05/03/2026
08:11

Uma paciente com tumor cerebral conseguiu na Justiça o direito de iniciar um tratamento essencial para conter a progressão da doença.

O medicamento Vorasidenibe, indicado pelo médico oncologista como a opção mais segura neste momento clínico, havia sido negado pelo plano de saúde, mesmo sendo o único tratamento capaz de retardar o crescimento tumoral enquanto a paciente não tem condições de realizar radioterapia ou quimioterapia.

Diante da urgência do caso e do risco de agravamento do quadro, a Justiça concedeu tutela de urgência determinando que o plano custeie o medicamento, cujo tratamento ultrapassa R$ 2 milhões ao ano. A paciente já está em tratamento.

A decisão veio em processo de atuação do escritório Saniely Freitas Advogados, que esclarece:
“Quando o médico define qual é o tratamento seguro para preservar a vida e a qualidade de vida do paciente, a negativa do plano de saúde não pode prevalecer.”

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Publicado por: Chico Gregorio

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