
Recordar é viver. Em 2021, foi feito um verdadeiro carnaval pela extrema direita de Natal porque o governo do RN pagaria 90 mil reais em cachê para apresentação de Chico Cesar. E, cabe enfatizar, que o valor só foi este porque o show aconteceria em pleno 25 de Dezembro na reinauguração do forte dos reis magos, data mais caras do ano no mundo artístico; se não a contratação sairia mais barata. Os crítico esconderam esse fato para insinuar algum tipo de favorecimento. Ele acabou não se apresentando porque contraiu covid.
O tema ficou durante semanas na imprensa bolsonarista com ataques irados de blogueiros e políticos extremistas. Agora, alinhada com Paulinho Freire, normaliza e defende cachês de 700 a 1 milhão de reais no São João de Natal.
Veja o problema de atacar sem nenhum critério, caro(a) leitor(a), julgando apenas pela capa do processo. Esses valores não estão sendo questionados aqui. Eu não seria irresponsável. São práticas de mercado. O que se aponta é a hipocrisia e a falta de critério.
O governo do RN, através de sua agência de checagem, na época até chamou a cobertura de fake news.
#ÉFATO – Comparações de cachês cobrados em períodos anteriores, não festivos e em formato acústico não são cabíveis
A Fundação José Augusto (FJA) divulgou nota oficial a respeito de notícias distorcidas publicadas em blogs locais sobre o cachê que seria pago ao cantor e compositor Chico César pela realização de um show, no último sábado (25), na reabertura da Fortaleza dos Reis Magos. O comunicado afirma que o valor cobrado pelo artista “está de acordo com os valores praticados no mercado nacional por artistas de renome no período festivo.”

0 Comentários