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Parlamentar esteve à frente da Polícia Militar em 2017, ano com 2.203 assassinatos e a rebelião de Alcaçuz. Desde então, estado reduziu em 57% os índices de mortes violentas
O deputado estadual Coronel Azevedo (PL) criticou esta semana, durante entrevista para a rádio 98FM, a condução da política de segurança pelo governo federal, afirmando que há falta de combatividade contra o crime. No entanto, o parlamentar foi comandante da Polícia Militar do RN entre dezembro de 2016 e agosto de 2017, período marcado pela rebelião de Alcaçuz, em que 26 detentos morreram, e pelo pior registro de mortes violentas em todo o Rio Grande do Norte, quando 2.203 pessoas foram assassinadas.
O ano de 2017 também foi marcado pela greve da Polícia Militar, que paralisou o policiamento por 23 dias. Na época, o estado enfrentou a pior crise de segurança da década. Segundo dados oficiais, o Rio Grande do Norte registrou o equivalente a 62,8 homicídios por 100 mil habitantes. Além disso, 18 policiais militares foram mortos.

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