19/06/2016
15:18

Hermano-Henrique-Garibaldi

Campanha de Hermano Morais à Prefeitura em 2012
Em 2012, o PMDB recebeu R$ 4,27 milhões da empreiteira Camargo Corrêa, uma das envolvidas na Operação Lava Jato.

No mesmo ano, o Diretório Nacional do PMDB repassou para o Diretório Estadual do Rio Grande do Norte a quantia de R$ 12 milhões.

Desses recursos, R$ 7,8 milhão foram repassados à campanha do deputado estadual Hermano Morais (PMDB) à Prefeitura de Natal.

O peemedebista disputou com o prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT), mas perdeu no segundo turno.

 

RN na Lava Jato

O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado afirmou a investigadores da Operação Lava Jato, em depoimentos de delação premiada, ter repassado propina a mais de 20 políticos de 6 partidos. O novo delator da Lava Jato contou à Procuradoria Geral da República (PGR) sobre pedidos de doações eleitorais de parlamentares de PMDB, PT, PP, DEM, PSDB e PC do B.

O ex-presidente da Transpetro contou, em outro trecho da delação, que repassou ao atual ministro do Turismo, Henrique Alves, R$ 1,55 milhão em propina entre 2008 e 2014.

A propina ao atual ministro do Turismo foi paga, conforme o ex-presidente da Transpetro, da seguinte forma: R$ 500 mil em 2014; R$ 250 mil, em 2012 e R$ 300 mil em 2008. Os valores foram repassados, segundo ele, pela Queiroz Galvão. Outros R$ 500 mil foram pagos em 2010 a Alves, pela Galvão Engenharia, de acordo com a delação.

Os recursos, eram entregues por meio de doações oficiais, mas eram provenientes, segundo Machado, de propina dos contratos da subsidiária da Petrobras.  Sérgio Machado detalhou que Henrique Alves costumava procurá-lo com frequência em busca de recursos para campanha.

Procurada, a Galvão Engenharia diz que não vai se pronunciar.

Machado afirma que, sempre em épocas de eleição, era procurado pelo ex-ministro e atual senador Garibaldi Alves (PMDB). Em 2010, ele diz ter intermediado o pagamento de R$ 200 mil pela Queiroz Galvão e R$ 250 mil da Camargo Corrêa em 2012.

Machado disse que Garibaldi também pediu ajuda à candidatura de seu filho, Walter Alves, à Câmara dos Deputados. Ele diz, então, que conseguiu uma doação de R$ 250 mil, pela Queiroz Galvão, em 2014

Na delação, Sérgio Machado diz que a dinâmica de pagamento de propina era a mesma utilizada com os demais políticos: sempre em épocas de eleição, era procurado para que intermediasse doações. Ele diz que o senador do DEM recebeu, em 2010, R$ 300 mil para sua campanha ao Senado, pela Queiroz Galvão; e R$ 250 mil, em 2014, para a campanha do seu filho, o deputado Felipe Maia, à Câmara.

Publicado por: Chico Gregorio


18/06/2016
11:21

Há seis anos que mês não registrava desempenho tão ruim

Com a contínua queda da atividade econômica, a arrecadação de tributos pela Receita Federal encolheu no quinto mês deste ano. Dados divulgados pelo órgão nesta sexta-feira, 17, mostram que o recolhimento de impostos e contribuições federais somou R$ 95 219 bilhões em maio, uma queda real (já descontada a inflação) de 4,81% na comparação com igual mês de 2015. Foi o pior desempenho para meses de maio desde 2010.

A arrecadação veio dentro do intervalo entre R$ 93,0 bilhões e R$ 102,0 bilhões das previsões coletadas pelo AE Projeções. A partir do intervalo de 21 estimativas enviadas por instituições do mercado financeiro, a mediana era de R$ 95,0 bilhões, praticamente igual ao montante divulgado.

De janeiro a maio, a arrecadação federal somou R$ 519,128 bilhões, um recuo de 7,36% na comparação com o mesmo período do ano passado. O valor também é o menor para o período desde 2010.

Publicado por: Chico Gregorio


18/06/2016
11:13

:

Quem afirma é o colunista do Globo Jorge Bastos Moreno, porta-voz informal do presidente interino, Michel Temer; ele conta em sua coluna deste sábado que o ex-ministro do Turismo chorou três vezes quando descobriu que a Lava Jato já tinha em mãos dados de uma conta sua na Suíça; primeiro com Eduardo Cunha, depois na frente de Temer e pela terceira vez com um amigo

Publicado por: Chico Gregorio


18/06/2016
10:48

Prefeito de Florânia Júnior de Januncio

Surge um fato novo na política do  município de  Florânia. O ex prefeito Júnior de Janúncio estaria articulando

um nome para concorrer as eleições municipais, deixando de apoiar a  atual prefeita Márcia Nobre, que era sua

vice assumiu após renúncia do mesmo.

 

Nos bastidores , a pergunta que se faz, quais os motivos que levaram Júnior de Janúncio ao não continuar apoiando

sua vice, que assumiu o cargo, teria sido quebra de compromissos ? Na cidade todos sabem da seriedade e da

credibilidade do ex prefeito Júnior de Janúncio, sem dúvida, será uma grande perda para a atual prefeito, caso

o grupo do mesmo resolva lançar um nome na disputa eleitoral.

 

As articulações já contariam com o  apoio dos ex-prefeitos Sinval Salomão , e Neto Laurentino. O vereador

Galo Silva e o ex-chefe de gabinete da administração Júnior Manoel Pinto.

 

 

Fonte Tonny Washington.

Publicado por: Chico Gregorio


18/06/2016
10:12

Imagem ilustrativa

 

O BlogodoBG recebeu uma informação que a nova secretária de saúde do estado encontrou aproximadamente 130 médicos do quadro da secretária estadual de saúde que ganham entre R$ 6 mil e R$ 10 mil que não estavam dando expediente e plantões como deveriam. Inclusive nomes bastante conhecidos pela população.

A secretaria de saúde não confirma a informação, mas nos últimos dias mudanças de escalas e remanejamento de profissionais para outras unidades de saúde deixa claro que a informação repassada  procede.

Blog do BG:

Publicado por: Chico Gregorio


18/06/2016
10:06

A alta do dólar e a instabilidade da economia do Brasil tem levado muitos potiguares a adiar a viagem de férias aos Estados Unidos. A Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav-RN) estima queda em cerca de 30% a 40% na procura para julho na comparação com o mesmo período do ano passado, destaca a reportagem da Tribuna do Norte.

Os Destinos preferidos como Orlando e Nova York vem perdendo cada vez mais espaço para roteiros nacionais. A mudança, segundo o presidente da Abav, se deve exclusivamente a redução do poder de consumo. Os recentes atentados que chocaram o mundo, como o ocorrido em uma boate, em Orlando, não tem influência nenhuma nessa mudança.

Como se trata de uma viagem planejada no longo prazo, muitos buscam as agências para fechar pacotes entre julho e setembro do ano anterior. Desde janeiro deste ano é registrado muitas desistências de famílias que se inscreveram.

Publicado por: Chico Gregorio


18/06/2016
09:34

Por Carmen Munari | Valor Econômico

SÃO PAULO  –  Em 16 dias, o ministério do presidente interino Michel Temer perdeu três integrantes por envolvimento nas investigações da Operação Lava-Jato, mas outros oito são citados no esquema.

Nesta sexta-feira, Temer determinou que ministros peçam demissão antes de seus nomes surgirem em delações premiadas que vêm sendo divulgadas na operação

Mencionados em planilha da empreiteira Odebrecht com registro de repasses

* Cidades – Bruno Araújo (PSDB-PE)

* Defesa – Raul Jungman (PPS-PE)

* Desenvolvimento Social e Agrário – Osmar Terra (PMDB-RS)

* Educação – Mendonça Filho (DEM-PE)

* Relações Exteriores – José Serra (PSDB-SP)

* Saúde – Ricardo Barros (PP-PR)

Outros casos

* Secretaria de Governo – Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) (citado na Lava-Jato por atuar em favor da construtora OAS)

* Meio Ambiente – José Sarney Filho (PV-MA) (mencionado pelo ex-presidente da Transpetro Sergio Machado)

Deixaram o governo

* Planejamento – Senador Romero Jucá (PMDB-RR)

* Transparência, Fiscalização e Controle – Fabiano Silveira

* Turismo – Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN)

Publicado por: Chico Gregorio


18/06/2016
09:30

O papelório foi entregue às autoridades por Mônica Azambuja, ex-mulher do peemedebista, que o acusou de manter 15 milhões de dólares (cerca de 50 milhões de reais) no exterior. Nada declarado à Receita Federal.
Diz a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal: “O ora requerido jamais manifestou qualquer reserva quanto a esses documentos, bastando-se em afirmar não possuir patrimônio de 15 milhões de dólares”.
Só em 1996, Henriquinho gastou 1,1 milhão de reais num cartão American Express vinculado a uma conta do banco suíço Union Bancaire Privée.

A conta era batizada de 245333HM, sendo as letras referências ao casal Henrique e Mônica.

A denúncia, a que VEJA teve acesso, compila operações financeiras no exterior, como uma aplicação de 890 mil dólares, e até um bilhete em que o ex-ministro pede ajuda a uma notória operadora do mercado financeiro suíço para administrar seus investimentos: Maria Rodrigues, apontada como a administradora das propinas pagas por contratos superfaturados assinados, na gestão Paulo Maluf, pela prefeitura de São Paulo.

 

Publicado por: Chico Gregorio


18/06/2016
09:23

Mendonça Filho com seu amigo José Agripino

Conhecido como o príncipe do impeachment, o deputado e ministro da Educação, Mendonça Filho deverá ser o próximo a pegar o chapéu  da viagem.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, aponta, em documento enviado ao Supremo Tribunal Federal e que se tornou público nesta sexta-feira (17), suspeitas de pagamento de propina de R$ 100 mil, em 2014, para a campanha à reeleição do ministro interino da Educação, Mendonça Filho (DEM-PE), para a Câmara.

Os dados constam de inquérito aberto contra o ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social Edinho Silva (PT), que teve o processo remetido para a Justiça Federal do Paraná depois que deixou o governo federal e perdeu o foro privilegiado. Em meio à investigação do petista, foi identificada uma mensagem no celular do ex-diretor financeiro da construtora UTC Walmir Pinheiro Santana, um dos delatores da Lava Jato, que fazia menção a Mendonça Filho.

Fonte  blog do Primo.

Publicado por: Chico Gregorio


18/06/2016
09:13

Por: Redação – Agência Brasil

 senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) durante a CPI da espionagem

Documento ao qual Vanessa Grazziotin se refere ainda não está disponível para consulta pública
A Comissão Processante do Impeachment retomou os trabalhos, após uma hora de intervalo, nesta tarde (17) com o comunicado por parte da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) de que o Banco do Brasil (BB) enviou à comissão um ofício informando que a presidenta afastada Dilma Rousseff não praticou atos para a liberação do Plano Safra. Dilma é acusada, entre outras coisas, de ter feito uma operação de crédito com o banco para o pagamento do programa, o que é vedado pela lei.

“Nós já começamos a receber respostas a alguns requerimentos de informações aprovados aqui. Um deles, por exemplo, chega do Bando do Brasil, dizendo que não há atos praticados diretamente pela presidenta afastada, Dilma Rousseff, na liberação dos pagamentos para o Plano Safra. O Banco do Brasil mandou essa informação. Então, se não há ato dela, onde está o dolo? Não há o dolo”, disse Vanessa.

A senadora disse que o ofício do banco atesta que a operação em que a instituição financeira arcou com o pagamento dos benefícios do plano, recebendo o repasse em atraso do tesouro nacional com juros, não configura uma operação de crédito.

“O Banco do Brasil manda para cá também resposta a um requerimento apresentado pelo senador Lindbergh [Farias – PT-RJ] e aprovado aqui, onde o próprio Banco do Brasil encaminhou os esclarecimentos, que já havia encaminhado ao Tribunal de Contas da União, que sustentam que as supostas pedaladas fiscais do Plano Safra não podem ser entendidas como um tipo vedado de empréstimo ao governo”, disse a senadora.

O documento ao qual Vanessa Grazziotin se refere ainda não está disponível para consulta pública. A advogada de acusação, Janaína Paschoal, disse que aguardaria a juntada dele aos autos, mas se antecipou reiterando seu convencimento de que o atraso nos pagamentos com cobrança de juros, chamada comumente de pedaladas, configura uma forma de empréstimo.

“Não houve pagamento de ISS [Imposto Sobre Serviços] sobre o montante total do que foi pago, a título de equalização, e foram cobrados juros! Essas características mostram a natureza de operação de crédito. Então acho muito estranha essa informação do Banco do Brasil e, se veio, está equivocada sob o ponto de vista jurídico”, disse a advogada.

Publicado por: Chico Gregorio


18/06/2016
09:07

Abalroado pelas revelações de Sérgio Machado, Temer não consegue se desvencilhar da Operação Lava Jato e fazer seu governo decolar

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No segundo semestre de 2012, quando se chateava menos com o caráter “decorativo” de sua figura no governo de Dilma Rousseff, o então vice-presidente Michel Temer foi uma ausência notada em Brasília
No segundo semestre de 2012, quando se chateava menos com o caráter “decorativo” de sua figura no governo de Dilma Rousseff, o então vice-presidente Michel Temer  foi uma ausência notada em Brasília. Apesar de dar expediente às terças, quartas e quintas-feiras no gabinete da Vice-Presidência da República, envolvia-se pouco nos assuntos que preocupavam o Palácio do Planalto. Quando Dilma convocava sua tropa de choque para almoços no Alvorada com o objetivo de discutir as pautas da vez – como o Código Florestal, a CPI de Carlinhos Cachoeira e a crise financeira –, Michel Temer não comparecia.

Em alguns casos, nem era convidado; em outros, estava mais ocupado resolvendo pendências do partido que presidia, o PMDB. Tamanho era o descompasso entre a Presidência e a Vice, entre o PT e o PMDB, que os dois partidos marcharam com candidatos diferentes à prefeitura de São Paulo naquele ano. O PT estava firme em Fernando Haddad, apoiado por Lula, e Michel Temer apostava suas fichas em Gabriel Chalita.

O apoio de Temer a Chalita não se restringia a uma simples chancela partidária. Em parceria com Eduardo Cunha, à época um deputado evangélico bem relacionado, em ascensão hiperbólica no partido, Temer batalhou o apoio evangélico. Prometeu a Chalita que estaria em São Paulo todas as segundas-feiras para participar das reuniões do conselho político que assessorava sua candidatura. Na semana passada, uma delação premiada sugeriu que a dedicação de Temer pode ter sido realmente grande.

Em seus depoimentos após o acordo de colaboração com a força-tarefa da Procuradoria-Geral da República encarregada da Operação Lava Jato, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, um conviva antigo da cúpula do PMDB, afirmou que Michel Temer pediu a ele que conseguisse doações oficiais para a campanha de Chalita em São Paulo. O encontro, segundo Machado, se deu em uma sala reservada da Base Aérea em Brasília, em setembro de 2012. Machado afirma que todos do PMDB que faziam tais pedidos sabiam que o dinheiro viria das propinas pagas por empresas que mantinham contratos com a Transpetro.

Machado afirma ter atendido ao pedido de Temer com uma doação oficial de R$ 1,5 milhão da empreiteira Queiroz Galvão ao Diretório Nacional do PMDB, a ser repassada à campanha de Chalita. Ao tomar consciência da delação, Temer reagiu com indignação. Em nota emitida na quarta-feira, dia 15, Temer disse que, a ser verdadeira a delação de Machado, ele, Temer, não mereceria estar na Presidência da República. Cabe agora a Machado provar o que denunciou – em relação a Temer e a vários outros políticos.

Em seus relatos, aceitos pelo Supremo Tribunal Federal, Machado acusa mais de 20 políticos de se beneficiar das propinas que arrecadou durante quase 12 anos no comando absoluto da Transpetro, o braço da Petrobras encarregado de contratos bilionários de transporte e armazenamento de combustíveis. Além de Temer, Machado contou ter  entregado dinheiro, muito dinheiro, ao presidente do Senado, Renan Calheiros, ao ex-presidente José Sarney, aos senadores Romero Jucá, Edison Lobão e Aécio Neves (PSDB), ao deputado Henrique Eduardo Alves, entre muitos outros. Machado afirma que, só para o PMDB, arrecadou cerca de R$ 100 milhões, pagos em espécie ou na forma de doações legais a campanhas.

Alguns, como Renan , Jucá, Sarney e Lobão, recebiam, segundo Machado, uma espécie de mesada, ou um mensalão, como definiria o ex-deputado Roberto Jefferson – pelos valores, trata-se da acusação mais grave feita por Machado, apesar do impacto provocado pela acusação ao presidente interino Michel Temer.

Revista  Época

Publicado por: Chico Gregorio


18/06/2016
08:59

Terceiro ministro demitido, Henrique Eduardo Alves é chamado carinhosamente pelos amigos de ‘Henriquinho’, num trocadilho com a boa vida que leva, aponta reportagem da Veja

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Ex-presidente da Câmara, ele caiu do Ministério do Turismo depois de ser apontado como beneficiário de propinas repassadas pela OAS e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, que somariam cerca de 2 milhões de reais
Terceiro ministro do governo Michel Temer demitido em pouco mais de um mês, o peemedebista Henrique Eduardo Alves é chamado carinhosamente pelos amigos de “Henriquinho”, num trocadilho com a boa vida que leva. Ex-presidente da Câmara, ele caiu do Ministério do Turismo depois de ser apontado como beneficiário de propinas repassadas pela OAS e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, que somariam cerca de 2 milhões de reais. Um processo que corre em sigilo na Justiça Federal de Brasília mostra que esses valores seriam capazes de bancar apenas uma parte, uma pequena parte, das despesas de Henriquinho.Em tramitação há doze anos, o processo traz nomes e números de contas do ex-ministro no exterior, além de extratos bancários que detalham seus gastos fora do país entre 1996 e 2004. O papelório foi entregue às autoridades por Mônica Azambuja, ex-mulher do peemedebista, que o acusou de manter 15 milhões de dólares (cerca de 50 milhões de reais) no exterior. Nada declarado à Receita Federal. Diz a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal: “O ora requerido jamais manifestou qualquer reserva quanto a esses documentos, bastando-se em afirmar não possuir patrimônio de 15 milhões de dólares”.

Só em 1996, Henriquinho gastou 1,1 milhão de reais num cartão American Express vinculado a uma conta do banco suíço Union Bancaire Privée. A conta era batizada de 245333HM, sendo as letras referências ao casal Henrique e Mônica. A denúncia, a que VEJA teve acesso, compila operações financeiras no exterior, como uma aplicação de 890 mil dólares, e até um bilhete em que o ex-ministro pede ajuda a uma notória operadora do mercado financeiro suíço para administrar seus investimentos: Maria Rodrigues, apontada como a administradora das propinas pagas por contratos superfaturados assinados, na gestão Paulo Maluf, pela prefeitura de São Paulo.

Na quarta-feira à noite, Temer conversou com Henrique Alves sobre as delações da Lava-Jato e as tais contas no exterior. O presidente interino queria saber a extensão desses casos e se eles poderiam abater algum outro integrante do governo. A preocupação era compreensível. Entre os documentos à disposição da Justiça, há um papel timbrado da Câmara no qual está anotado o valor de 420.000 e o nome Geddel Vieira Lima, atual ministro da Secretaria de Governo.

“Observa-se também que às folhas 167 há outra anotação referindo-se a 420.000,00 com a mesma caligrafia e em papel timbrado da Câmara dos Deputados, fazendo referência ao nome de Geddel Vieira Lima, deputado da Bahia pelo partido PMDB”, diz a denúncia do MPF. Geddel disse a VEJA que desconhece o manuscrito com a cifra em dólares e que nunca tratou de dinheiro com Henrique Alves ou recebeu valores dele. Alves considera “absurda” a denúncia da ex-mulher, mas não quis comentar especificamente sobre a anotação com o nome de Geddel. Ele disse que as provas que constam no processo por enriquecimento ilícito já foram consideradas “ilícitas” e anuladas duas vezes em recursos de sua defesa.

A ação civil de improbidade administrativa, porém, ainda tramita na 16ª Vara Federal de Brasília e espera um despacho do juiz. A reportagem não conseguiu contato com os advogados do ex-ministro nesta sexta-feira. Na véspera, Alves e Geddel conversaram pessoalmente. O primeiro pediu demissão. O segundo continua no governo. Ao menos por enquanto.

Veja

Publicado por: Chico Gregorio


17/06/2016
18:55

2 forum selo unicef

Na última quarta-feira (15), na Casa de Cultura Popular Oswaldo Lamartine de Faria, foi realizado o 2º Fórum Comunitário do Selo UNICEF Município Aprovado Edição 2013-2016, promovido pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e pela Comissão Pró-Selo UNICEF, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida das crianças e dos adolescentes de Serra Negra do Norte.

Inicialmente, foi promovida a Feira Crescendo Juntos, com exposição de sete ações estratégicas que foram realizadas pelo Município. Depois, foram apresentados os diagnósticos, abordados em dois eixos de avaliação: 1) Impacto Social e 2) Ações Estratégicas de Políticas Públicas e Participação Social. Houve, ainda, apresentação cultural com o Grupo de Violão Seis Cordas e o Grupo de Teatro Pintando o 7.

O evento foi promovido pelas Secretarias Municipais de Trabalho, Habitação e Assistência Social, de Educação e Cultura e de Saúde, contando com a participação de 229 pessoas na feira e 42 pessoas no fórum.

 
Por Janny Laura Araújo

Publicado por: Chico Gregorio


17/06/2016
18:48

Cunha e Henrique Alves, enrolados noutra delação

AGUIRRE TALENTO
MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA

Apesar de Alves perder o foro privilegiado, o pedido de inquérito para investigar se ele foi beneficiado pela Lava Jato deve permanecer no Supremo. Isso porque Janot afirmou ao STF que há conexão dele com Cunha com relação a delação do ex-vice-presidente da Caixa Econômica Federal,  neste caso e, portanto, devem ser investigados em conjunto.

“Alves […] deve ser investigado em conjunto com Eduardo Cunha uma vez que a conduta de ambos está, de tal modo, imbricada, que não seria pertinente a separação da análise fática quanto a eles. No caso em exame, a análise da eventual conduta de Cunha encontra-se evidentemente conectada à suposta atuação de Alves.”

Cunha foi afastado do mandato e da presidência da Câmara, mas ainda permanece com foro. Alves, segundo aliados, temia ser investigado pelo juiz Sergio Moro.

Alves também é alvo de um pedido de Janot para ser investigado no principal inquérito da Lava Jato no Supremo, que apura se uma organização criminosa atuou nos desvios da Petrobras

Publicado por: Chico Gregorio


17/06/2016
18:39

Do Cenário Político – RS
O governo interino de Michel Temer se envolveu em mais uma nomeação polêmica nesta sexta-feira (17). É a do filho do senador Zezé Perrella (PTB-MG), Gustavo Henrique Perrella Amaral Costa. O empresário e ex-deputado (Solidariedade-MG) foi confirmado como secretário nacional de futebol e defesa dos direitos do torcedor do Ministério do Esporte. Ele era um dos donos de um helicóptero apreendido com 445kg de pasta de cocaína em novembro de 2013, no Espírito Santo.
A apreensão da Polícia Federal (PF) ocorreu em uma fazenda no município de Afonso Cláudio, interior do Espírito Santo. O episódio ficou conhecido na região como “Helicoca”.
Após as investigações indicaram que o piloto do helicóptero era o responsável pela droga, a aeronave foi devolvida aos proprietários.

Publicado por: Chico Gregorio