
Em matéria de meia página no jornal Valor desta segunda-feira, 2, o novo presidente da Guararapes falou do novo momento do grupo que vai desde os impactos da taxa da blusinha até o investimento nos bordados de Timbaúba dos Batistas no seridó do Rio Grande do Norte. Vale conferir.
Em relação à reformulação da marca, um dos movimentos que a Riachuelo tem feito é se aproximar de artistas brasileiros, especialmente nordestinos. “Estamos indo buscar na ‘manualidade’ brasileira uma inspiração para fazer moda”, disse Farber. Após “collab” com a marca Missincloff, das publicitárias Tathiana Ventri e Silvia Freitas, e peças inspirada no sertão do Seridó, a empresa lançou coleção com o artista recifense Guilherme Lira, mais conhecido como Ceramiquinho.
As artes de 4 mil roupas foram feitas à mão por 60 bordadeiras de Timbaúba dos Batistas, cidade de 2,5 mil habitantes no interior do Rio Grande do Norte, onde o Instituto Riachuelo apoia um projeto de oficinas de costura.
Para tornar o projeto viável, a Guararapes, em parceria com a prefeitura local, construiu novo espaço produtivo na região. “Tomamos essa decisão com o objetivo de ter um trabalho perene com as bordadeiras”, afirmou Taciana Abreu, diretora de sustentabilidade da varejista. Em três anos, o instituto investiu cerca de R$ 3 milhões em capacitação geral capacitação geral no Estado. Apenas em 2024, foram R$ 100 milhões desembolsados só com a compra de costura.

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