
Jean-Paul Prates, ex-presidente da Petrobrás, comentou com a coluna a publicação do domingo passado sobre a fase de grandes negócios na área de petróleo em terras potiguares.
Segundo Prates, que é diretor do CERNE – Centro de Estratégias e Recursos Naturais e Energia – o Estado brasileiro tem dificultado a sobrevivência de empresas voltadas para energias limpas tendo em vista o fortalecimento das petrolíferas, o uso do carvão como energia, e o incremento no uso de gás (GNV).
A ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica – tem baixa capacidade de elaboração de ações de curto, médio e longo prazo para dirimir as questões que envolvem eólicas e a geração de energia fotovoltaica, afetando também a produção do hidrogênio verde, uma aposta do Governo do RN. Segundo Prates, falta estrutura para distribuição da energia das renováveis.

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