
Reinaldo Azevedo, quando colunista da Veja cunhou diversos termos que davam voz ao ódio contra o PT e a esquerda mas, quando viu a Lava Jato sair de controle e chegar aos tucanos, o que não estava no script, percebeu o risco real da desintegração das instituições do país. Como qualquer liberal, passou a defender o liberalismo clássico e instituições fortes, bem como o respeito à constituição como única premissa para a existência da democracia.
Era tarde demais? Talvez. Porém, seus textos mesmo mostrando o velho ranço e quando fala do judiciário, tem acertado em cheio. É o caso de sua coluna de hoje, terça-feira:
“A segunda turma do Supremo, fiel à Constituição, anulou por 3 a 1 a busca e apreensão feita em 2016 no apartamento funcional da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Como? Você não gosta de Gleisi? Nem eu. Está indignado com os três votos — de Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes? Eu estou indignado com um: o de Edson Fachin, único a concordar com a agressão à Carta (Constituição).”

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