
A candidatura da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) ao Senado Federal foi confirmada na manhã desta segunda-feira (17) pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE/MG). O voto de desempate foi do presidente da Corte, desembargador Pedro Bernardes, que formou maioria de quatro votos a favor contra três contrários.
O pedido de registro de Dilma para disputar uma vaga de senadora foi impugnado por 10 ações, incluindo uma de Danielle Cunha, filha do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB). O emedebista, hoje preso, conduziu o processo de impeachment contra ela em 2016.
Além do desembargador Pedro Bernardes,votaram a favor do deferimento da candidatura de Dilma o relator, juiz Ricardo Matos, e os juízes João Batista e Paulo Abrantes. Já os juízes Fonte Boa, Nicolau Lupianhes e desembargador Rogério Medeiros se manifestaram contra a possibilidade de Dilma concorrer.

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