
A decisão do vice-governador Walter Alves de não assumir o governo em abril romper com o PT, e apoiar a pré-candidatura de Allyson Bezerra ao governo do RN, juntamente com a posição do presidente da Assembleia do estado, Ezequiel Ferreira de apoia o bolsonarismo, deixou a governadora Fátima Bezerra emparedada, com poucas opções, se renunciar ao mandato em abril, correndo o risco de entregar o governo a uma adversário, pois a escolha do sucessor será numa eleição indireta na assembleia, onde o governo tem apenas oito deputados – Isolda Dantas (PT), Francisco do PT, Divaneide Basílio (PT), Vivaldo Costa (PV), Dr Bernardo (PSDB), Eudiane Macedo (Rep), Ivanilson Oliveira e Ubaldo Fernandes (PV) dos 24 que compõem o legislativo.
Para conquistar uma vitória a governador precisará de conquistar votos de deputados independentes, como Nelter Queiroz (PSDB), Kleber Rodrigues (PSDB-PP), Hermano Morais (PV-MDB), Taveira Junior (União Brasil), Neílton Diógenes (PP), Galeno Torquato (PSDB-UB), o que seria um risco enorme.
O grupo bolsonarista conta com os deputados Adjuto Dias (MDB), Cel Azevedo (PL), Gustavo Carvalho (PL), José Dias (PL), Tomba Farias (PL), Cristiane Dantas (Solidariedade), Dr Kerginaldo (PL), Terezinha Maia (PL) e Luiz Eduardo (SDD-PL), em um total de 9, faltando apenas três para conseguir maioria e eleger o governador para mandato tampão.

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