
Uma das mais engajadas categorias contra a presidente eleita Dilma Rousseff e pelo golpe de 2016, os caminhoneiros definiram data de paralisação para a próxima segunda-feira, dia 21 de maio, contra a política de preços dos combustíveis. A nova política de elevação do valor dos combustíveis, adotada pelo regime do golpe, que alterou a direção da Petrobras, preparando a estatal para a privatização, acertou em cheio os caminhoneiros e demais empresas de logística. Mesmo que não admitam, há forte arrependimento no apoio ao impeachment.
A ABCam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros), entidade que está convocando a greve, emitiu uma nota esclarecendo o assunto, veja o trecho:
O aumento constante do preço nas refinarias e dos impostos que recaem sobre o óleo diesel tornou a situação insustentável para o transportador autônomo. Além da correção quase diária dos preços dos combustíveis realizada pela Petrobrás, que dificulta a previsão dos custos por parte do transportador, os tributos PIS/Cofins, majorados em meados de 2017, com o argumento de serem necessários para compensar as dificuldades fiscais do governo, são o grande empecilho para manter o valor do frete em níveis satisfatórios”, diz a nota.

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