Iniciada na última segunda-feira, a greve dos caminhoneiros chegou ao 6º dia neste domingo, 27, com 14 aeroportos com falta de combustível e as Forças Armadas continuam nas estradas com o objetivo de liberar as rodovias obstruídas. No sábado, havia 596 pontos bloqueados em estradas de todo o país, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) A preocupação do governo do presidente Michel Temer (MDB), além da circulação das estradas, é a de que os caminhoneiros voltem ao trabalho e evitem o agravamento da crise de abastecimento. O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB), esteve em São Paulo em reunião com o governador Márcio França (PSB) e caminhoneiros paulistas para discutir as reivindicações da categoria e vai levá-las ao presidente Temer. Outra reunião está prevista para a tarde deste domingo. O governo federal anunciou que donos de transportadoras paradas intencionalmente serão multados em 100.000 reais por hora, conforme autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Motoristas parados que, em suas cargas, tenham insumos do setor da saúde, serão multados em 10.000 reais por dia.

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