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Se a Paraíba tem sido, nos últimos anos, motivo de comparação para muitos potiguares por avanços em diferentes áreas, agora o estado vizinho pode voltar a servir de exemplo também na energia eólica.
A Assembleia Legislativa aprovou um projeto de lei que estabelece uma distância mínima entre torres eólicas e áreas habitadas, uma medida que busca reduzir os impactos à saúde das comunidades e que pode influenciar estados como o Rio Grande do Norte, líder nacional na geração de energia dos ventos.
O projeto, que aguarda apenas a sanção do governador da Paraíba, recebeu apoio do Ministério Público Federal (MPF), que defende a criação de uma distância mínima de 1,5 quilômetro entre aerogeradores e residências, escolas, hospitais, igrejas e outros prédios de uso coletivo. Segundo o órgão, a medida ajudaria a reduzir problemas como ruídos constantes, vibrações e o chamado efeito estroboscópico — sombras provocadas pelas pás das turbinas que podem causar desconforto visual, dores de cabeça e náuseas.

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