A proposta também impede que o Governo do Estado firme contratos de publicidade, patrocínio ou apoio institucional com empresas de apostas e determina a inclusão de cláusulas proibindo esse tipo de propaganda em contratos de concessão e permissão de uso.
Segundo Divaneide, a medida busca evitar a naturalização das apostas e reduzir a exposição da população aos riscos sociais, econômicos e psicológicos relacionados ao jogo compulsivo, especialmente entre pessoas em situação de vulnerabilidade econômica.
A parlamentar ressalta que o projeto não pretende proibir a atividade econômica das bets, regulamentada pela legislação federal, mas disciplinar o uso de bens, serviços e recursos públicos estaduais. O projeto foi apresentado em 23 de julho de 2026 e ainda seguirá tramitação na Assembleia Legislativa.

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