
O índice de vendas do comércio varejista com a maior queda dos últimos 15 anos, os estados do Norte e Nordeste em calamidade pública, assim como o Rio de Janeiro, e nenhum sinal de retomada à vista, aponta Fernando Brito, editor do Tijolaço; apesar disso, a imprensa que se engajou no golpe enxerga o Brasil saindo da crise
O índice de vendas do comércio varejista com a maior queda dos últimos 15 anos – e, mais ainda, o do varejo ampliado, que inclui vários outros ramos, com destaque para as vendas de automóveis, combustíveis e lubrificantes – divulgado nesta terça feira pelo IBGE deveria fazer corar – se ainda corassem – os que seguem no discurso de que estamos numa “virada” de recuperação econômica.
Ainda ontem, mais tarde, os governadores do Nordeste e do Norte ameaçaram declarar suas finanças em “estado de calamidade”, com a companhia luxuosa do Rio de Janeiro – que já faliu – e a já nem discreta simpatia dos estados do Centro-Oeste, que sofrem com a redução da safra, a estiagem e a queda dos preços internacionais, muito acentuada ontem.
Por Fernando Brito.

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