“Esse acordo vinha e segue sendo costurado neste exato momento”, afirmou o procurador-geral no pedido de prisão preventiva do presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL), do senador Romero Jucá (PMDB-RR) e de prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica para o ex-presidente José Sarney (1985/1990). O pedido de Janot foi protocolado no Supremo no dia 23 de maio.
Amparado no conteúdo dos áudios de conversas entre Sérgio Machado e os cardeais do PMDB, Janot enfatizou. “O intento dos requeridos (Renan, Jucá e Sarney), nessas diversas conversas gravadas, é construir uma ampla base de apoio político para conseguir, pelo menos, aprovar três medidas de alteração do ordenamento jurídico em favor da organização criminosa”, seguiu Janot, em alusão ao grupo desmascarado pela Lava Jato no esquema de propinas instalado na Petrobrás entre 2004 e 2014.

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