Do Estadão – A solicitação inicial da Policial Federal (PF) era de que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não usasse tornozeleira eletrônica, mas, sim, fosse preso preventivamente, na operação do dia 18 de julho. A decisão moderada de monitoramento foi uma escolha do ministro Alexandre de Moraes, revelou o jornal O Estado de S. Paulo, nesta quinta-feira (7).
De acordo com a apuração, a representação solicitava que o político não tivesse direito a aplicação do equipamento ou cumprisse a detenção em regime domiciliar. A divergência do pedido da PF com o que foi determinado veio após Moraes pedir um parecer do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Gonet teria considerado que a prisão preventiva de Bolsonaro seria uma medida drástica, solicitando então a medida que foi determinada e deflagrada pela PF.

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