
Dias depois de uma eleição que sacudiu as estruturas do país e abalou até o eixo político do planeta, o derrotado Flávio Bolsonaro escafedeu-se
Deixou o país passando pela Argentina e pelo Equador e homiziou-se nos Estados Unidos. Antes, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, havia mandado recolher seus passaportes a partir de relatório da Polícia Federal sobre o risco de fuga no inquérito em que o ex-candidato é investigado pelos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
A Polícia Federal viu o risco, e o ex-candidato confirmou o diagnóstico. A ordem de Moraes também o proibia de manter contato com o advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio e investigado no mesmo caso. Tomaz também está nos Estados Unidos, para onde viajou às vésperas do segundo turno.

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