247 – A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) quer debater sobre a legalidade do chamado fundo bilionário ‘anticorrupção’ criado pela força-tarefa da Lava Jato, de R$ 1,25 bilhão. Felipe Santa Cruz, que preside a entidade, afirma que os recursos não podem ser geridos só por procuradores e que é necessário que tenha mecanismos de controle da sociedade.
Veja a nota na coluna da jornalista Mônica Bergamo.
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