
Apesar de a reforma trabalhista aprovada durante o governo de Michel Temer (a Lei 13.467/2017) ter eliminado a cobrança automática e compulsória da contribuição sindical anual no salário dos trabalhadores, dezenas de decisões judiciais estavam revertendo a medida.
Foi por causa, em parte, dessas autorizações liminares (provisórias) da Justiça do Trabalho que o governo de Jair Bolsonaro decidiu baixar a MP 873, tornando mais explícita a proibição.
Bolsonaro e a equipe econômica queriam endurecer a regra e fechar as brechas legais. Tudo foi articulado pelo ex-deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN), que foi relator da reforma trabalhista em 2017 e agora em 2019 nomeado secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.
Via PODER360.

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