27/07/2025
07:51

Com a antecipação do pleito, é natural que um fenômeno venha junto com ele – a guerra de pesquisas.

Ora, haverá número para todos os gostos, sempre com os penas de aluguel jurando ao sabor do vento da publicidade que a sondagem dos outros não presta e a que ele publica é a melhor, ainda que o histórico de erros estaduais do rabo protegido seja bastante extenso e ultrapasse fronteiras.

É um debate, na prática, infrutífero. O que vale a pena ver é o que a ciência política explicita como dado de prognóstico. Conforme o sistema de pensamento de Maquiavel, o principal dado é se levar em conta é a aprovação da gestão. Se tiver bem avaliado, a tendência é de continuidade. Se a administração for recusada, o viés será de mudança.

Claro, há pontos fora da curva com as devidas explicações específicas. Álvaro Dias fez sucessor, ainda que mal avaliado. Só que basta olhar o processo em que ele, Paulinho Freire e outros estão metidos para saber o que de fato fez a diferença.

Mas no geral a análise costuma funcionar. De acordo com o experimento do livro Cabeça de Eleitor, se o governo tem 40% de ótimo e bom, há 95% de chances de fazer sucessor/se reeleger.

É o que de fato importa olhar.

O Potiguar

Publicado por: Chico Gregorio

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