
Escutei diversas vezes durante a pandemia do coronavírus que, depois dela, o mundo e as pessoas seriam diferentes. O fato é que afirmamos ainda mais os processos de nossa atomização na sociedade, alimentando um darwinismo selvagem. Quem morreu pela irresponsabilidade criminosa alheia, foi posto na conta de deus.
Acumulei cerca de 100 páginas de pesquisa sobre o comportamento dos agentes políticos durante o período citado, relacionando-o com a reeleição de Álvaro Dias. Trata-se de livro inconcluso. Assisti centenas de horas de programa de rádio com as principais figuras locais sobre o tema. Se tivéssemos qualquer tipo de senso, Álvaro teria caído em desgraça, mas o fato é que ele passou incólume. Sua conduta não recebeu qualquer reprimenda institucional.

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