22/10/2016
11:56

Assim que soube, pela filha Danielle Dytz, que a Polícia Federal batia à sua porta, no Rio de Janeiro, o ex-deputado Eduardo Cunha entrou em desespero e telefonou para o Palácio do Planalto.

Como Michel Temer estava retornando do Japão, a ligação foi atendida pelo ministro Geddel Vieira Lima, articulador político do Palácio do Planalto.

– Geddel, eu vou ser preso! Vocês precisam fazer alguma coisa!

O ministro ouviu calado, mas estava ao lado de Eliseu Padilha, chefe da Casa Civil, que, nas horas seguintes entrou em contato com advogados de Cunha para saber se ele precisaria de alguma coisa.

Este relato está em reportagem de Robson Bonin, na revista Veja, e revela não apenas a intimidade entre Cunha e a cúpula do PMDB, como também o potencial destrutivo de uma eventual delação do novo homem-bomba da República.

No Planalto, a ligação foi interpretada como uma ameaça. Até porque Cunha já sinalizava que pretendia relatar em seu livro sobre o impeachment como Michel Temer e seus aliados conspiraram para conquistar a presidência da República.

Cunha narraria ter fechado um acordo com o então ministro Jaques Wagner para que os deputados do PT votarem contra sua cassação no conselho de ética. Em seguida, ele teria decidido arquivar todos os pedidos de impeachment.

O ex-presidente da Câmara comunicou sua decisão a Temer, mas, estranhamente, esse acordo vazou para os jornais nos dias seguintes, impedindo assim que fosse sacramentado.

Resultado: o PT rompeu com Cunha, ele aceitou um dos pedidos de impeachment, comprovando a tese de “desvio de finalidade”, Dilma foi afastada e Temer está no poder.

Mas agora, preso em Curitiba, ele pretende ser a primeira pessoa na história a afastar dois presidentes da República.

Brasil 247

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2016
11:40

img_3633Tempos seletivos

 

Se a indignação corrente contra casos de corrupção – a maioria ainda baseada em precárias denúncias de meliantes, barcos de lata e pedalinhos infantis – é seletiva, por que a memória não seria?

No início dos anos 2000, o procurador federal Luiz Francisco de Souza atazanava tucanos ligados ao presidente FHC.

Era RIDICULARIZADO pela chamada grande imprensa: um falso paladino, falso asceta (dirigia um fusca 1985) e petista. Tratamento não apenas diferente, mas CONTRÁRIO ao recebido pelos procuradores da lava jato.

O jornal O Globo era o mais preocupado com a -cito um editorial- “ofensiva contra a imagem do próprio presidente da República”.
Ao analisar ações de membros do MPF que se aproximavam do gabinete presidencial, o mesmo editorial dizia ser “incorreto que se confundissem INDÍCIOS COM PROVAS, possibilidades com certezas e, acima de tudo, DESEJOS COM FATOS”.
Os “desejos”, no caso, seriam as motivações político-partidárias do procurador. O Globo pedia calma. Estava correto.

Agora, encontre esse bom senso em quaisquer edições globais nos últimos anos.

O editorial é do dia 15 de agosto de 2000.

Segue (1) uma versão dele, na íntegra.

E (2) um trecho destacado, que me parece uma das maiores pérolas do esquecimento brutal que acometeu os outrora SENSATOS editorialistas de O Globo.
Sei que caixa alta parece grito, mas é necessário, creiam neste perplexo postante.

Ao criticar um procurador federal por excessos que estavam turvando a imagem do presidente, o Globo, em sua nobre página de opinião, naquele ancestral agosto, PUBLICOU isso:

” (…) o interesse público pede principalmente algo bastante elementar: que guardem suas denúncias PARA O FIM DO PROCESSO INVESTIGATÓRIO E NÃO AS ALARDEIEM NO INÍCIO, QUANDO SÃO AINDA SUSPEITAS.”

O editorial chega a sugerir uma revisão nas prerrogativas do Ministério Público garantidas na Constituição de 1988. E encerra com um galante FH falando à já notável repórter Mirian Leitão. Vale a pena a leitura, basta colar as colunas.

Dito isto, lido o editorial, te pergunto: QUE TAL?

Fonte: GGN

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2016
11:25

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A Advocacia Geral da União (AGU) divulgou nota nesta sexta-feira afirmando que eventuais prejuízos aos cofres públicos causados pelo possível adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em escolas ocupadas que receberiam a prova poderão ser cobrados na justiça.

Na nota, a AGU informa que está acompanhando o cenário em conjunto com o Ministério da Educação (MEC) e que estuda o ajuizamento de ações caso os estudantes não desocupem essas 181 unidades até o dia 31 de outubro.

Segundo o MEC, está previsto que cerca de 95 mil alunos façam a prova em locais ocupados por estudantes que protestam contra a Medida Provisória que reforma o ensino médio e a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241.
A AGU afirma ainda que “outras medidas poderão ser avaliadas caso a caso ou conforme a evolução dos fatos” e destaca que tem equipes de plantão até a realização do exame.

Fonte: O Globo

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2016
11:20

moroNa escalada de manchetes do Jornal Nacional só dá ele há pelo menos dois anos. ‘O juiz Moro decretou’, ‘foi a pedido de Sergio Moro’, narram naquela bancada de acrílico. Tudo acompanhado de fotos e imagens do Juíz quando o foco do assunto é outro. Se isso não é propaganda (ou campanha), o que é?

Como não poderia deixar de ser, ontem não foi diferente diante da prisão do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha.

Em que outra situação isso ocorre? O leitor vê tanto destaque para juízes que determinam alguma ação? Além de Sergio Moro, outros juízes do Rio de Janeiro e de Brasília do DF estão com processos contra Cunha em suas mesas, mas sobre esses juízes você já ouviu falar alguma coisa? Sabe seus nomes?

Um enorme percentual dos fatos noticiosos é gerado por uma determinação judicial, mas nem o nome do sacripanta é mencionado quanto mais incensado, aplaudido, venerado, idolatrado. O resultado era previsível: pessoas trajando camisetas com a inscrição ‘Sergio Moro para presidente’ foram vistas em todas as manifestações organizadas em torno do impeachment de Dilma Rousseff.

Eduardo Cunha possui conteúdo explosivo maior que Marcelo Odebrecht e vai vender caro sua delação. O clima de medo ronda a capital federal e a hecatombe que pode se estabelecer daqui a algumas semanas faz com que a Globo vá solidificando a imagem de Sergio Moro como o herói nacional. Tudo isso num cenário em que a economia não dá sinais de recuperação, mesmo com Dilma degolada. Michel Temer está sendo poupado temporariamente, as notícias são veiculadas como se ele e sua equipe não tivessem responsabilidade alguma, a crise é mundial, etc etc.

Calma, leitor, estão só esperando o momento certo pois a fórmula para levar a cabo o projeto ‘salvador da pátria’, que ergue criaturas como Fernando Collor ou Silvio Berlusconi, já está preparada. Fórmula tão batida quanto eficaz pois repetida após grandes intervalos.

A prisão de Cunha é um fato com dois propósitos: dá uma limpada na barra de Moro que andava suja pois já é unânime a opinião de que se trata de um reincidente autoritário; deixa o caminho menos pedregoso para pedir a de Lula. Não há outro motivo. Alegar agora que ela se deu ‘para evitar obstrução da Justiça e reiteração do delito, além de dificultar a dispersão de montantes ainda não recuperados – cerca de US$ 13 milhões – e impedir a fuga’ é tratar a todos nós como imbecis. Agora é que Cunha iria sumir com provas? Só agora ele iria começar a se preocupar em triturar papéis ou fugir? Tenha dó, o camarada ali não é iniciante na arte.

Há inquérito contra ele há mais de dez anos. Seu caso está no STF há mais de um ano sem aqueles magistrados celebridades se coçarem. O processo de cassação de seu mandato foi o mais longo da história. Mas foi o mote encontrado e, assim como o golpe, passou pela ingênua opinião pública.

Encarcerar Lula é algo que Sergio Moro, a Globo e demais conspiradores vêm examinando com muito cuidado. Por isso Cunha ter ido para Curitiba antes que o petista pode ter pavimentado as duas coisas: o pedido de prisão do ex-presidente e uma candidatura Moro quando nada mais estiver em pé.

O país está à beira da convulsão. Os protestos contra a PEC 241 vêm crescendo assim como o descontentamento em vários segmentos (o movimento estudantil, embora você não esteja vendo na TV, se agiganta. Já são mais de 300 escolas ocupadas em todo o país contra a reforma do ensino anunciada pelo governo Temer). Tudo isso porque um impeachment irresponsável foi articulado e agora as consequências começam a bater na porta.

No cenário de terra arrasada que eles mesmos contribuíram para implantar, Sergio Moro e Globo agora estão com Cunha nas mãos e deixam o governo Temer e seus comparsas tucanos com o c# na mão. 2018 terá o presidente que a Globo quer?

Fonte: Diário do Centro do mundo

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2016
11:12

gilmar mendesO ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes criticou ontem o Tribunal Superior do Trabalho (TST), que, segundo ele, desfavorece as empresas e adota uma “hiper proteção” aos trabalhadores. “O TST é formado por pessoas que poderiam integrar até um tribunal da antiga União Soviética, salvo que lá não tinha tribunal”, disse Mendes, em palestra durante evento promovido pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) e pela Câmara Americana de Comércio (Amcham) para discutir problemas de logística no Brasil. “Eles (os integrantes do TST) têm uma concepção de má vontade com o capital”.

Questionado após a exposição, Mendes voltou à carga. “Eu tenho a impressão de que houve aqui uma radicalização da jurisprudência no sentido de uma hiper proteção do trabalhador, tratando-o quase como dependente de tutela, em um país industrialmente desenvolvido, que já tem sindicatos fortes e autônomos”, disse, em entrevista. Para o ministro, o problema pode estar relacionado à própria composição do TST.

“Talvez haja um certo aparelhamento do Tribunal e da própria Justiça do Trabalho por segmentos do modelo sindical que se desenvolveu no país”, disse. O TST informou que não iria fazer comentários sobre as declarações de Gilmar Mendes.

Custos

Na palestra, o ministro do STF criticou também o trabalho da Justiça como um todo, que classificou como lenta e de difícil acesso. “A Justiça brasileira é a mais cara do mundo”, disse, citando dados de um estudo do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Pelo levantamento, o Poder Judiciário consumiu R$ 79,2 bilhões em 2015, valor equivalente a 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB) e relativamente mais elevado do que o de outros países. “A Justiça no Brasil custa muito e, às vezes, dá pouco resultado”, afirmou, lembrando os prazos dilatados consumidos pelos processos judiciais. Ele citou como exemplo o fato de um crime contra a vida poder levar até 10 anos para ser levado a juri popular.

Gilmar Mendes, que é presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disse ainda que o país precisa combater a prática de compra de votos. Para ele, esse tipo de procedimento pode ser levado a cabo por meio, inclusive, de ações institucionais do governo, como os programas sociais. Nesse sentido, ele citou o Bolsa Família, que distribui recursos entre famílias pobres.

Para o ministro, é preciso fiscalizar a correta aplicação do programa. “Se nós temos uma ampla concessão de benefícios do Bolsa Família sem os pressupostos e sem a devida verificação de sua necessidade, isso pode ser uma forma de captação de sufrágio que nós, no TSE, não conseguimos abarcar” afirmou.

Questionado se o Supremo Tribunal Federal demorou para agir em relação ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB) quando ele ainda era presidente da Câmara, Gilmar Mendes disse não saber se naquele momento havia fundamentos para a prisão preventiva. “Não sei se, naquele momento, houve pedido de prisão do deputado”, afirmou, lembrando que um parlamentar só pode ser preso em flagrante delito. “Depois que ele perdeu o mandato e, portanto, a imunidade, aí se pode fazer um encaminhamento”, explicou. “De qualquer forma, os pressupostos da prisão preventiva do deputado Eduardo Cunha certamente ainda vão ser apreciados pelos tribunais superiores”, acrescentou.

Fonte: Correio Braziliense

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2016
11:03

A Prefeitura Municipal de Ouro Branco, através da Secretaria de Saúde, realiza a Semana do Bebê.
Dia 25/10/2016 às 08:00h Palestra com equipe do NASF (Público: mães de bebês de 0 a 2 anos de idade na sede da Assistência).
Dia 26/10/2016 das 07:00 às 11:00h e das 12:00 às 16:00h atendimento às gestantes; (PSF I e PSF II)
Dia 27/10/2016 das 07:00 às 11:00h e das 12:00 às 16:00h atendimento a bebês de 0 a 2 anos de idade; (PSF I e PSF II).
ENCERRAMENTO:
Data: 27/10/2016 quinta feira Às 18:00h na sede nova do CRAS 
*Concurso da mais bela gestante e mais belo bebê;
*Entrega dos Books fotográficos;
*Intervenção com estudantes de um grupo multiprofissional da UFRN;
*Coffee Break

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2016
10:41

Resultado de imagem para fotos do prefeito george queiroz com henrique alves

Nota:

Circulam nas redes sociais informações sobre as finanças públicas de Jucurutu, dando conta de que o projeto de lei orçamentária encaminhado à Câmara iria reduzir o dinheiro destinado a custear todas as áreas da administração.
Por dever de ofício, esclareço que o que tem sido especulado na internet não é verdade, pois não há, de nossa parte, conduta irresponsável de macular o direito da população aos serviços públicos por meio de uma ação como essa que está sendo divulgada.
Nós apenas diminuímos a estimativa de valores a serem buscados junto ao governo federal para realização de obras, por meio de convênios, para que o prefeito eleito possa ele mesmo se planejar e definir valores que vai buscar junto aos parlamentares aliados dele, além do fato de termos adequado o montante dessa receita de R$ 14 milhões para cerca de R$ 4 milhões, em virtude de termos verificado que nos 2 anos anteriores, só conseguimos pouco mais de R 2,5 milhões em convênios.
Essa é a razão para haver uma diferença da ordem de R$ 10 milhões de reais entre o orçamento de 2016 e o de 2017. Em resumo: a parte das receitas destinadas ao custeio dos salários de funcionários, fornecedores e serviços essenciais, não sofreu perdas, até mesmo pelo fato dessa verba não ser definida pela prefeitura, e sim pelo próprio governo federal. As revisões no orçamento dizem respeito apenas às receitas estimadas, previstas para buscarmos como algo extra.
Qualquer opinião diferente não condiz com a realidade e, além disso, só faz prestar um enorme desserviço ao povo de Jucurutu. Ciente de cumprir com meu dever constitucional, coloco-me à disposição de qualquer cidadão para prestar esclarecimentos e tirar eventuais dúvidas que possam persistir.
George Queiroz

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2016
10:28

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) recebe na tarde desta sexta-feira, 21, visita técnica do secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde (SGTES/MS), Rogério Abdalla. Recepcionado pela reitora Angela Maria Paiva Cruz, representantes da Maternidade-Escola Januário Cicco (MEJC), do Núcleo de Medicamentos (Nuplam), do Instituto de Medicina Tropical (IMT), da Pró-Reitoria de Graduação (PPG), da Secretaria de Educação a Distância (Sedis), do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) e do Instituto do Cérebro (IC), o secretário viu um resumo sobre a atuação destas instâncias para a formação profissional na saúde.

A pró-reitoria de Planejamento da universidade apresentou-lhe a estrutura, organização de pessoal, a área estudantil e as políticas culturais, enquanto o diretor do Nuplam, Carlos Lima, falou sobre os objetivos e ações desenvolvidas no respectivo núcleo. As atividades do IMT, metas e perspectivas da unidade para os próximos cinco anos foram expostas pela diretora, Selma Maria Bezerra Jerônimo.

Rogério Abdalla sinalizou a racionalização da aplicação de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) como a principal meta de gestão do ministro da saúde, Ricardo Barros, para a oferta de melhores serviços. “Atender às demandas da universidade é importante, portanto, vamos analisar como gerar novas possibilidades de negócios”, afirmou.

Após a reunião na Sala dos Colegiados, no campus central, o secretário fez visitas à Secretária de Educação a Distância (Sedis); ao Laboratório de Inovações Tecnológicas em Saúde (LAIS) e ao Instituto Internacional de Neurociência de Natal (IINN), em Macaíba.

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2016
10:23

MAIS PERTO DO FIM - Renan Calheiros, o todo-poderoso presidente do Congresso, na mira dos investigadores da Lava-Jato: cada vez mais próximo do desfecho de Eduardo Cunha

O encontro era quase sempre marcado em um hotel discreto no Rio de Janeiro. Uma funcionária do Senado aparecia no horário combinado, identificava-se por meio de uma senha previamente acertada e recebia a coisa — às vezes em envelopes, às vezes em bolsas, quase sempre em malas cheias, conforme o valor da propina acertado para o dia. Valores que variavam de 250 000 a 1 milhão de reais. Era assim, sem nenhuma sofisticação, que parte do dinheiro desviado da Petrobras chegava às mãos do senador Renan Calheiros, presidente do Congresso.

Transações que somaram milhões de reais se repetiram por mais de uma década sem que ninguém suspeitasse, financiaram campanhas políticas do PMDB e, agora, fornecem pistas sobre a origem da fortuna acumulada pelo presidente do Congresso. São esses detalhes, contados por um dos delatores da Lava-Jato em depoimentos sigilosos prestados à Procuradoria-Geral da República, que podem levar Renan a percorrer uma trilha semelhante à de Eduardo Cunha.

Blog do BG

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2016
10:20

Resultado de imagem para mala de escuta no senado

G1

Em uma ação de enorme repercussão política, a Polícia Federal, obedecendo ordens de um juiz, prendeu quatro integrantes da polícia legislativa que obedeciam ordens do presidente do senado, acusados de atrapalhar investigações da Operação Lava Jato.

O impacto político do que aconteceu é bastante claro: o juiz que mando prender integrantes da Polícia Legislativa os acusa de terem formado uma associação criminosa que foi usada por parlamentares para, de alguma maneira, se proteger de investigações da Lava Jato.

O mundo político ficou em silêncio. Quem apareceu no Congresso não quis gravar entrevista. A equipe da TV Globo teve acesso ao inquérito que deu origem à operação, que só começou porque dois policiais que não aceitaram cumprir a determinação de fazer as varreduras de escutas ambientais decidiram contar o que sabiam para a força-tarefa da Lava Jato.

Eles citaram os lugares onde esse trabalho foi feito dentro e fora do Congresso e de Brasília. Também que foi depois que os senadores passaram a ser investigados na Lava Jato, no ano passado, é que o Senado comprou equipamentos de última geração para varrer escutas e também para fazer interceptações. Um gasto de mais de R$ 400 mil.

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2016
10:03

Resultado de imagem para eduardo cunha e henrique alves

Destaque de capa da revista Época desta semana:

Faltavam 16 dias para o segundo turno das eleições de 2014 quando Eduardo Cunha enviou uma mensagem, em tom de ordem, ao presidente da OAS, Léo Pinheiro. “Vê Henrique seg turno”, escreveu o então líder do PMDB, em 10 de outubro, pedindo ajuda financeira para a reta final da campanha do aliado Henrique Eduardo Alves ao governo do Rio Grande do Norte. Como o dinheiro demorava a cair, Cunha ficou impaciente. “Amigo, a eleição é semana que vem, preciso que veja urgente”, escreveu, três dias depois. “Tem de encontrar uma solução, senão todo esforço será em vão”, insistiu, dali a dois dias. Pinheiro respondia sempre que estava com dificuldades para levantar novos recursos.

Cunha, habilidoso negociador, decidiu resolver o problema por conta própria. Providenciou com dirigentes da Odebrecht uma transferência eletrônica de R$ 4 milhões da empreiteira para o comitê nacional do partido em 23 de outubro. Naquele dia, um cheque do mesmo valor saiu da cúpula da sigla para o diretório do PMDB-RN e, ao longo da semana, todos os R$ 4 milhões chegaram à conta da campanha de Alves.

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2016
09:52

A Clínica do Rim em Caicó, que funciona nas dependências do Hospital Regional, hoje pertencente  ao governo do

estado, que em breve se tornará Hospital  Universitário,  estará em novo endereço a partir do dia 31 de outubro. Os

atendimentos a mais de 130 pacientes  serão transferidos para o novo,  moderno e amplo prédio construído pela

própria clínica às margens da BR 427, próximo a AABB, no Bairro Maynard.

A imagem pode conter: atividades ao ar livre
Está de parabéns todos os que fazem a Clínica , tendo a frente a médica Nilma Rodrigues,  pelos relevantes serviços
prestados ao Seridó e a sertão paraibano, durante esses 20 anos, agora com a construção do prédio próprio, esses
serviços poderão ser ampliados, pois nas dependências do Hospital Regional, havia em grande dificuldade de espaços
para  aumentar os atendimentos, muitas vezes, pacientes precisavam se submeter a tratamento em outras cidades,
por falta de vagas em Caicó.

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2016
09:37

 

2

O procurador-geral de Justiça do Rio Grande do Norte, Rinaldo Reis Lima
 

O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte – MPRN ajuizou nesta sexta-feira (21), Mandado de Segurança contra ato omissivo do Governador do Estado do Rio Grande do Norte, em função da ausência de repasse do valor mensal correspondente ao duodécimo a que o Órgão tem direito para o custeio de seus serviços e da remuneração de seus membros, servidores e colaboradores.

O objetivo da medida é garantir a defesa da autonomia da Instituição que, assim como o Poder Judiciário, o Poder Legislativo, o Tribunal de Contas e a Defensoria Pública, deve receber do Poder Executivo, até o dia 20 de cada mês, o repasse financeiro necessário para adimplir com suas obrigações e manter a continuidade de seus serviços.

O MPRN informa que, apesar de contribuir com os esforços de economia decorrentes da frustração de receitas do Estado, o que já ocasionou a redução considerável do valor mensal que tem recebido mês a mês, ainda sim o Poder Executivo não tem cumprido o dever de repasse do montante do duodécimo dentro do prazo constitucional, prejudicando seriamente o planejamento e o funcionamento da Instituição.

O órgão esclarece também que, em função da atual crise econômica, tem efetivado medidas sérias de contenção de despesas, notadamente de pessoal, tendo cortado 10% do seu quadro de promotores e procuradores de justiça, executado um plano de incentivo à aposentadoria de seus membros e parado de repor cargos de servidores vagos, medidas que reduziram significativamente o custo de sua folha de pessoal.

Por fim, o MPRN explica que, por mais que compreender a difícil situação financeira do Poder Executivo para o cumprimento de suas obrigações, é ilegítimo e fora do que determina a Constituição Federal pretender utilizar os valores dos duodécimos dos poderes – já devidamente reduzidos pelos contingenciamentos feitos, na forma da lei – além do prazo determinado para o repasse, conduta que atenta contra o Estado Democrático de Direito, no qual o Poder Executivo é um dos indispensáveis braços, mas não mais que os demais poderes e órgãos com autonomia, entre eles o Ministério Público, os quais, por isso mesmo, têm direito inarredável à proteção dos valores necessários para seus funcionamentos.

Publicado por: Chico Gregorio


22/10/2016
09:31

 

Fachada do TJ-RN

Fachada do TJ-RN
 

Com base nos gastos per capita dos Tribunais de Justiça relativos ao ano de 2015 e nos números de produtividade divulgados nesta semana pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJ-RN) é o mais caro do Nordeste e um dos mais improdutivos do Brasil entre os de pequeno porte.

De acordo com os dados divulgados, o órgão potiguar tem o maior custo per capita da região com o valor de R$ 252,15. Todos os demais estados nordestinos ficaram abaixo.

Para chegar a este número, foi necessário dividir os gastos do Tribunal no ano de 2015 (que somaram R$ 867,9 milhões) pela população do estado (R$ 3,4 milhões de pessoas).

percapita

Outro dado divulgado pelo CNJ apontou que o Índice de Produtividade Comparada (IPC) do TJ-RN, entre os tribunais de pequeno porte, é o menor em todo Brasil com apenas 47% de eficiência.

Neste quesito, o Tribunal de Justiça potiguar ficou atrás dos tribunais do Amazonas, Roraima, Acre e Rondônia (num contexto nacional) e Sergipe, Alagoas, Paraíba e Piauí (regionalmente falando).

 

 

Publicado por: Chico Gregorio


20/10/2016
19:38

centro-administrativo

Há duas ações de penhora contra o prédio onde funciona hoje a Prefeitura Municipal Caicó que corre o risco de ir à leilão se houver uma decisão da Justiça. Está penhorado.

O prédio onde funciona a Prefeitura pertenceu a EMPROTURN e depois incorporada a DATANORTE.

São duas ações trabalhistas em duas Varas do Trabalho distintas em Natal.

O valor de uma delas chega em torno de R$ 71 milhões.

O atual Centro Administrativo de Caicó ou Prefeitura Municipal de Caicó já serviu de local onde funcionou um famoso hotel: O Vila do Príncipe.

Á época um glamour para a cidade. Confira abaixo:

vila do principe

Fonte Robson Pires.

Publicado por: Chico Gregorio