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O ex-deputado Henrique Alves voltou ao MDB se valendo de pelo menos dois pontos:
Um: Uma regra do partido que não fecha porta para ex-filiados relevantes. E não há como negar a relevância de Henrique que cumpriu 11 mandatos consecutivos de deputado federal, exerceu por anos e anos a liderança da legenda na Câmara, foi presidente da Câmara Federal chegando a assumir a Presidência da República… Então assim, o partido não teria como negar a entrada de Henrique, mesmo sendo Walter um desafeto.
O outro ponto: Mesmo para Baleia Rossi fazer valer essa regra do partido, a atuação do ex-presidente Michel Temer foi fundamental.
Há quem aposte num Ponto 3: a mudança no comando do partido, tipo sai Walter, entra Henrique.
Se isso vier a ocorrer, ficará comprovado que amizade, gratidão e palavra não combinam com política.
Walter segue acreditando na decisão do presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, que o reconduziu à presidência do diretório do RN até o próximo ano.
Porém, mesmo sendo presidente, Baleia Rossi não é o maior líder do partido histórico no Brasil.
Thaisa Galvão*

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