18/05/2019
09:46

Os vereadores Daniel, Zé Carlos e Galego, ambos do MDB, estiveram hoje (quinta-feira, 16), na Assembleia Legislativa do RN, onde participaram de audiência pública, promovida pela Frente Parlamentar Municipalista, com o intuito de discutir diversos temas de interesse da gestão pública municipal. Eles estavam acompanhados do Presidente do MDB de São José do Seridó, o assessor parlamentar Jackson Dantas Filho.

ASSECOM

Publicado por: Chico Gregorio


18/05/2019
09:17

Resultado de imagem para fotos de agripino maia com aecio neves

O bem informado Robson Pires, informa que existe a possibilidade do ex-senador Agripino Maia, após a derrota surpreendente  nas últimas eleições para deputado federal, poderia no próximo ano, ser candidato a vereador na capital do estado.

Seria a última pá de terra de Agripino Maia  na política do estado do RN, após ter sido governador, senador, tentar uma vaga na câmara municipal, caso não consiga uma das vagas, o eleitor do estado estaria sepultando politicamente para sempre o ex-senador de mandatos eletivos. Todo mundo sabe, pelo fato de ter exercido todos esses cargos, não existe uma garantia que consegue uma das vagas na câmara.

A ex-governadora Vilma de Faria, apos uma derrota para o senado federal, dois anos depois , disputou uma vaga  na Câmara de Natal, foi eleito com votação pequeno de apenas 1,21% , com 4.421 votos. Vilma tinha como principal base eleitoral , a capital do estado, diferente de Agripino Maia, que nunca teve uma base eleitoral sólida em Natal.

Publicado por: Chico Gregorio


18/05/2019
07:59

 

Pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande (UFRN) foi selecionada pelo Instituto Serrapilheira para receber bolsa de R$ 1 milhão, cujo valor deve ser utilizado durante três anos do estudo. Concorrendo inicialmente com 2 mil propostas de pesquisadores do Brasil, o professor do Departamento de Oceanografia e Limnologia (DOL-UFRN), Guilherme Ortigara Longo, é o coordenador da única proposta selecionada das regiões Norte e Nordeste do país.

O objetivo da pesquisa científica é avaliar os potenciais impactos globais, especialmente relativos ao aumento da temperatura e à diminuição do pH (escala de acidez) nos oceanos sobre organismos marinho, como os corais, os peixes e as algas. Dessa forma, o intuito é desvendar como os recifes brasileiros vão lidar com as mudanças provocadas pelos mares mais aquecidos e acidificados.

Segundo o professor Guilherme Longo, o estudo possui diferentes frentes de atuação, uma delas é a ecologia histórica com a recuperação do passado dos recifes brasileiros, além da previsão do futuro com modelos matemáticos baseados em dados disponíveis e em simulações no laboratório. Haverá ainda o monitoramento científico dos corais, utilizando modelos 3D e biologia molecular, bem como o acompanhamento cidadão, no qual qualquer pessoa pode participar via redes sociais, compartilhando fotos com a hastag #deolhonoscorais.

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Publicado por: Chico Gregorio


18/05/2019
07:56

Resultado de imagem para fotos de Senadora Zenaide visita Esquadrão de Saúde na Base Aérea de Natal

Na manhã desta quinta-feira (17), a senadora Zenaide Maia visitou o Esquadrão de Saúde, na Base Aérea de Natal.  Na ocasião, ela conheceu as instalações do hospital e o setor de esterilização, onde ela destinou emenda quanto deputada federal para a compra do equipamento de autoclave e também para a compra de uma ambulância para ajuda no deslocamento dos pacientes.

A visita da parlamentar foi acompanhada pela diretora do hospital, Mônica Queiroga, o  Comandante da Ala 10, Brigadeiro do Ar Marcelo Fornasiari Rivero, e o assessor parlamentar, Brigadeiro Alves.

Quando era deputada federal, Zenaide Maia destinou duas emendas para o Esquadrão de Saúde na Base Aérea, nos valores de R$ 150 mil e R$ 200 mil, respectivamente.

Publicado por: Chico Gregorio


18/05/2019
07:49

Açude de Coremas pega 32 centímetros d'água nas últimas 48 horas

Açude de Coremas ( Foto: José Albertino)

O secretário de Meio Ambiente, Pesca e Recursos Hídricos de Coremas, José Albertino, informou  que o Açude Estevam Marinho (Açude de Coremas) pegou 32 centímetros d’água nas últimas 38 horas. “O Açude de Coremas está agora com 113.418.637  metros cúbicos, segundo tabela da ANA e do DNOCS“, disse o secretário.

O açude pegou 17 centímetros da quinta, 16, para a sexta, 17; e mais 15 centímetros da sexta para este sábado, 18.

Até ontem (sexta, 17) o manancial estava com 18,71%. A Barragem de Mãe D’água, também até ontem, estava com 8.06% de sua capacidade, segundo a AESA. Ambos os mananciais seguem pegando recarga.

Via Folha Patoense

Publicado por: Chico Gregorio


18/05/2019
07:45

Selfie feita da governadora Fátima Bezerra com deputadas federais Gleisi Hoffman, Maria do Rosário e Natália Bonavides

O aniversário da governadora Fátima Bezerra contou com a presença ilustre da presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e com a deputada federal Maria do Rosário. As duas foram as atrações nacionais da comemoração.

Maria do Rosário integra a chamada “linha de frente do PT”. Ela ficou conhecida por repetir “mas o que é isso?” em uma discussão com Bolsonaro há anos, mas ultimamente vem ganhando a fama de esbarrar em deputados da situação e dizer que foi agredida. Até mesmo de provocar briga de outros deputados puxando o cotovelo dos outros. Já Gleisi é a fiel escudeira do ex-presidente Lula, no comando do partido. Presidente da legenda, é uma das líderes nacionais do “Lula Livre”.

Via BG

Publicado por: Chico Gregorio


18/05/2019
07:42

A investigação sobre Flávio Bolsonaro e outros deputados e diversos assessores parlamentares veio a público em dezembro, mas o relatório do Coaf que aponta movimentações suspeitas está com o Ministério Público do Rio desde o início do ano passado – foi recebido pelo Laboratório de Lavagem de Dinheiro do MPRJ em 3 de janeiro de 2018.

O documento do Ministério Público do Rio que pediu a quebra do sigilo bancário e fiscal de 95 pessoas e empresas que tiveram relação com Flávio Bolsonaro cita outros Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) produzidos pelo Coaf.

Um deles revela que, entre novembro de 2017 e junho de 2018, houve 190 mil reais de saques em espécie da conta de Fabricio Queiroz, amigão e ex-assessor de Flávio Bolsonaro.

No documento, o Ministério Público do Rio afirma que encontrou indícios de organização criminosa, lavagem de dinheiro e peculato no gabinete de Flávio Bolsonaro na época em que ele era deputado estadual.

Com informações da Veja

Publicado por: Chico Gregorio


18/05/2019
07:37

O texto distribuído por Jair Bolsonaro a aliados foi lido por dirigentes de partidos como um sinal de que o presidente acenou à radicalização para voltar a comandar a cena política.

A mensagem foi interpretada como uma tentativa de incendiar convocatória que circula nas redes bolsonaristas para ato em defesa dele, contra o Congresso e o Supremo, dia 26. Em áudio que chegou ao Planalto, um caminhoneiro fala em mostrar força à Câmara, ao Senado e “àqueles 11 togados de merda”.

Bolsonaro compartilhou uma espécie de artigo, intitulado “texto apavorante”, que dissemina a tese de que o “sistema” se uniu para não deixá-lo governar. Ele o fez após receber informações de que as convocações para ato em sua defesa estavam ganhando corpo. Assim como na campanha, o principal vetor da mobilização é o WhatsApp.

O presidente foi abastecido por aliados com as mensagens que estavam circulando. Em um áudio, um caminhoneiro diz ter se dado conta de que “a parte podre do Congresso —Câmara e Senado—, mais o STF com o apoio da Rede Globo, estão se unindo para tentar derrubar o capitão”. “E a gente não vai deixar”, ele conclui.

“O povo vai se levantar em favor do presidente para dar a ele salvo-conduto para fazer o que for necessário. (…) Nem que seja para fechar esse Congresso maldito e interditar esse STF”, diz o caminhoneiro. O texto compartilhado por Bolsonaro, endossa, de forma menos virulenta, a tese de uma conspiração.

Presidentes de siglas orientaram suas bancadas a não reagirem institucionalmente ao artigo divulgado por Bolsonaro para não dar vazão à teoria conspiratória que ele, agora pessoalmente, alimenta.

Militares que não atuam no Planalto viram com preocupação a escalada dos fatos desta sexta (17). Dizem que o momento era de somar esforços, não de dividir.

Pessoas próximas à família atribuem os últimos gestos do presidente ao combo de derrotas no Congresso e ofensiva do Ministério Público sobre Flávio Bolsonaro. A devassa nas contas do filho, com implicações para outros integrantes do clã, o abalou.

Painel/Folha de S.Paulo

Publicado por: Chico Gregorio


18/05/2019
07:34

Selfie feita da governadora Fátima Bezerra com deputadas federais Gleisi Hoffman, Maria do Rosário e Natália Bonavides

Balanço

Na presença da presidenta nacional do PT Gleisi Hoffman, a governadora do Rio Grande do Norte fez um balanço dos primeiros cinco meses da gestão petista no Estado. Em tom de desabafo, ela lamentou o PT ter chegado ao poder num contexto de crise:

– O PT chega ao governo do Rio Grande do Norte pela primeira vez numa conjuntura adversa. Pegamos o Estado arrebentado, numa calamidade financeira. Servidores não tinham data para receber seus salários. Formamos uma equipe boa, criamos um comitê de diálogo com os trabalhadores e diversos segmentos da sociedade. Estamos colocando o RN nos trilhos com respeito à cidadania”, disse.

Sobre o pagamento dos servidores, prioridade anunciada pelo Governo, Fátima disse que pretende anunciar um calendário e adiantou que, caso os recursos extras aguardados pelo Estado cheguem ao Rio Grande do Norte até o final do ano, o Governo pode quitar a dívida com o funcionalismo ainda em 2019.

– Brevemente vou anunciar calendário até dezembro. Estamos numa luta para quitar os atrasados. Precisamos ter muita franqueza e muita verdade com os servidores. Não temos o direito de iludir o nosso povo. Já falei e repito que com as receitas que dispomos não temos como quitar os atrasados, mas se chegarem os recursos que estamos esperando é possível pagar tudo até o final do ano. O 13º salário de 2017 vamos começar a pagar agora no final de maio e terminar em junho.

Via Agência Saiba Mais.

Publicado por: Chico Gregorio


18/05/2019
07:29

O juiz Flávio Itabaiana determinou que a Receita Federal envie ao Ministério Público do Rio de Janeiro todas as notas fiscais emitidas entre 2007 e 2018 em nome do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), de seu ex-assessor Fabrício Queiroz e outros sete investigados no caso.

A decisão assinada na quarta-feira (15) é uma ampliação das quebras de sigilo bancário e fiscal determinadas no fim do mês passado.

O Ministério Público apura a prática dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa no gabinete de Flávio quando ele exercia o mandato de deputado estadual na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).

Também são alvos da nova medida a mulher de Flávio, a dentista Fernanda Bolsonaro, a empresa do senador e cinco parentes de Queiroz.

Ao solicitar a medida, o Gaecc (Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção) afirma que, “em razão das peculiaridades da investigação, torna-se necessário obter as notas fiscais a fim de possibilitar o cruzamento de dados bancários”.

A determinação do magistrado foi endereçada à Receita Federal, que deve entregar os documentos ao Ministério Público fluminense.

As notas fiscais aprofundam as informações a que o Ministério Público terá acesso. Com os dados bancários, os investigadores visualizariam apenas as transferências de recursos. Os novos documentos permitem identificar mercadorias e serviços adquiridos com esses pagamentos.

Segundo a Folha apurou, uma das hipóteses a ser checada é se Queiroz pagava contas e serviços pessoais do senador. Não há evidências, por enquanto, de que isso ocorria.

No mês passado, Itabaiana deferiu a quebra de sigilo bancário e fiscal de 86 pessoas e 9 empresas. Além do próprio senador, sua mulher e empresa, foram alvos todos os seus ex-assessores, nomes ligados a Queiroz e pessoas físicas e jurídicas que fizeram transações imobiliárias com Flávio nos últimos 14 anos.

O pedido de quebra dos sigilos bancário e fiscal foi o primeiro passo judicial da investigação após um relatório do governo federal ter apontado, há 500 dias, a movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão na conta de Queiroz.

Além do volume movimentado na conta de quem era apresentado como motorista de Flávio, chamou a atenção a forma com que as operações se davam: depósitos e saques em dinheiro vivo.

As transações ocorriam em data próxima do pagamento de servidores da Assembleia Legislativa, onde Flávio exerceu o mandato de deputado por 16 anos (2003-2018) até ser eleito senador.

Queiroz já admitiu que recebia parte dos valores dos salários dos colegas de gabinete. Ele diz que usava esse dinheiro para remunerar assessores informais de Flávio, sem o conhecimento do então deputado.

Flávio Bolsonaro afirmou, por meio de sua assessoria, que o pedido para envio de notas fiscais “não significa que houve crime”.

“Decisões judiciais devem ser respeitadas. Isso, porém, não significa que eu ache correto o que estão fazendo contra mim com essa campanha caluniosa”, afirmou o senador.

“Reafirmo que não são verdadeiras as informações vazadas pelo Ministério Público. Continuo sendo vítima de seguidos e constantes vazamentos de informações contidas em processo que está em segredo de justiça. Movimento que deixa evidente a campanha contra mim para atingir o governo de Jair Bolsonaro”, completou, em nota.

A defesa de Fabrício Queiroz afirmou, em nota, que “acredita que a decisão de ampliação do objeto de devassa na vida pessoal dele e de sua família só releva e reforça o caráter desmedido e ilegal com que vem sendo tratada a questão.”

Folhapress

Publicado por: Chico Gregorio


18/05/2019
07:28

Foto: Alan Santos/PR

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira que a função de um banco público como a Caixa é passar seu excesso de receita para taxas de juros menores, e não dar lucro como uma instituição privada.

“Se é pra dar lucro, privatiza logo. Pra que eu vou ter um banco com 21 mil agências no Brasil todo para dar lucro máximo? Se for pra isso, privatiza, vende, funde com o Banco do Brasil”, disse Guedes, em discurso no 91º Enic, encontro do setor da construção, promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), no Rio.

Guedes defendeu um programa de habitação popular, sugerindo mudanças no Minha Casa Minha Vida. Também defendeu juros mais baixos para o financiamento imobiliário. Sem detalhar a proposta, o ministro disse que, se os juros para o financiamento imobiliário fossem em torno de “IPCA (o índice oficial de inflação) mais 2%”, geraria demanda para a construção civil, num movimento que chamou de “capitalismo popular”.

Estadão Conteúdo

Publicado por: Chico Gregorio


18/05/2019
07:26

Foto: Reprodução / SBT

Ao pedir a quebra de sigilo do senador Flávio Bolsonaro (PSL) e de outras 94 pessoas, o Ministério Público Estadual do Rio afirmou que são ‘inverossímeis’ as justificativas do ex-assessor Fabrício Queiroz sobre as movimentações financeiras de R$ 1,2 milhão consideradas suspeitas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção da Promotoria do Rio atribui ao senador indícios de ‘fantasmas’, compra e venda sub e superfaturada de imóveis, apropriação de salários e ‘laranjas’.

De acordo com a Promotoria, ‘não parece crível a insinuação da defesa de que a liderança da organização criminosa caberia ao próprio Queiroz, um assessor subalterno, que teria agido sem conhecimento de seus superiores hierárquicos durante tantos anos’.

O Ministério Público ainda diz que ainda estão pendentes a identificação das lideranças do núcleo político e outros possíveis integrantes dos núcleos operacional e executivo, bem como a descoberta do destino final dos recursos desviados’.

Nos autos da investigação, Queiroz afirmou, por meio de seus advogados, ter conhecido Flávio na década de 1980, e foi convidado a exercer o cargo em 2007.

Ele justifica que, em razão de o parlamentar ter tido uma ‘margem pequena de votos’ nas eleições de 2006, teve a ideia de construir uma ‘aproximação maior com a base eleitoral nos setores de segurança pública e forças armadas’, acrescentando que, apesar de o chefe de gabinete oficial da reserva da Força Aérea Brasileira e já cuidar da relação superior e institucional da base eleitoral, coube a Fabrício Queiroz ‘gerenciar as questões relacionadas à atuação dos assessores fora do gabinete do deputado, ou seja, em caráter externo, trabalhando para ‘expandir as redes de contato e de colaboradores do deputado’.

Queiroz diz que acertou com os comissionados que, para trabalharem no gabinete de Flávio, teriam de entregar parte dos vencimentos para que ele repassasse a outras pessoas que atuariam como assistentes informais da base eleitoral do deputado estadual.

Antes ainda de se manifestar por meio de defensores, Queiroz havia dado outra versão, em entrevista ao SBT na qual afirmou ter obtido o dinheiro com revenda de carros usados. “Sou muito bom de negócio”.

Para os promotores, as afirmações não são factíveis. “As declarações de Fabrício Queiroz, com nítido objetivo de tentar assumir sozinho a responsabilidade penal e desviar o foco da investigação que também recai sobre o ex-deputado estadual que nomeou os assessores envolvidos no esquema criminoso, não foram acompanhadas por nenhum momento de prova e pecam por diversas fragilidades e contradições”.

A Promotoria ressalta que a defesa ‘nem sequer indicou os nomes desses supostos assessores ‘externos’ ou apresentou a contabilidade de tais pagamentos’.

“Ora, caso a destinação dos recursos desviados realmente tivesse a finalidade alegada pela defesa, Fabrício Queiroz não teria dificuldades de indicar os dados qualificativos e a quantia que cada pessoa teria recebido, já que se intitulou como gerente dos ‘assessores’ de fora do gabinete”.

“Não se pode sequer alegar que não houve tempo de providenciar a relação dos destinatários dos recursos, pois a defesa técnica do investigado já teve acesso aos autos há mais de três meses e mesmo assim não juntou qualquer comprovação material de suas alegações”, afirmam os promotores.

Eles destacam que,’além de não ter sido fornecido pela defesa técnica nenhum documento com a identificação das pessoas e a contabilização dos recursos repassados aos supostos assessores, pela argumentação defensiva tampouco haveria qualquer controle sobre as atividades externas, supostamente desenvolvidas por essas pessoas’.

“Ou seja, não há evidências de que quaisquer pessoas tenham sido remuneradas pelos valores desviados para a conta de Fabrício Queiroz, nem de que quaisquer valores lhes tenham sido repassados, nem de que quaisquer atividades tenham sido desempenhadas pelas mesmas, inexistindo qualquer elemento de corroboração a indicar que tal alegação seja algo diverso do que uma conveniente obra de ficção.”

Segundo os promotores, a versão de Queiroz também não é compatível com os relatórios de inteligência financeira do Coaf, que mostram que ele ‘acolheu como vencimentos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro o valor de R$ 81 mil, enquanto os pagamentos de títulos bancários, despesas eminentemente pessoais, superam seus vencimentos, alcançando o valor de R$ 101 mil, de onde é possível concluir que, no mínimo, Fabrício Queiroz se apropriava de parte dos valores desviados dos salários dos assessores depositados em sua conta bancária para pagar despesas pessoais que superavam sua capacidade financeira’.

“Outro ponto que fragiliza sobremaneira a tese defensiva é a existência de centenas de milhares de reais movimentados através de depósitos e saques fracionados em espécie na conta de Fabrício Queiroz ao lado de transferências bancárias identificadas envolvendo outros assessores”, afirmam os promotores.

“Ora, se o investigado entendia ser lícita a conduta de ecigir parte dos salários dos assessores e transferir para terceiros, por que ao invés de transferir diretamente os recursos para as contas dos destinatários realizava vários depósitos e saques em espécie de forma fracionada, em notória tentativa de burlar os mecanismos de identificação do Coaf?”, indagam

Os promotores ainda questionam. “E por que o advogado do investigado, mais de três meses depois de ter tido acesso aos autos da investigação, ainda não sabe informar a relação das pessoas que teriam sido beneficiadas pelas contratações informais?”

E exemplificam. “Mais uma circunstância que torna incoerente a tese defensiva é o fato de o Policial Militar Jorge Luís de Souza, também assessor do ex-deputado estadual Flávio Bolsonaro, ter depositado a expressiva quantia de R$ 90 mil em uma única transação, em espécie, na conta bancária de sua mãe”.

“Portanto, todas essas circunstâncias levantam suspeitas de que os valores transferidos ou sacados em espécie pelos assessores não eram destinados para a contratação de assistentes informais como afirma a defesa de Queiroz. Ao revés, as informações de inteligência financeira sugerem que as quantias desviadas do orçamento da Alerj eram distribuídas entre as principais lideranças do Gabinete Parlamentar, razão pela qual se justifica a presente medida cautelar para aprofundamento das investigações”, concluem.

COM A PALAVRA, FLÁVIO BOLSONARO

O senador Flávio Bolsonaro defende-se por meio de nota divulgada por sua assessoria dizendo que ‘não são verdadeiras as informações vazadas acerca de meu patrimônio’. Ele afirmou que continua sendo ‘vítima de seguidos e constantes vazamentos de informações contidas em processo que está em segredo de justiça’.

COM A PALAVRA, A DEFESA DE QUEIROZ

O advogado Paulo Klein, defensor da família Queiroz, também rebateu as acusações. “O que dizer do MP que depois de 1 ano e 5 meses não tem indícios mínimos de prática criminosa? Tanto é que não existe denúncia até agora.”

Estadão Conteúdo

Publicado por: Chico Gregorio


17/05/2019
12:05

A euforia do mercado com uma possível vitória de Jair Bolsonaro (PSL) na eleição já é visível desde antes do primeiro turno e até agora, a cada nova pesquisa mostrando o deputado mais próximo de ser eleito a bolsa sobe e o dólar cai. Mas até onde tem espaço esta empolgação com ele?

Para o Credit Suisse, pelo menos no câmbio, ainda é possível ver novas mínimas nos próximos meses. Mesmo com essa projeção, os analistas se dizem cautelosos por conta da rapidez com que o mercado esta reprecificando os ativos por conta da política. Por isso, a expectativa é que o dólar fique limitado a uma queda até os R$ 3,50.

Para a equipe do banco, uma vitória de Bolsonaro seria “construtiva” para o real. Os analistas dizem que ainda há um prêmio alto de posições compradas sobre os vendidos em dólar, o que reforça a tese de que ainda há espaço para o dólar cair ainda mais após a definição do segundo turno.

Estes R$ 3,50 seria o valor limitado para o dólar nos próximos três meses, mas que antes a moeda enfrentará duas importantes resistências, entre R$ 3,6670 e R$ 3,6888 e nos R$ 3,6265.

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Publicado por: Chico Gregorio


17/05/2019
11:57

A ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) rebateu as declarações sobre ela feitas por Bolsonaro nos Estados Unidos. O presidente disse que ela “tem suas mãos manchadas de sangue na luta armada, matando inclusive um capitão”. Dilma refutou a afirmação e disse que Bolsonaro vai responder na Justiça.

Em nota, ex-presidenta revidou os ataques e anunciou que vai processá-lo cível e criminalmente. Ela afirmou que ele está imerso em um “mundo de fake news” e “impõe sua presença constrangedora onde não é bem-vindo, e nem sequer é convidado”.

Leia a íntegra da nota a seguir:

O senhor Jair Bolsonaro, imerso em seu mundo de fake news mostrou mais uma vez seu despreparo para dirigir o País e representá-lo internacionalmente.

Impondo sua presença constrangedora onde não é bem-vindo, e nem sequer é convidado, este senhor que infelizmente dirige o Brasil fez, em Dallas, uma declaração mentirosa e caluniosa sobre minha história política.

Durante a resistência à ditadura — e muito menos no período democrático —, jamais participei de atos armados ou ações que tivessem ou pudessem levar à morte de quem quer que seja. A própria Justiça Militar — as auditorias, o STM e até o STF — em todos os processos que foram movidos contra mim, comprovaram tal fato. Os autos respectivos documentam isso. Ao contrário dos heróis e homenageados pelo senhor Bolsonaro que, durante a ditadura e depois dela, tiveram suas mãos manchadas do nosso sangue – militantes brasileiros e brasileiras – pelas torturas e assassinatos cometidos contra nós.

Minhas mãos estão limpas e foram fortalecidas, ao longo da vida, pela militância a favor da democracia, da justiça social e da soberania nacional. Foi esta luta que me levou à Presidência da República, cargo que honrei representando dignamente meu País, sem me curvar a qualquer potência estrangeira, respeitando todas as nações, da mais empobrecida à mais rica.

Se o senhor Bolsonaro quer se ocultar do “tsunami” das investigações que recaem sob seu clã, a partir da abertura dos vários sigilos, não me use como biombo, nem tampouco menospreze os cidadãos e cidadãs que foram às ruas do País em defesa de uma educação de qualidade.

Senhor Bolsonaro, as ruas estão cheias porque ao se dispor, com seu ministro desinformado, a destruir a educação, vocês estão tirando a esperança de melhores dias para milhões de estudantes já beneficiados e também os que poderiam sê-lo pela expansão e interiorização das universidades e institutos federais de educação. Oportunidades de acesso ao ensino superior que foram proporcionadas pelos nossos governos do PT em todo o País.

“Idiotas úteis” são aqueles que esquecem um ditado popular: “a mentira tem pernas curtas”. O senhor Bolsonaro responderá no juízo criminal e cível por mais essa leviandade contra mim. Ele não poderá se escudar no cargo de Presidente da República e irá ser cobrado por suas mentiras, calúnias e difamações.

Dilma Rousseff

Via Esmael Morias.

Publicado por: Chico Gregorio


17/05/2019
11:54


O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) apura as nomeações de familiares da ex-mulher de Bolsonaro, Ana Cristina Valle, mãe de um dos filhos do presidente, Jair Renan, no chamado caso das “rachadinhas” no gabinete do então deputado estadual e agora senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

A prática da “rachadinha” consiste na devolução de parte do salário dos funcionários ao detentor do mandato ou para um indicado dele, geralmente um articulador político do mandato.

Nove pessoas, a maioria integrante da família Siqueira Valle, de Ana Cristina, já tiveram seus sigilos fiscais e bancários quebrados, segundo divulgou o jornal “O Globo”, em uma decisão do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio) que data de 24 de abril.

Alguns parentes nomeados no gabinete do clã Bolsonaro foram: o pai de Ana Cristina, José Cândido Procópio Valle; a mãe dela, Henriqueta Guimarães Siqueira Valle; a irmã, Andrea Siqueira Valle; o irmão, André Luiz Procópio Siqueira Valle; uma prima, Juliana Siqueira Vargas; e um primo, André Luiz de Siqueira Hudson.

Ana Cristina viveu em união estável com o presidente por 10 anos, entre 1998 e 2008. No período, o escritório político da família de Bolsonaro ficava em uma casa no bairro de Bento Ribeiro, na capital do Rio de Janeiro. Já os familiares de Ana Cristina viviam em Resende, no sul do Estado.

*Com informações de O Globo

Publicado por: Chico Gregorio