formado por jovens com idade média entre 20 e 30 anos, o MBL abraça uma bandeira de política econômica liberal com discursos radicais em prol do livre mercado, pela ampla privatização das empresas estatais – como a Petrobras – e de forte ataque a seus opositores. Em seus protestos, já chamaram petistas e parlamentares esquerdistas, como Jean Willys (PSOL-RJ), para a briga.
Diferente do Vem Pra Rua, cujos atos são marcados por músicas e gritos de ordem, e do Revoltados, que foca suas falas em teorias conspiratórias, o grupo concentra suas manifestações em horas de discursos revezados entre seus coordenadores, sempre realizados no palanque que montam em seus caminhões de som.
Dos três protagonistas dos atos pelo impeachment, é o único grupo que desde o início abraça o “Fora Dilma”. Até o ano passado, o Revoltados, criado como uma comunidade de caça a pedófilos na internet, era defensor da intervenção militar no País; o Vem Pra Rua, por sua vez, cujos coordenadores apoiaram Aécio Neves nas eleições do ano passado, sequer pedia a saída da presidente, o que mudou após os grupos quase racharem às vésperas dos atos de 14 de abril. Ambos os movimentos rechaçam ter pretensões políticas.
“Não tenho qualquer intenção de ser candidato. E de forma alguma faríamos campanha para um candidato, mesmo que fizesse parte do movimento”, afirma Rogério Chequer, principal liderança do Vem Pra Rua. “Poderemos ter mais para frente listas com nomes que poderíamos apoiar em eleições, mas nos limitaríamos a isso. Somos suprapartidários.”
Partido político
Como consequência à campanha que têm feito pelo impeachment, as lideranças do MBL se veem a cada dia com maior contato com deputados da oposição que apoiam suas teses pela saída da presidente. Assim, para o grupo, ao contrário do que discursam outros movimentos, não seria um empecilho o lançamento de candidaturas por partidos de oposição variados, como o DEM, o PSC e o próprio PSDB.
Entretanto, conforme afirmam ao iG, os líderes do MBL gostariam de ir ainda mais longe no envolvimento com as câmaras municipais, estaduais e federais, fazendo do próprio grupo um partido político.
“Eu gostaria muito de ver o MBL como uma sigla, até porque nenhum dos 33 partidos no Brasil defende nossas ideias”, afirma Renan Santos, outro dos co-fundadores do movimento. “É um processo que já fomos atrás, sabemos como funciona. O problema é que é tudo muito proibitivo, o tempo de aprovação é longo . É uma limitação democrática.”
IG
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta sexta-feira (28) a redução de 18% no valor da tarifa da bandeira vermelha, o indicador que engloba os usuários que pagam o custo mais alto de energia.
Com a decisão, o valor adicional para cada 100 kWh consumidos cai de R$ 5,50 para R$ 4,50. Para os consumidores, o novo valor corresponderá a uma redução de dois pontos percentuais no custo da conta de luz. A mudança entra em vigor em 1º de setembro e vai até 31 de dezembro.
A decisão foi adotada em razão da redução no custo de produção de energia decorrente do desligamento de 21 termelétricas, com custo variável unitário maior que R$ 600 MWh, aprovada no início deste mês.
Apesar do pedido das distribuidoras para que o valor seja mantido, devido ao aumento dos custos de geração, a diretoria da Aneel entendeu que o uso das bandeiras deve refletir o cenário de disponibilidade da geração e não os problemas de caixa das distribuidoras.
“Não podemos confundir o conceito do fundamento das bandeiras com o alívio de caixa. O valor arrecadado com as bandeiras deve cobrir o valor da geração termelétrica. Para outras razões de [alta de] custo existem outros mecanismos de compensação”, disse o diretor da Aneel Reive Barros dos Santos, relator do caso.
Para o diretor Tiago Correia, os consumidores responderam ao instrumento das bandeiras, reduzindo o consumo e fazendo investimentos, como a substituição de lâmpadas incandescentes pelas de led, o que justifica a redução do valor da bandeira.
O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, ressaltou que a redução não representa melhora no quadro de geração de energia do país.
“O cenário não é favorável à mudança da bandeira. Não é um cenário provável. Não estamos dando nenhuma sinalização de que o consumidor possa relaxar na sua prática de uso da energia. A sinalização ainda é de cuidado com o consumo e de uma situação adversa”, alertou Rufino.
O parque gerador de energia elétrica no Brasil é composto predominantemente por usinas hidrelétricas. Para funcionar, essas usinas dependem da chuva e do nível de água nos reservatórios.
Quando há pouca água armazenada, usinas termelétricas precisam ser ligadas para não interromper o fornecimento de energia. Com isso, o custo de geração aumenta, pois essas usinas são movidas a combustíveis como gás natural, carvão, óleo combustível e diesel.
Mossoró Hoje.
A obra projetada pela Prefeitura Municipal de Caicó contempla uma recuperação de 27 ruas sendo um total de 87.877,15 mil m² de recapeamento e 53.614,40 mil m² de capeamento em novas ruas. Totalizando 141.491,55mil m² de assalto novo nas ruas de Caicó. Vale lembrar que além das ruas e avenida constadas no projeto a Prefeitura também destinou 3.560,64m² de asfalto para outros trechos que necessitem de reparos e remendos como por exemplo o acesso entre o bairro Barra Nova até o Hospital Regional que deverá receber melhorias.
Os trechos que receberão benefícios da obra de 5 milhões de reais são os seguintes:
Recapeamento asfáltico (Trecho Café Bangu)
Ruas: Júlio Rodrigues, Joaquim Gorgônio, Manoel Felipe, Renato Dantas, Avenida Dr. Carlindo Dantas, Av. Dr. Rui Mariz e o Trevo da Boa Passagem (Todas recapeamento)
Recapeamento asfáltico e cobertura Asfáltica do paralelepípedo (Trecho Centro)
Ruas: Renato Dantas, Augusto Monteiro, Olegário Vale, Generina Vale, Av. Rio Branco, Av. Comandante Ezequiel, Joel Damasceno, Major Lula, Senador José Bernardo.
Cobertura Asfáltica do paralelepípedo (Trecho Centro 2)
Ruas: Felipe Guerra, Padre João Maria, Visitador José Fernandes e Av. Celso Dantas.
Cobertura Aslfática do paralelepípedo (Trecho Festa de Sant’Ana)
Av: Coronel Martiniano, Seridó, Celso Dantas, e as Ruas; Pedro Velho, Renato Dantas.
Quadro de remendos e reparo de recapeamento asfáltico
Trechos por toda cidade que necessitem de remendos e reparos com um total de 3.560,64m² de asfalto.
Folha de São Paulo – Troca de provocações entre militantes e uso de spray de pimenta pela Polícia Militar anteciparam ato da CUT com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta sexta-feira (28), em Belo Horizonte.
Isolados pela PM em um canteiro central da avenida Senhora do Carmo, em frente à casa de eventos onde o ato está programado para acontecer, movimentos como o MBL e Vem pra Rua ensaiavam gritos como “Lula, ladrão” e seguravam placas como “Investiga TSE”.
Do outro lado, na calçada, membros da CUT defendiam o presidente, chamando de “guerreiro do povo brasileiro”, e agitavam bandeiras do PT.
Motoristas que passavam pela via buzinavam, em defesa de um lado ou do outro.
Os números de manifestantes ainda não foram divulgados pela polícia.
Por volta das 18h15, uma manifestante atravessou a rua e chamou os petistas de “vagabundos”. A PM usou spray de pimenta para dispersar a confusão.
Em outro momento, um militante petista foi golpeado com uma placa por uma mulher do grupo adversário.
O ex-presidente faz, em BH, seu segundo evento em defesa do PT e do governo Dilma Rousseff.
Nesta quinta (27), ele esteve em Montes Claros, norte de Minas, ao lado do governador Fernando Pimentel e deputados. Em discurso a uma plateia de movimentos sociais, reafirmou que há um “golpe” para tirar Dilma do poder.
Na manhã seguinte, em entrevista à “Rádio Itatiaia”, disse que não descartava ser candidato em 2018.
O vereador Robinson Araújo PMDB , o Batata da Rural, anunciou em entrevista a Rádio Caicó, que pretende disputar a Presidência do Diretório Municipal do PMDB, contra o deputado Álvaro Dias.
Houve um compromisso do Ministro Henrique Alves, de tirar o vereador Lobão o comando do PMDB Caicoense, para entregar ao deputado Álvaro Dias.
Caso se confirme a disputa, na visão de alguns filiados fica imprevisível o vitorioso, já que a maioria dos vereadores do partido, não são ligados politicamente ao deputado.
PortalnoAr.
O líder do PT no Senado, Humberto Costa, confirmou em seu site oficial que após reunião a sós com a presidente Dilma Rousseff na tarde desta quinta-feira (27), ficou acertada a cessão de terreno da Força Aérea Brasileira (FAB) para o aeroporto dos Guararapes, em Pernambuco, sediar o hub da Latam, que está em disputa também pelo Rio Grande do Norte e Ceará.

O senador considerou a conversa que foi longa e produtiva no gabinete presidencial. Humberto expôs a disputa pelo hub da Latam em que Pernambuco entrou contra o Ceará e o Rio Grande do Norte e disse à presidenta ser essencial ceder o terreno da Base Aérea do Recife à Infraero para dotar o Estado de mais competitividade.
“Ela já estava muito inteirada do assunto e disse que é questão resolvida: a FAB está instruída a passar a área para a Infraero. Isso coloca Pernambuco com novo gás na briga pelo centro de operações aéreo”, afirmou o senador.
O hub da Latam prevê investimentos de cerca de R$ 4 bilhões e aproximadamente 10 mil empregos para o estado que vencer a disputa.

Na manhã de hoje (28), a Prefeitura Municipal de Serra Negra do Norte, através da Comissão Permanente de Licitação, concluiu o processo licitatório para realizar as obras de reforma e ampliação das Unidades Básicas de Saúde. A empresa responsável pela execução da obra é Maynard Incorporadora LTDA-ME, que será acompanhada e fiscalizada pelas Secretarias Municipais de Saúde e de Infraestrutura e Serviços Públicos.
Além do Centro de Saúde, localizado na sede do município, serão contempladas as UBSs das seguintes comunidades rurais: Belo Monte, Cará Cará, Entre Serras, Pitombeira e Saudade. As obras custarão o valor total de R$ 665 mil reais e, deste montante, R$ 100 mil reais o Município assumirá como contrapartida. As seis ordens de serviço já foram assinadas e a empresa aguardará a liberação dos recursos do Ministério da Saúde para iniciá-las.
Os gestores eleitos para a direção do Centro de Ensino Superior do Seridó (CERES), quadriênio 2015-2019, Professores Sandra Kelly de Araújo e Alexandro Gomes, serão empossados na próxima segunda-feira, 31, nas funções de diretor e vice do Centro, pela reitora da UFRN, Ângela Maria Paiva Cruz. A solenidade está marcada para as 16h, no auditório do Campus da UFRN, em Caicó. Professora do departamento de Geografia do CERES/ UFRN, a doutora em Educação pela UFRN, Sandra Kelli, ingressou em 2006 na carreira docente da instituição. Antes, exerceu o mesmo cargo em Rondônia. O novo vice, Alexandro Teixeira Gomes, tem licenciatura em Letras-habilitação Português/Espanhol e em Literaturas, pela Universidade Federal do Ceará (UFC), e faz o pós-doutorado em Língua Portuguesa na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Os eleitos vão recebem os cargos das mãos da pedagoga, Ana Maria Pereira Aires, e de Mário Lourenço, ambos gestores do CERES desde 2010. Os atuais dirigentes consideram “o planejamento”, uma marca de suas realizações na condução do Centro. CERES Criado há 42 anos, como Núcleo Avançado de Caicó (NAC), a atual denominação Centro de Ensino Superior do Seridó (CERES) passou a vigorar a partir de 1977, por meio de resolução do Conselho Superior Universitário (CONSUNI) da UFRN.
A Assembleia Legislativa estuda a possibilidade de entrar na Justiça para reaver documentos pertencentes a deputados estaduais que foram apreendidos na busca e apreensão ocorrida dia 20 de agosto, dentro da operação Dama de Espadas. Os documentos estavam no setor de recursos humanos. O entendimento da Assembleia Legislativa é que por terem foro privilegiado nenhum papel pertencente a deputados poderia ter sido incluído na busca em apreensão.
De acordo o que apurou o NOVO JORNAL, na ocasião ainda foi pedido aos promotores que devolvessem esses documentos, o que foi negado. No entendimento da Assembleia Legislativa, o pedido de busca e apreensão – deferido pela Justiça – deveria ser mais específico. E deveria preservar documentos pertencentes a parlamentares.
O Ministério Público foi procurado para falar sobre o caso. Hoje deve ser emitida alguma declaração sobre o assunto. Na busca e apreensão, as promotoras Keiviany Silva de Sena, Hellen de Macêdo Maciel, Hayssa Kyrie Medeiros Jardim e o promotor Paulo Batista Lopes Neto pediram que fosse permitida a entrada de policiais militares pudessem entrar nos locais indicados, fossem residências ou domicílios funcionais de investigados ou, ainda, sede de empresa”.
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