A energia eólica, principal fonte elétrica gerada no Rio Grande do Norte, atua na segurança elétrica do Brasil por meio do Sistema Interligado Nacional, mas enfrenta desafios estruturais que limitam seu potencial. A principal contribuição da fonte eólica para a estabilidade do sistema elétrico ocorre no segundo semestre, quando a geração das hidrelétricas diminui e acontece a “safra dos ventos” no Nordeste.
Quem explica essa contribuição é Francisco Silva, diretor Técnico Regulatório da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). Esse cenário, que colocou o RN como segundo maior gerador de energia eólica em 2024, ajuda a garantir o fornecimento de energia ao país. Contudo, dois desafios macro afetam o setor: problemas nas linhas de transmissão e baixa demanda.


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