06/09/2016
19:00

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Fonte Marcos Costa.
A Associação Brasileira dos Revendedores de GLP (Asmirg-BR) anunciou no final da tarde desta segunda-feira (31) o aumento da botija do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o gás de cozinha. De acordo com a entidade o preço da botija de 13 kg pode chegar a R$ 87,00.
Em nota a Asmirg-BR afirma que, este é o segundo aumento anunciado pela Companhias Distribuidoras que será de 15% e refere-se a um aumento da Petrobrás. “Com este aumento inesperado, os consumidores brasileiros terão que absorver dois aumentos simultâneos, esse de 15% da Petrobrás e outro das Companhias Distribuidoras que deve variar entre 5 a 7% que conforme justificativa, refere-se a ajustes de seus custos operacionais”, diz a nota.
Veja na íntegra a nota da Asmirg-BR
Prezados Senhores,
Infelizmente recebemos noticias de mais um aumento no preço do tradicional botijão de gás de cozinha que entrará em vigor a partir de amanhã, dia 01/09/2015.
Este segundo aumento anunciado pelas Companhias Distribuidoras será de 15%, e refere-se a um aumento da Petrobrás, que pela primeira vez desde 2003, aumentará nossos consumidores residenciais em especial de baixa renda.
Estranhando tal notícia, a Associação Brasileira dos Revendedores de GLP, ASMIRG-BR entrou em contato com Gabinete da Presidenta da República para validação de tal aumento (abaixo).
Com este aumento inesperado, os consumidores brasileiros terão que absorver dois aumentos simultâneos, esse de 15% da Petrobrás e outro das Companhias Distribuidoras que deve variar entre 5 a 7% que conforme justificativa, refere-se a ajustes de seus custos operacionais.
Essa triste realidade retrata um Brasil onde nossos consumidores, em especial de baixa renda, são tratados com a indiferença do Estado Brasileiro, não há representantes do povo quando o assunto se refere ao mercado do GLP (gás de cozinha).
Chama a atenção que em Audiência Pública recente para tratar sobre novas medidas sobre o setor na Agencia Nacional Petróleo ouvimos os seguintes absurdos:
O cartel do gás no Brasil é benéfico, retrata que essa concentração é resultado de empresas capacitas lideres de mercado.
Toda empresa está sujeita a ser denunciada por formação de cartel.
Falamos pelo setor revenda, não apoiamos tais afirmações e muito menos aceitaremos em nosso meio empresas que tenham este propósito, de atuar de forma criminosa como a da pratica de cartel e lamentamos ouvir tais comentários dentro de um órgão regulador e ter aplausos daqueles que compartilham com esta visão.
Colocamo-nos a disposição para maiores esclarecimentos.
Cordialmente,
Alexandre Borjaili
Presidente
Associação Brasileira dos Revendedores de GLP, ASMIRG-BR

Publicado por: Chico Gregorio

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