09/01/2019
13:42

NOTA PÚBLICA À SOCIEDADE POTIGUAR

O Fórum dos Servidores Públicos do Estado do Rio Grande do Norte, em reunião ocorrida na tarde de ontem, 07 de janeiro de 2019, na sede do Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Indireta do RN – SINAI, com a presença de mais de 20 (vinte) lideranças das diversas entidades sindicais, após analisar a proposta de pagamento de salários apresentada pelo Governo, por unanimidade, decide rejeitá-la veementemente, pelos motivos que ora apresenta:

1. Não atende minimamente aos anseios e às necessidades financeiras dos servidores públicos;

2. Foi construída e apresentada de forma autoritária, sem qualquer diálogo com as lideranças sindicais que compõem este Fórum e que representam os servidores públicos do Estado, consubstanciando-se assim prática inaceitável para um governo, em tese, de índole popular e democrática;

3. Afronta aos princípios da cronologia, da continuidade da Administração Pública e da impessoalidade ao preterir o pagamento dos salários em atraso, a honrá-los sem data definida e com recursos extraordinários e antecipatórios, e pretender quitar adiantado 30% (trinta por cento) do salário de janeiro já no próximo dia 10 e 70% (setenta por cento) deste no fim do corrente mês, em uma inversão temporal de compromissos que beira ao absurdo e a total falta de razoabilidade e lógica, quando se propõe, antes de pagar o que deve, pagar o que não deve, bem como por, com tal medida, tentar construir perante à sociedade potiguar uma imagem maqueada da realidade, de que a nova gestão está adimplindo tempestivamente os salários dos seus servidores, como se os que estão em atraso fossem de menor relevância, por terem sido constituídos pelo governador anterior e não pela atual, esquecendo-se de que as remunerações em questão são obrigações institucionais do Estado do RN e não pessoais de cada governante;

4. Não representa o cumprimento da promessa de campanha feita pela atual governadora de priorizar o pagamento dos servidores públicos;

5. Está aquém da possibilidade de pagamento do Governo, considerando a previsão de entrada de recursos no Erário em janeiro e o fato de que o orçamento de 2019 está fechado.

Ademais, o Fórum dos Servidores Públicos do Estado do RN, considerando a previsão de entrada de recursos ordinários, próprios e advindos do Fundo de Participação dos Estados – FPE, e a prometida priorização do pagamento da folha salarial, propõe:

1. Pagamento imediato do restante do décimo terceiro salário de 2017, no montante de cerca de R$ 40 (quarenta) milhões;

2. O pagamento, no dia 14 do corrente mês, do restante dos salários de novembro de 2018, no valor de R$ 96 (noventa e seis milhões) e do décimo terceiro salário de 2018 dos servidores que ganham até R$ 4.000,00 (quatro mil reais), num aporte de cerca de R$ 80 (oitenta) milhões;

3. Caso haja entrada de recursos extraordinários ou antecipatórios em janeiro, que seja dada continuidade ao pagamento do decimo terceiro salário de 2018;

4. Em sequência temporal e à medida da entrada de recursos no Erário, sejam pagos os salários de dezembro de 2018 para só, posteriormente, dar-se início aos pagamentos dos salários referentes ao exercício de 2019.

À guisa de informação, a proposição acima se baseia na previsão das seguintes circunstâncias:

1. Entrada até o dia 8 do corrente mês, já descontados os repasses aos municípios, ao FUNDEB e ao sistema saúde (LC 141), de valores líquidos de cerca de R$ 68 (sessenta e oito) milhões;

2. Entrada até o dia 14, já descontados os repasses aos municípios, ao FUNDEB e ao sistema de saúde (LC 141), de valores líquidos de cerca de R$ 240 (duzentos e quarenta) milhões;

3. Repasse de duodécimos aos poderes e órgãos com autonomia financeira e orçamentária no corrente mês, a partir do dia 20, de, no máximo, montante igual ao de janeiro de 2018, i.e, R$ 130 (cento e trinta) milhões;

4. Pagamento de amortização e encargos da dívida de cerca de R$ 37 (trinta e sete) milhões, já contabilizados o valor referente ao Estádio Arena das Dunas;

5. Orçamento temporariamente fechado para pagamento de fornecedores;

6. Repasse aos Municípios: 25% do ICMS e 50% do IPVA;

7. FUNDEB: 20% da receita (própria, FPE e IPI Exportação), deduzida da base de cálculo o repasse aos municípios;

8. Saúde: LC nº 141/12: 12% da receita (própria, FPE e IPI Exportação), deduzida da base de cálculo o repasse aos municípios;

9. Previsão de receitas próprias (ICMS, IPVA e ITCD) totais no montante bruto de R$ 553 (quinhentos e cinquenta e três) milhões e de FPE superior a R$ 300 (trezentos) milhões.

Por fim, o Fórum dos Servidores Públicos, ao tempo em que renova o seu compromisso com a sociedade potiguar, manifesta sinceros votos de que a gestão que ora se inicia tenha competência e sabedoria para, através de constante diálogo democrático com os diversos segmentos sociais, inclusive o conjunto dos funcionários, encontrar o caminho da governabilidade e do desenvolvimento econômico e social do Estado do Rio Grande do Norte.

Natal, 08 de janeiro de 2018

Com informações do Sindsaúde-RN

Publicado por: Chico Gregorio


08/01/2019
18:30

Uma chuva na tarde de hoje na cidade de Ouro Branco, com vento forte, provoca estragos na cidade , com árvores sendo derrubadas, fez estragos em telhados de algumas residências, até uma antena de Internet, pertencente a Vale On Line, foi ao chão, deixando muitos clientes da cidade, como também da zona rural sem acesso ao serviço oferecido pela empresa paraibana. 

Publicado por: Chico Gregorio


08/01/2019
18:19

Resultado de imagem para fotos de cofre vazios

O Governo do Rio Grande do Norte acumula uma dívida hoje de quase R$ 1 bilhão com os servidores públicos, que os representantes dos servidores estaduais querem jogar no colo da governadora Fátima Bezerra.

13º salário de 2017: R$ 42 milhões

Novembro de 2018: R$ 96 milhões

Dezembro de 2018 e 13º salário: R$ 840 milhões

Publicado por: Chico Gregorio


08/01/2019
18:02

Via Esmael Morias.

O presidente Bolsonaro (PSL) disse estar surpreso com a promoção do filho do vice, Hamilton Mourão (PRTB), no Banco do Brasil. 

Leia mais

Publicado por: Chico Gregorio


08/01/2019
17:56

O secretário da Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP), médico Cipriano Maia de Vasconcelos, solicitou cancelamento da folha de pagamento relativo à produtividade, no mês de dezembro/2018, em sua pasta.

Cipriano tomou iniciativa (Reprodução).

Via Carlos Santos.

Encaminhou pedido à Secretaria de Estado da Administração e Recursos Humanos (SEARH).

A produtividade era um alento, uma salvação para muitos servidores pagarem suas contas.

Agora está tudo bloqueado para que ocorra um pente fino nesse pagamento.

Publicado por: Chico Gregorio


08/01/2019
17:51

José Aldenir / Agora RN

Fátima Bezerra, governadora do RN

O Governo do Estado definiu as políticas prioritárias que devem ser implementadas pela Controladoria Geral do Estado (Control) durante a nova gestão.

Além de manter o rigoroso controle da legalidade da despesa pública, que já vem sendo exercido com qualidade pelos servidores, a Control deve, dentro de suas competências, intensificar ações para inibir o superfaturamento das contratações do governo, além de buscar reduzir a despesa pública por meio de estudos sobre a economicidade dos gastos.

“Temos uma grave crise financeira no Estado e o controle da despesa é essencial para sua solução. Temos que combater o desperdício e a fraude, sem descuidar de prestar serviço público de qualidade para a população do Rio Grande do Norte. Devemos fazer mais com menos dinheiro, essa é a meta”, destacou a governadora Fátima Bezerra durante uma reunião realizada com a presença do vice-governador Antenor Roberto e do Controlador Geral do Estado, Pedro Lopes de Araújo Neto.

Pedro Lopes informou que nos próximos dias implementará as primeiras medidas voltadas a atender o programa de Governo: “reputo como muito importante a disposição da gestão para melhorar a qualidade do gasto público, tanto no aspecto financeiro, como no operacional, e nesse sentido também desenvolveremos ações voltadas a análise sobre a sua eficiência e reforçaremos a transparência das ações governamentais para a sociedade”.

Publicado por: Chico Gregorio


08/01/2019
14:45

Repdrodução

A mulher de Fabrício Queiroz, Márcia Aguiar, e as filhas do casal, Nathália e Evelyn, não compareceram ao depoimento marcado nesta terça-feira (8) no Ministério Público do Rio de Janeiro, que investiga a movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão do ex-assessor parlamentar do filho de Jair Bolsonaro (PSL), Flávio Bolsonaro (PSL/RJ), na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Segundo informações do portal G1, o advogado da família disse que elas estão em São Paulo para acompanhar o pós-operatório da retirada de um tumor no intestino de Queiroz e vão acompanhar o tratamento de quimioterapia.

O ex-assessor parlamentar teria informado ao MP-RJ que está internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, e se submeteu a uma cirurgia no dia 1º de janeiro para retirar um tumor maligno no intestino.

Negócio de família
Toda a família de Fabrício Queiroz atuou na assessoria de Flavio Bolsonaro na Alerj. Márcia exerceu cargo de consultora parlamentar entre 2 de março de 2007 a 1o de setembro de 2017, com salário de R$ 9.835,63.

Nathália foi nomeada no gabinete da vice-liderança do PP, de Flávio, em 20 de setembro de 2007, e ficou lá até 1o de fevereiro de 2011. Recebia R$ 6.490,35. Ela também trabalhou, até 15 de novembro do ano passado no gabinete de Jair Bolsonaro, em Brasília, e é citada em dois trechos do relatório.

Via Revista Fórum.

Publicado por: Chico Gregorio


08/01/2019
14:31

bolsonaro posse - FAZENDO O HAMLET: Carlos Bolsonaro é o príncipe do Brasil - Por Carlos AndreazzaEntre os mais simbólicos episódios da posse de Jair Bolsonaro esteve a carona que o filho Carlos tomou no Rolls-Royce presidencial. A passagem ensejou muitas leituras. Nenhuma me parece mais equivocada do que a que interpretou ali a projeção do que seria o próximo capítulo no livro do patrimonialismo eleitoral bolsonarista e, pois, a expressão de um projeto de poder pessoal. Carlos Bolsonaro não desfilou em carro aberto com o pai presidente como sinal de futura transferência da capitania, como distinção por meio da qual se poderia identificar um sucessor. Não.
Naquele filme, creio, só havia acerto de contas com o passado, lá onde, em 2000, o porvir do próprio Carlos fora condicionado. Ele não tem pretensões políticas para si. É transparente. Mais: tem consciência de suas limitações; o que lhe dá clareza sobre seu papel. É um militante do pai, acima de tudo, e um aliado do irmão Eduardo — este, sim, ambicioso.

A explicação para a presença de Carlos naquele corso tem origem, avalio, em passagem pouquíssimo investigada; e que se pode resumir assim: determinado pelo pai, concorreu contra a própria mãe, então em busca de se reeleger, a uma cadeira na Câmara Municipal do Rio, e a venceu, tomando-lhe os votos, eleito o mais jovem vereador da história, títere de Jair no desdobramento eleitoral da ruptura do casal Bolsonaro.

Ninguém sai ileso de uma disputa contra a mãe. Ninguém sai ileso de uma disputa — patrocinada pelo próprio pai — contra a mãe. Ninguém sai ileso de uma disputa contra a mãe, patrocinada pelo pai, por votos que eram — que sempre foram — exclusivamente do pai; a árvore frondosa sob a qual não terá sido fácil crescer. Engana-se quem pensa, porém, que um evento como esse perturbe o fruto sem afligir a árvore.

Carlos Bolsonaro, segundo o leio, é produto do amor abnegado pelo pai, sujeito moldado pela provação a que se submeteu por fidelidade incondicional. É o filho eterno; talvez a criança eterna. O soldado eterno — certamente. Uma existência esvaziada de interesses individuais, dirigida pela conveniência do criador e acomodada a serviço deste. Carlos não teria uma missão. Seria uma, tal a forma como parece haver incorporado a condição de filho do mito. O filho que foi sacrificado, mas que é cultivado — e que afinal se compreende — como alguém que se sacrificou. É como o arranjo amoroso se sustentaria, e não sem tensão. Da parte do fruto, com mais e mais entrega — e a propaganda constante do desprendimento. Da parte da árvore, com atenção especial e constantes manifestações de apreço e gratidão — consequência de um sentimento comum aos pais.

Sim. Jair Bolsonaro tem culpa — este, acredito, o evento fundador. Culpa que manifesta em preocupação publicamente exposta e em cuidados exclusivos com o filho; o que explicaria a reverência em carro aberto tanto quanto a referência carinhosa a Carlos feita pela primeira-dama em seu discurso.

Não é com prazer que se trata de assunto como este. Ocorre que filho de presidente é sempre problema; tanto mais quando três deles têm mandatos eletivos, dois dos quais em Brasília, e declarada — explorada — ascendência política sobre o governo do pai. Já escrevi a respeito. Escreverei muito ainda. Escrevo também porque me parece evidente que, no futuro, a mais precisa crônica sobre esses tempos de bolsonarismo no poder estará na análise da interação entre Flávio, Carlos e Eduardo, e da forma como se relacionarão com o presidente genitor.

Hoje, Carlos e Eduardo — este, cujo projeto próprio é uma obviedade — encabeçam um grupo político, facção cuja fortaleza tem fundação na capacidade de mobilização em rede e no modo como cooptaram influenciadores digitais. Montaram um bunker no Ministério das Relações Exteriores; mas não somente. Para além, claro, do apoio ao governo, trabalham para que o deputado federal por São Paulo, o mais votado da história, seja, entre os irmãos, o primeiro, o sucessor político do pai, desbancando aquele naturalmente destinado à primazia, o senador eleito e hoje isolado Flávio.

O recente episódio sobre a movimentação financeira do ex-assessor de Flávio Fabrício Queiroz é simbólico da cisão fraternal que jogou o primogênito ao mar. Sempre tão beligerantes em defesa da família, Carlos e Eduardo mal se manifestaram a respeito, senão para resguardar o pai e responsabilizar preventivamente o irmão caso algo de comprometedor viesse a ser descoberto — no que foram seguidos pelos divulgadores do pensamento bolsonarista nas redes sociais.

Em governos como em famílias, não raro se necessita mais de sangue que de lágrimas.

Fonte: O Globo

Publicado por: Chico Gregorio


08/01/2019
14:26

Resultado de imagem para fotos de medicos cubanos no brasil

Mayra Pinheiro, secretária responsável pelo Mais Médicos no Ministério da Saúde, enviou uma mensagem publica na qual pede aos que não quiseram voltar a Cuba, que preencham um formulário. As informações são da coluna Painel, do jornal “Folha de S. Paulo”.

De acordo com o jornal, o mapeamento precederia a criação de cursos preparatórios, apoiados pela Associação Médica Brasileira e o Conselho Federal de Medicina, para submeter os médicos cubanos a um “novo Revalida”.

Na mensagem de voz, Mayra diz que o governo tem tido dificuldade de localizar todos os cubanos que burlaram a ordem de retorno ao seu país após o fim do Mais Médicos.

Segundo o jornal, ela ainda disse que o governo Bolsonaro analisa editar uma medida provisória que possa garantir a permanência dos cubanos no programa que substituirá o Mais Médicos, e que deve se chamar Mais Saúde.

Publicado por: Chico Gregorio


08/01/2019
14:13

Resultado de imagem para fotos de chuvas no manhoso

A região do Seridó voltou a ser banhada pelas chuvas, na segunda-feira (07).

Confiram os registros pluviométricos:

São José do Seridó – 15 mm

Sitio Manhoso – 32,5 mm

Sítio Maritacaca – 30 mm

Sítio Jerusalém – 16 mm

Distrito Palma – 45 mm

Alto da Tupipa – 42 mm

Distrito de Laginhas – 12,5 mm

Várzea – PB – 22 mm

Sítio Alecrim (Serra Negra do Norte) – 22 mm

Timbaúba dos Batistas – 22 mm

Jardim de Piranhas –    18 mm

Sítio Caieiras (São João do Sabugi) – 25 mm

Bairro Maynard (Caicó) – 10 mm

Fazenda Fechado (Jardim de Piranhas) – 26 mm

Sítio Santa Cruz (Jardim de Piranhas) – 35 mm

Sítio Umari (Caicó) – 25 mm

Sítio Barra da Maniçoba (Serra Negra do Norte) – 28 mm

Sítio Riacho do Meio (Caicó) – 50 mm

Sítio Cordeiro (São João do Sabugi) – 15 mm

Bairro Barra Nova (Caicó) – 17,5 mm

Sítio Picos – 30 mm

Sítio São Manoel – 36 mm

Sítio Ramada (São Fernando) – 8 mm

Sítio Carrapateira – 15 mm

Serra Negra do Norte – 11 mm

Sítio Boa Vista – 15 mm

Rua Felipe Guerra (Centro de Caicó) – 15 mm

Sítio Extrema (Jardim de Píranhas) – 15 mm

Sítio Floresta (Serra Negra do Norte) – 24 mm

Sítio Várzea Redonda – 15 mm

Sítio Cachos (São João do Sabugi) – 16 mm

Fazenda Feitosa (São João do Sabugi) –  22 mm

Bairro Recreio (Caicó) – 46 mm

Sítio Juá de Baixo – 20 mm

Santana do Seridó – 25 mm

Sítio Pimtobeira (Caicó) – 24 mm

Sítio Cruz (Jardim de Piranhas) – 52 mm

Sítio Ourives (Caicó) – 55 mm

Poço da Cruz – 29 mm

São Fernando – 10 mm

Sítio Samanaú (Caicó) – 40 mm

Nova Olinda – 15 mm

Sítio Riacho dos Cavalos PB – 42 mm

Sítio Oiticicas (Caicó) – 40 mm

Publicado por: Chico Gregorio


08/01/2019
14:02

Via Esmael Morais.

A mulher e duas filhas de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), devem prestar depoimento nesta terça-feira, 8, ao Ministério Público do Estado do Rio (MP-RJ).  

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Publicado por: Chico Gregorio


08/01/2019
14:00

 

Via Esmael Morais.

O atual ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM), usou 80 notas fiscais de uma empresa de consultoria tributária para receber da Câmara R$ 317 mil em verbas de gabinete. Dos 80 cupons, 29 foram emitidos em sequência. 

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Publicado por: Chico Gregorio


08/01/2019
13:57

Via Esmael Morais.

O filho do vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) foi promovido a assessor especial da presidência do Banco do Brasil, com salário de cerca de R$ 36 mil. 

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Publicado por: Chico Gregorio


08/01/2019
13:52

O açude do Parque Guarani no município de Pedra Branca localizado no Sertão Central do Ceará, amanheceu sangrando neste domingo (6), após uma chuva de mais de 100 milímetros na região. Moradores festejaram na sangria do reservatório.

Jornal Vale em Destaque

Publicado por: Chico Gregorio


08/01/2019
13:49

À direita, o padre Edvaldo Betioli aparece em centro de treinamentos de tiros em Atibaia Foto: Reprodução

Em sua conta pessoal no Twitter o presidente Jair Bolsonaro aproveitou nesta segunda-feira uma postagem de uma pregação católica para destacar uma de suas principais bandeiras: a defesa das armas de fogo. Bolsonaro retuitou um vídeo no qual o padre Paulo Ricardo de Azevedo afirma que os católicos têm direito à legítima defesa e, por isso, podem optar pelo uso do armamento.

A mensagem não é isolada no mundo católico. Entre os admiradores de Paulo Ricardo há até mesmo um outro padre que chegou a fazer curso de tiros ao lado de blogueiros que apoiam o presidente Bolsonaro.

Com mais de 1 milhão de seguidores no Facebook e 514 mil inscritos em seu YouTube, o padre Paulo Ricardo faz na gravação uma reflexão sobre o desarmamento e pede que os fiéis não se deixem influenciar por uma ideologia pacifista e por um complexo de culpa.

“O que é um homicídio, o que é matar uma pessoa? É tirar a vida do inocente. O pecado do homicídio é isso, mas aqui nós não estamos tirando a vida do inocente, estamos tirando a vida do agressor. A legítima defesa é cristã, é moral, perfeito”, diz o padre Paulo Ricardo, em vídeo à época do massacre do Realengo, em 2011, quando um atirador matou 12 alunos em uma escola da Zona Oeste do Rio.

No vídeo, o padre Paulo Ricardo pede que os fiéis não se deixem influenciar por uma ideologia pacifista e por um complexo de culpa. Paulo Ricardo é conhecido por seus discursos contra a esquerda e o comunismo. Ele já fez críticas públicas aos governos de Dilma Rousseff e a setores do clero brasileiro mais de uma vez.

Ele também promove a obra de Olavo de Carvalho, uma das referências intelectuais dos apoiadores de Bolsonaro. O religioso e Olavo já gravaram vídeos juntos. No seu site, Paulo Ricardo diz que o seu trabalho intelectual foi “profundamente influenciado” por Olavo.

Arco e flecha

Na Zona Leste de São Paulo, um dos seguidores de Paulo Ricardo circula com desenvoltura entre apoiadores do presidente. Em dezembro, o padre Edvaldo Betioli, que pertence à congregação dos Palotinos na igreja São João Batista, fez um treinamento de tiros em Atibaia, no interior paulista. Na época, o instrutor do curso foi Bene Barbosa, que se apresenta como especialista em segurança e atua em defesa do bolsonarismo nas redes sociais.

Além de Bene, o padre posou com uma arma também ao lado do blogueiro Bernardo Küster, outro defensor das bandeiras da direita e um crítico da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

A foto do treinamento foi postada na conta do Instagram de Bene, que na legenda fez questão de destacar que o curso foi “abençoado” pela presença do padre. Em seguida, provocou: “Católico jujuba e CNBB não curtiram”.

A publicação foi apagada depois que O GLOBO procurou o padre. A CNBB e a Arquidiocese de São Paulo não se manifestaram.

O padre Almir Roman, pároco da igreja de São João Batista, onde Betioli é um dos padres, reprovou a atitude do religioso por se deixar fotografar no curso de tiros. No entanto, disse que não vê problemas na participação de líderes religiosos em aulas de tiros, e se disse interessado em também aprender a manusear uma arma para defender sua igreja. Contou, inclusive, que já fez curso de arco e flecha:

— Não é bom um padre se exibir em foto com uma arma. Quanto ao curso, também quero fazer. Já houve assaltos na paróquia. A secretária foi ameaçada com uma arma. Da minha sala eu teria uma boa posição para atirar.

O padre Edvaldo Betioli disse que não contrariou as normas da igreja ao frequentar o curso de tiros. Afirmou ainda que os ensinamentos sobre o tema são claros e podem ser encontrados no Catecismo da Igreja Católica.

— Estive presente em um curso de tiro, em um lugar regulamentado e com finalidade esportiva. Não realizei nada proibido pela igreja. Não há motivos para histerias diante da foto — disse Betioli.

O Globo

Publicado por: Chico Gregorio