Polícia Federal fez busca e apreensão na casa do prefeito Allyson Bezerra
COLUNA CÉSAR SANTOS / JORNAL DE FATO
A nota de solidariedade dos partidos que apoiam a pré-candidatura de Allyson Bezerra a governador do Rio Grande do Norte, distribuída à imprensa um dia após a Operação Mederi, não tem a assinatura de seus presidentes, nem eles se manifestaram de público individualmente.
Nenhuma linha ou depoimento em defesa de Allyson nos perfis do presidente do União Brasil, Agripino Maia; Progressistas, João Maia; PSD, Zenaide Maia; e MDB, Walter Alves.
A nota em conjunto, de conteúdo protocolar, foi apenas para não passar em branco.
A coluna apurou que houve resistência. A conversa de Allyson com os seus parceiros políticos foi tensa. Todos, sem exceção, deixaram claro que não desacreditam do trabalho da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU), que são instituições sérias e respeitadas.
Os parceiros do projeto político-eleitoral de Allyson, sem exceção, têm conhecimento do seu apetite voraz e esperam que o prefeito consiga usar bem o guardanapo para se limpar.
Do contrário, não aceitarão se lambuzar juntos.
Na conversa, ficou convencionado que o grupo político vai aguardar o desenrolar das investigações para tomar uma decisão final em relação à eleição 2026. Por enquanto, a pré-candidatura de Allyson Bezerra está posta.
Mas um “plano B” começa a ser desenhado para suprir a necessidade de uma eventual mudança imposta.
Isso ocorrerá se a situação de Allyson ficar insustentável diante dos efeitos das investigações da Polícia Federal que descobriram o roubo do dinheiro da saúde e o pagamento de propina, conforme consta na decisão da Justiça Federal que autorizou a Operação Mederi.
De favorável a Allyson Bezerra, até aqui, a sua competente narrativa na imprensa amiga e nas redes sociais.
Um craque.

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