16/06/2025
07:58

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad

Um sábio barbudo já disse certa vez que as classes dominantes tentam universalizar uma moral que apenas lhe beneficia. A ideia é institucionalizar uma agenda particular como se ela expressasse os interesses de todos.

Hoje, há um forte conflito distributivo em jogo. Diante da busca pela organização das contas públicas, vem o dilema – em que área deve ocorrer corte de recursos e quem vai pagar a conta?

Os jornais nacionais, nas mãos do mercado financeiro, tentam vender a tese de que o foco deve se centrar no equilíbrio via diminuição dos programas sociais, do benefício de prestação continuada, da desconstitucionalização de recursos destinados à saúde e à educação. Cobrança de impostos é narrada como acinte.

 

Publicado por: Chico Gregorio

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