05/10/2016
18:43

 

A senadora Fátima afirmou, nesta quarta-feira, que a Proposta de Emenda à Constituição nº 241 /2016 rasga direitos fundamentais do povo brasileiro, como a educação e a saúde. “Vivemos um golpe continuado e sua fase mais cruel está chegando para a população. A PEC apresenta o modelo de estado dos golpistas. Ou seja, um estado mínimo para os trabalhadores e para o povo e um estado máximo para os banqueiros com lucros exorbitantes e aumento de suas contas bancárias”, afirmou a senadora, durante ato contra a proposta, na Câmara dos Deputados.

Fátima lembrou que a PEC é um dos vários projetos arcaicos apresentados pelo governo federal, como a proposta da reforma da previdência e do ensino médio (MP 746/2016), ou que contam com seu apoio, como o Projeto Escola Sem Partido – apelidado por educadores de Lei da Mordaça, que proíbe a discussão de questões políticas e ideológicas nas salas de aula. “Ao congelar os gastos sociais, a PEC 241 inviabilizará a agenda do Plano Nacional de Educação e impossibilitará a criação de creches, escolas técnicos, universidades e educação em tempo integral para o povo brasileiro”, lembrou.

Fátima declarou também que, da mesma forma que houve resistência contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff por parte dos movimentos sociais e partidos de esquerda, continuará havendo resistência contra o governo Temer e suas propostas retrógradas. “O caminho que temos que trilhar é da unidade, da ousadia e da luta. Continuaremos firmes, de cabeça erguida e com muita unidade para continuar na resistência. Fora Temer, nenhum direito a menos”, enfatizou.

O ato contra a Proposta de Emenda à Constituição nº 241/2016, que reuniu mais de dois mil trabalhadores, foi organizado pelas Lideranças do PT, PCdoB, PDT, PSol e Minoria no Congresso Nacional.

Publicado por: Chico Gregorio

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