A diversidade de gênero ainda é um desafio no setor de energia eólica. As mulheres representam apenas 21% da força de trabalho nessa área, um percentual ligeiramente menor do que em energias renováveis em geral (32%) e nas indústrias de energias tradicionais (22%).
Contudo, a desigualdade salarial percebida na energia eólica é de 40%, menor do que na economia em geral, que é de 68%. Os dados são do último boletim da InfoVento/ESG, em 2024, da Associação Brasileira de Energia Eólica e Novas Tecnologias (Abeeólica).

Lícia Deniles Paulo, executiva do mercado de energia, 39 anos, é um exemplo do avanço da representatividade feminina na geração eólica do Rio Grande do Norte. Atualmente, ela é responsável pela gestão de grandes corretivos dos 44 parques eólicos da Neoenergia no país, incluindo os 11 localizados em território potiguar.


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