Além do reajuste, representante do setor destaca geração de empregos, qualidade da água potiguar e preocupação com a concorrência irregular e riscos à saúde públic
O consumidor potiguar vai sentir no bolso, a partir de 1º de novembro, o aumento no preço da água mineral. O setor justifica que o reajuste é necessário para garantir a sobrevivência das indústrias legalizadas diante da escalada de custos em toda a cadeia produtiva.
“Esse reajuste é uma correção que visa a sobrevivência de uma indústria que é um patrimônio do Estado”, afirmou Daniel Penteado, consultor executivo do Sicramirn, sindicato que representa as indústrias de água mineral do Rio Grande do Norte.

Em entrevista à TV Agora RN nesta sexta-feira, ele explicou que os custos operacionais sofreram forte pressão ao longo do ano, citando “aumento de salário mínimo, inflação acumulada ao longo do ano de 5%, combustíveis, energia elétrica e o preço dos insumos”. Segundo Daniel, há ainda um agravante: “Os garrafões são indexados no dólar porque são resinas plásticas importadas”.

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