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| Ex-governador de Pernambuco morreu num acidente aéreo na cidade de Santos, |
“A PF constatou que essas empresas eram de fachada, constituídas em nome de “laranjas”, e que realizavam diversas transações entre si e com outras empresas fantasmas, inclusive com algumas empresas investigadas no bojo da Operação Lava Jato”, informou a Polícia Federal.
Batizada de Turbulência, a operação prendeu os empresários João Carlos Lyra Pessoa de Melo Filho, Eduardo Freire Bezerra Leite e Apolo Santana Vieira, donos do avião que caiu com o ex-governador pernambucano Eduardo Campos durante a campanha presidencial de 2014. A investigação começou depois que a PF descobriu operações suspeitas nas contas de empresas envolvidas na compra dessa aeronave, um Cessna Citation.
Também foi detido Arthur Roberto Lapa Rosal; um quinto suspeito está foragido, segundo a TV Globo. Todos os presos serão levados para a sede da Polícia Federal no Recife.
Eles poderão responder por participação em esquema criminoso, organização criminosa, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.
Além das prisões, foram cumpridos 22 mandados de condução coercitiva e 33 de busca e apreensão em Pernambuco e Goiás.


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