17/05/2026
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Diário do Sertão***

O ex-ministro da Saúde e pré-candidato ao Senado, Marcelo Queiroga (PL), fez duras críticas ao Governo Lula durante entrevista à TV e Rede Diário do Sertão. Alinhado ao discurso da oposição e do bolsonarismo, o médico paraibano utilizou sua experiência como ex-ministro de Bolsonaro para apontar o que considera falhas graves no governo do presidente Lula (PT).

Durante a entrevista, Queiroga questionou o cumprimento das promessas de campanha do atual presidente, afirmando que o país se encontra mais polarizado do que antes. Queiroga disse que o governo falha na saúde e criticou a condução de crises sanitárias recentes e no atraso da liberação de novos imunizantes para a população brasileira.

Do blog Chico Gregorio**

O governo  Lula fez o dever de casa ao aumentar os repasses para o combate  ao arboviroses, veja abaixo, cabe aos municípios o combate  as endemias de uma moda geral, já que as ações de saúde foram descentralisadas no governo Fernando Heirique Cardoso, com servidores da antiga Sucam e Fundação Nacional de Saúde sendo cedidos aos municípios. 

Os repasses e investimentos federais para o combate às arboviroses sofreram alterações expressivas entre 2022 e 2025. O Ministério da Saúde intensificou o aporte de recursos em resposta ao aumento histórico de casos, adotando a seguinte dinâmica financeira:

www.gov.br +1
  • 2022 e 2023: As ações de prevenção focaram em repasses de rotina e verbas contingenciais. Em 2023, o investimento em publicidade de prevenção contra a doença foi de R$ 12,2 milhões (valores corrigidos). No final do ano, em dezembro, foram repassados R$ 256 milhões para estados e municípios.
  • 2024: Marcado por uma epidemia severa, o ano exigiu um plano de enfrentamento que concentrou investimentos de R$ 1,5 bilhão. Deste montante, grande parte foi via incremento emergencial de custeio (Portaria GM/MS nº 3.264), que abrangeu a ampliação da vigilância em saúde, compra de vacinas para o SUS e organização da rede de atendimento.
  • 2025: O volume financeiro manteve-se expressivo, com R$ 1,5 bilhão alocado para o período sazonal. Além disso, o Governo Federal injetou mais R$ 183,5 milhões em novembro para fortalecer as ações de controle do mosquito Aedes aegypti e estruturou um sistema permanente de repasses para entes federativos que decretarem emergência.

 

Publicado por: Chico Gregorio

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