
247 – A taxa de desocupação no Brasil caiu para 5,3% no trimestre encerrado em julho, apresentando uma redução de 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em abril (5,8%) e recuo de 0,3 ponto percentual em comparação com o mesmo período do ano anterior, quando registrou 5,6%. Com o resultado, a população desocupada diminuiu para 5,8 milhões de pessoas, o que representa uma queda de 8,0% (menos 503 mil pessoas) na comparação trimestral e um recuo de 4,9% (menos 299 mil pessoas) no confronto anual, informa a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Paralelamente à redução do desemprego, o contingente de pessoas ocupadas atingiu o nível mais alto de toda a série histórica da pesquisa, alcançando 103,3 milhões de trabalhadores. A marca representa uma expansão de 1,0% no trimestre (mais 1,0 milhão de pessoas) e um crescimento de 0,9% no ano (mais 899 mil pessoas). O nível da ocupação — indicador que mede o percentual de pessoas ocupadas em relação à população em idade de trabalhar — subiu para 58,9%, avançando 0,5 ponto percentual frente ao trimestre encerrado em abril (58,4%) e mantendo-se estável na comparação anual (58,8%).
Diante do crescimento da ocupação, a força de trabalho no país — que engloba tanto as pessoas ocupadas quanto as desocupadas — alcançou o recorde de 109,2 milhões de pessoas entre maio e julho. O volume representa uma alta de 0,5% (mais 499 mil pessoas) frente ao trimestre de fevereiro a abril e um crescimento de 0,6% (mais 600 mil pessoas) em relação ao mesmo período de 2025.

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