
No Notícias da TV:

No Notícias da TV:

A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante vai inaugurar neste sábado, dia 21 de maio, a partir das 19h, a Pavimentação Asfáltica, o Calçamento e a Implantação da Iluminação Pública das Avenidas João Dino Maia e José Alencar que dão acesso ao Residencial Dr. Ruy Pereira dos Santos, obras importantes para o desenvolvimento do município, executadas com recursos próprios da Prefeitura Municipal. É sábado, 21 de maio, a partir das 19h, próximo ao Condomínio 1 do Residencial Dr. Ruy Pereira.
Por: Redação – Folha de S.Paulo

A Procuradoria-Geral da República afirma que a liberação do jogo pode estimular a lavagem de dinheiro e favorecer o crime organizado.
O secretário de Relações Institucionais do órgão, Peterson de Paula Pereira, diz ver com preocupação os projetos que tratam do assunto.
“A liberação do jogo pode ser um escoadouro para crimes de lavagem de dinheiro e corrupção”, alerta.
Segundo Pereira, o crime poderá usar o jogo como um instrumento para ocultar a origem de dinheiro desviado dos cofres públicos. “Imagine um criminoso que recebe R$ 100 mil de propina. Ele poderá ir até um cassino, repassar parte do valor e informar que ganhou tudo na roleta.”
O procurador diz que o jogo também pode ser usado como fachada para encobrir lucros com o tráfico de armas e drogas. Ele afirma que a legalização do jogo beneficiaria agentes que já controlam bingos e cassinos ilegais.
“Estamos falando de um segmento que hoje opera de forma clandestina e não se constrange em corromper, intimidar e até matar agentes públicos. Seria muita ingenuidade pensar que eles parariam de cometer crimes depois da legalização”, afirma.
Em 2004, o governo Lula proibiu o funcionamento de bingos e a operação de máquinas de caça-níqueis. A medida foi tomada após um escândalo que envolveu Waldomiro Diniz, então funcionário da Casa Civil, suspeito de extorquir o contraventor Carlinhos Cachoeira. O caso deu origem à CPI dos Bingos.
Por: Redação – Folha de S.Paulo

O novo ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP-PR), disse nesta segunda (16) que, em algum momento, o país não conseguirá mais sustentar os direitos que a Constituição garante –como o acesso universal à saúde– e que será preciso repensá-los.
“Vamos ter que repactuar, como aconteceu na Grécia, que cortou as aposentadorias, e em outros países que tiveram que repactuar as obrigações do Estado porque ele não tinha mais capacidade de sustentá-las”, afirmou em entrevista exclusiva à Folha.
Segundo ele, que foi relator do Orçamento de 2016 na Câmara, não há capacidade financeira suficiente que permita suprir todas as garantias constitucionais. “Temos que chegar ao ponto do equilíbrio entre o que o Estado tem condições de suprir e o que o cidadão tem direito de receber.” A seguir, trechos da entrevista concedida à Folha após evento na Faculdade de Medicina da USP.
Confira a entrevista completa em: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/05/1771901-tamanho-do-sus-precisa-ser-revisto-diz-novo-ministro-da-saude.shtml
![]() |
| Vala da Avenida Manoel Correia passando por reparos na manhã de hoje(16) |
A juíza da Comarca de Ceará-Mirim proferiu decisão liminar inédita no Rio Grande do Norte para obrigar o município de Ceará-Mirim a exigir o cumprimento das 40h semanais aos profissionais da estratégia de saúde da família e da estratégia de saúde bucal. A decisão é relativa a uma Ação Civil Pública (ACP) impetrada pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), por meio da 3ª Promotoria de Justiça da Comarca, com atribuição em defesa dos direito à saúde.
A ACP é resultado de investigações realizadas pela 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Ceará Mirim no âmbito do Inquérito Civil de nº 06.2014.0001777-8, que verificou que diversos profissionais das estratégia da Saúde da Família e da Saúde Bucal não estavam cumprindo a carga horária exigida pelas normas.
A promotora de Justiça, Izabel Pinheiro, chegou a emitir recomendação para que o Município adotasse medidas administrativas para garantir o cumprimento integral da carga horária de 40h semanais por parte dos profissionais de estratégias da saúde da família da sa saúde bucal, bem como a carga horária contratada com médicos integrantes da ESF. No entanto, em inspeção realizada pelo Centro de Apoio Operacional da Saúde (CAOP-Saúde), verificou-se o descumprimento da carga horária por quase todos os profissionais das estratégias de saúde da família e de saúde bucal.
A fim de dar efetividade à medida, a liminar obriga o Município a promover a regularização dos serviços de saúde prestados à população. Para isso, lista algumas medidas a serem tomadas como, por exemplo: instalação e regular funcionamento de registro eletrônico de ponto dos servidores públicos municipais que atuam na política de atenção básica à saúde, no prazo de 60 dias; instalação de quadros que informem ao usuário, de forma clara e objetiva, o nome, horário de atendimento, função e especialidade de todos os médicos, odontólogos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares, agentes comunitários de saúde e agentes de endemias; disponibilização da frequência dos servidores em todas as unidades para consulta de qualquer cidadão até que seja implantado o ponto eletrônico; e que, após a implantação do ponto eletrônico,os relatórios de controle de ponto eletrônico sejam remetido até o 15ª dia do mês subsequente, ao Conselho Municipal de Saúde para acompanhamento.
Fonte : MP_RN
Ex-ministro da Previdência durante o primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff (PT), o senador Garibaldi Alves Filho (PMDB) afirma que os nomes escolhidos por Michel Temer para compor os ministérios foram endossados pelos partidos que integram a base do governo interino. Na visão do senador peemedebista, os nomes apresentados pelo presidente conciliam ainda os aspectos técnico e político.
“Acho que o presidente Temer teve a preocupação de ter uma base parlamentar que pudesse contribuir para aprovar as medidas que se fazem urgentes, principalmente para a recuperação econômica do país. Algumas dessas medidas serão tomadas sem precisar de anuência no congresso, mas outras não. Então, o presidente ouviu os partidos e resolveu, num primeiro momento, ter nomes indicados e sugeridos pelos próprios partidos. Mas há também nomes que conciliam o aspecto técnico com o político”, destacou.
Questionado sobre o fato de que pelo menos nove dos 23 ministros tiveram nomes citados pela Operação Lava Jato, Garibaldi Filho minimizou o cenário alegando que eles “foram apenas citados”. “O próprio presidente teve oportunidade de dizer isso ontem em entrevista em rede nacional. O fato de terem sido citados não quer dizer que eles realmente tenham a sua parcela de culpa na operação. Então não há como, nesse momento, excluir esses nomes dos ministérios”, defendeu.
Fonte Agora RN
Para o senador José Agripino (DEM), os nomes escolhidos pelo presidente interino Michel Temer (PMDB) para assumirem os 23 ministérios existentes atualmente darão suporte ao atual chefe do executivo nacional para implementar as reformas previdenciária, tributária e trabalhista. O parlamentar defende que os ministérios são “multipartidários” e representam, segundo Agripino, uma capacidade de aglutinação de forças que Dilma já não detinha.
“São nomes de qualidade, que vão garantir o apoio às reformas que se impõem e vão ajudar a tapar o buraco feito pelos 13 anos de administrações petistas. É preciso recuperar o país e realizar as reformas estruturantes que serão obtidas com a ajuda dos partidos. Esse é um apoio que Dilma já não conseguia ter”, declarou Agripino.
Entre os 23 ministros do presidente interino Michel Temer, há dois investigados e sete citados no âmbito da Operação Lava-Jato. Sobre este cenário, o senador José Agripino foi econômico: “Investigação não é condenação”. A lista com todos os nomeados foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira. Os ministros do Turismo, Henrique Alves (PMDB), e da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), que deixaram o governo Dilma Rousseff, voltam a ter foro privilegiado.
Fonte Agora RN
Do Blog: Quando trata-se acusações contra o próprio Agripino Maia ou seus aliados, “investigação não é condenação”,
mas sendo contra o governo Dilma ou filiado do PT, investigação significa para Agripino Maia “PRISÃO E CONDENAÇÃO”

O economista Aldemir Freire publicou dados em sua conta no Twitter afirmando que a renúncia fiscal do Estado para o triênio 2016-2018 atingirá cerca de R$ 1,4 bilhão, sendo R$ 429,4 milhões em 2016, R$ 463,5 milhões em 2017 e R$ 500,3 milhões em 2018. A renúncia fiscal do Estado acontece sobretudo por programas como Proadi, Progás e outros.
A reportagem do Agora RN entrou em contato com o economista para buscar esclarecimentos quanto ao teor da divulgação destes dados. Segundo Aldemir, a intenção foi apenas provocar uma discussão em torno dos números, uma vez que interfere diretamente nas empresas do Estado.
“Acho que a partir do momento que você tem dificuldade financeira até para quitar folha de pagamento, vale a pena levantar essas questões. Existem cerca de 60 mil empresas no Estado, mas acredito que nem 500 delas serão beneficiadas com esses R$ 1,4 bilhão”, disse, para em seguida explicar os tweets.
“As empresas do modelo simples serão mais beneficiadas, mas tirando isso, o número de empresas de outros modelos a serem beneficiadas com os valores serão muito baixos. Não levantei a questão se isso é legitimo ou não, só acho que vale a discussão”, finalizou.
“Quando entrou na sala, ele olhou e falou ‘que lindo’, com uma expressão de criança mesmo, verdadeira e emocional. Se uma criança gosta, é porque a gente tem algo puro, tem algo bom na mão. Foi o Michelzinho quem escolheu a marca.”
Elsinho Mouco, o publicitário por trás da nova identidade visual do governo do país sob comando de Michel Temer, fala extasiado sobre o momento em que o filho de sete anos do presidente interino se encantou pela imagem que seu pai vai usar para simbolizar e vender o atual momento político.
Das duas versões mostradas às vésperas do afastamento da presidente Dilma Rousseff a Temer e sua mulher, Marcela, na casa da família em São Paulo, Michelzinho gostou daquela em que a esfera celeste com uma faixa que diz “Ordem e Progresso” flutua sobre a palavra “Brasil” vista em perspectiva, logo abaixo do globo.
Esse recurso ao lema da bandeira nacional não é um acaso. Tem a ver com a explosão de verde e amarelo que tomou conta das ruas nos movimentos contra a administração petista, alvo de marchas históricas pelo país, como a que levou meio milhão de manifestantes à avenida Paulista em março, o maior ato político já registrado em São Paulo.
Mas mesmo que tenha encantado os Temer num momento fofo dos bastidores do marketing político, o gosto de Michelzinho não reflete as tendências do design atual.
Um tanto retrô, distante da onda de simplificação e releitura da austeridade do modernismo que domina o design nos últimos anos, a marca causou estranhamento entre designers ouvidos pela Folha pelo uso do degradê azulado e de seus contornos tridimensionais.
PLIM-PLIM
Na visão de Rico Lins, que está no júri do prêmio de design do Museu da Casa Brasileira, a marca de Temer também lembra uma espécie de “Globo requentada”. “É superconservador, retrógrado.”
Vários designers compararam a peça ao trabalho de Hans Donner, criador da identidade visual da TV Globo no auge de sua carreira, que decolou em 1974 com o logo da emissora desenhado num guardanapo.
“Não tem uma mensagem nova. É uma marca muito feia, muito ‘coxinha’ e feita às pressas. Não tem estudo, elegância. Parece uma coisa do Hans Donner de 50 anos atrás. Já mostra de cara uma certa caretice e ranço desse governo”, afirma o designer Milton Cipis, da agência Brander. “Não é moderno, jovem, não tem esperança, não tem nada.”
Fonte folha de SP.
Por Estadão Conteúdo
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) acelerou para 0,67% na segunda quadrissemana de maio, informou nesta segunda-feira, 16, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou 0,03 ponto porcentual acima do registrado na leitura imediatamente anterior, quando o indicador apresentou variação de 0,64%.
Das oito classes de despesas analisadas, três apresentaram acréscimo em suas taxas de variação: Habitação (-0,14% para 0 16%), Despesas Diversas (1,01% para 1,81%) e Comunicação (0,21% para 0,26%).
Em contrapartida, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos Transportes (0,20% para -0,05%), Alimentação (0,96% para 0,92%), Educação, Leitura e Recreação (-0,05% para -0,16%), Vestuário (0,91% para 0,82%) e Saúde e Cuidados Pessoais (2,63% para 2,57%).
Por: Redação – O Globo

A Casa Civil iniciou na última sexta-feira um pente-fino em todas as ações do governo da presidente afastada Dilma Rousseff a partir do dia 1° de abril. A data combina exatamente com a publicação de uma série de normas que criaram áreas indígenas e desapropriaram terras, contrariando interesses do setor ruralista.
Semanas antes de assumir a Presidência, Michel Temer se reuniu com deputados e senadores ligados ao agronegócio e se comprometeu a rever todas essas medidas. No dia 1º de abril, Dilma assinou 21 atos para desapropriar 56 mil hectares de terras. Só em decretos, foram assinados 75 até o dia em que a petista foi afastada, em 12 de maio.
No período, o governo Dilma também assinou atos reconhecendo pelo menos cinco comunidades quilombolas em diferentes regiões do país, além de aprovar outras etapas importantes do processo de legalização fundiária. Também foram chancelados estudos de delimitação de quatro terras indígenas.
A revisão não se limitará a este primeiro período definido pela Casa Civil. Depois deste lote, serão analisados, mês a mês, todos os atos do governo Dilma desde que o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) abriu o processo de impeachment, no dia 2 de dezembro de 2015.
“Vamos analisar todos os atos desde a abertura do processo de impeachment, porque, desde então, muitas definições ganharam agilidade. Não vamos fazer nenhuma terra arrasada, mas precisamos fazer uma verificação”, justificou um interlocutor presidencial.